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Afundação Roberto Marinho

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Afundação Roberto Marinho

Livro Ruim - 1 comentário

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Autor: Roméro Costa Machado

Editora: Tchê!

Assunto: Jornalismo

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 200

Ano de edição: 1988

Peso: 345 g

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Ruim
Marcio Mafra
20/07/2002 às 22:43
Brasília - DF
O conteúdo do livro é pobre. De uma maneira geral, os fatos denunciados carecem de elementos que lhes confiram credibilidade. Talvez alguns dos fatos mencionados tenham fundo de verdade. Ao final da leitura, fica a impressão de "perda de tempo" e, que tudo não passou de uma disputa menor pelo poder burocrático, da qual o autor foi um dos perdedores. Também parece aquela coisa de empregado que não conseguiu tomar a grana que pretendia e então resolve lavar a "roupa suja" em público para se vingar, intimidar ou chantagear o seu patrão. Como literatura é mais que ruim. Como livro é péssimo pois leitor nenhum tem paciência para saber os podres da Globo, menos ainda quando a estrutura do livro se assemelha a uma peça de inquérito sobre questões contábeis. Herc...!



Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Auditor interno das Organizações Globo resolve publicar todos os supostos problemas existentes no grupo empresarial de Roberto Marinho, aparentemente porque os seus superiores hierárquicos se recusaram a sanar tais problemas, como também, deixaram de seguir as suas orientações.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Francisco Calazans Fernandes. Breve relato, a partir de uma entrevista feita com sua secretária profissional e particular Terezita Yolanda, em 17 e 18/07/85. "Calazans iniciou-se em escândalos e corrupções no Rio Grande do Norte, quando ainda era secretário da educação. Foi acusado, e vários jornais da época publicaram parte da história, sobre desvio de material escolar, alimentos de merenda escolar e donativos para pobres. e necessitados do nordeste, doados por órgãos de cooperação latino-americana (Aliança para o Progresso, MEC/USAID, etc.). Ainda como secretário de educação, aprendeu como retirar dos orçamentos dos órgãos públicos os recursos necessários para a execução de programas que seriam ou não controlados a posteriori. Da í veio o seu grande sonho em estabelecer contacto com um grande empresário de maneira a permitir vôos mais altos. Foi buscar tal empresário em São Paulo (como todo nordestino), e os esforços foram vãos. Teve que trabalhar como jornalista (free-lancer) e os outrora bem-estar e bem-viver aparentes começam a comprometer sua vida particular. Os sonhos megalômanos começam a ir água abaixo, e seu futuro como jornalista fica comprometido, pois passa a viver de pequenos expedientes e trambiques em colegas. Sua maior vitima, na Abril, é o ex-colega Alcione, na época "amigo da fé" e "avalista de plantão". Calazans começa a ter graves problemas em casa. Primeiro são as execução judiciais; depois, a toma de bens; e mais tarde, a perda dos amigos, principalmente do Alcione, executado junto com o Calazans e indo ao fundo do poço. (Daí em diante, Alcione iria devotar a Calazans um ódio mortal. Tanto que anos mais tarde, Calazans já empregado e com a vida semi-estabilizada, tentou pagar algumas dividas com o Alcione, que nunca reatou com aquele e nem o perdoou. No interregno do grande débâcle, Calazans vira alcoólatra contumaz, e nos momentos de lucidez procura um advogado para segurar o grosso das execuções. (Dr. Gilberto.) A secretária deste advogado era Terezita Yolanda, que mais tarde viria a ser sua secretária profissional, e particular. Penalizada com o drama da família, o advogado e a secretária tentam ajudar jurídica e pessoalmente o "agora humilde" Calazans. Terezita passa a dedicar-se à recomposição de uma família, e tenta (extra-oficialmente) elaborar os planos do grande sonho do Calazans (Telecurso). Terezita compilou dados, datilografou, deu forma final, e comprou uma passagem para Calazans vir ao Rio falar com o Dr. Roberto. Após algumas negociações, Dr. Roberto compra a idéia, e é criada a precursora da Fundação Roberto Marinho ou seja, a Rio Gráfica Educação e Cultura. A Rio Gráfica vivia patronada por um megalômano que orçava qualquer valor para fazer qualquer projeto, quando o único objetivo era arrancar dos órgãos governamentais aqueles recursos. Obvio que os orçamentos, historicamente, sempre foram deficitários, e como num endividamento sem fim (agora usando o nome de um grande empresário) os limites de crédito foram sendo potencializados até os vultosos números de hoje. Nos intervalos entre as liberações de verbas, as crises eram inevitáveis. Pois se um projeto custasse 1.000 e o orçado fosse 800, ele aceitava qualquer valor liberado pelo MEC, por menor que fosse. No caso de um projeto de 1.000 com liberação de 400, era executado usando-se todos os tipos de artifícios, pois o vermelho seria empurrado para frente. As pressões psicológicas desta roda-viva, mais a condição de alcoólatra, agravaram as crises voltadas para o alcoolismo. Calazans passa a comparecer contumazmente embriagado ao trabalho, tendo como "santos protetores" e ocultadores desta situação duas pessoas: Terezita Yolanda (sua secretária) e Luis Eugênio Barbosa (Controller).


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

O título atribuído ao livro me chamou atenção, razão de tê-lo comprado.


 

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