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História, Fatos e Coisas Douradenses

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História, Fatos e Coisas Douradenses

Livro Ruim - 1 comentário

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Autor: João Augusto Capilé Junior

Editora: Não Consta Editora

Assunto: Memórias

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 394

Ano de edição: 1995

Peso: 950 g

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Ruim
Marcio Mafra
24/07/2002 às 12:29
Brasília - DF
Este livro é um livro de memórias. Versa sobre muita gente, muita personalidade, muitos fatos históricos e lendas sobre o nascimento e desenvolvimento da cidade de Dourados, em Mato Grosso. Talvez por ter sido fruto de seis mãos, a linguagem tenha ficado muito semelhante a de um relatório, que embora escrito corretamente, não tem estilo nem personalidade. Não parece um livro.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

História focada na memória da fundação e nos primórdios da cidade de Dourados, Mato Grosso do Sul, contempla - também - a memória das famílias dos autores. Relata, ainda, episódios, lendas e curiosidades que remontam a 1930.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

As surpresas. Interessante lembrar os costumes da década de vinte. Tantas coisas temos a recordar, que ficamos sem saber a quais atacamos primeiro. Falaremos sobre as surpresas, usadas para festejar um aniversário ou para demonstrar grande amizade ao surpreendido. Constituía do seguinte: juntava uma porção de gente e iam à casa do amigo levando tudo preparado para uma festa de arromba, sem que o agraciado soubesse. Havia verdadeiras surpresas!... Geralmente, essas surpresas ocorriam entre fazendeiros, e a casa atacada era a sede da fazenda. Uma vez, resolveram fazer surpresa para o Seu Pereira. Reuniram-se os moradores das proximidades da fazenda, que liderava a festa, incluindo todos os agregados das fazendas próximas, com toda a família, pois que, então, eram todos iguais, sem distinção de espécie alguma, e seguiram com carroças, cavalos com cilhão, para as mulheres, petiscos para os meninos menores, e lá se foi aquela multidão. Próximo à fazenda de Seu Pereira, seguiram em silencio para surpreendê-lo nas lides normais. Lógico que, como as distâncias não eram pequenas, essa chegada dava-se tarde do dia, às vezes, até na hora do almoço ou mais tarde. Seu Pereira estava no campo, tranqüilamente, repontando uma ponta de gado para o curral quando viu a cavalhada, a turma da surpresa, e sacou do que se tratava. Constituía a surpresa em prender o dono da casa, como se fosse o comandante do fortim tomado. O importante era não se deixar prender e, se visse o inimigo antes destes o prenderem e corresse para dentro do piquete da fazenda, já não seria preso e, sim, tratado como se houvesse um tratado de paz. Reminiscência das antigas revoluções!... Mas, Seu Pereira estava cerca de dois quilômetros da sede da fazenda, quando percebeu a chegada; deixou a ponta de gado e partiu a todo galope pra casa. Os contrários notaram sua fuga e saíram em sua perseguição. João Augusto que levava muitos rojões, daqueles de rabo comprido, passou a metralhar o fugitivo e este muito bom cavaleiro e sobre um bom cavalo de campo, ia de cola estirada. Ainda bem próximo do curral, o cavalo rodou e ele saiu em pé, pela cabeça do cavalo; correu e saltou a porteira e, virando-se para todos, sacou o revólver e deu aquela gargalhada de alegria exuberante!... Um dos atacantes laçou uma novilha, passou-a no tambo e outros já trataram de sangrá-la e carnear para o churrasco. As carroças chegaram com as bebidas e doces e a festa começou. Durou dois dias de alegria geral!... E o homenageado teve a felicidade de catalogar muitos causos da sua surpresa, que, por muitos anos, seria lembrada com um sorriso de satisfação


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Ganhei o livro do co-autor, Julio Capilé, em 16/12/98, que teve a gentileza de autografá-lo assim: "De um pioneiro de Dourados-MS a um pioneiro de Brasília DF. A pioneiro de Brasília com abraço do autor - Julio Capilé"


 

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