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Minha Doce Audrina

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Livro Bom - 1 comentário

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Autor: V C Andrews

Editora: Francisco Alves

Assunto: Romance

Traduzido por: Marcos Santarrita

Páginas: 378

Ano de edição: 1987

Peso: 430 g

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Bom
Marcio Mafra
13/07/2002 às 20:44
Brasília - DF
O livro é bom, a narrativa de fácil entendimento, o que nos leva a querer lê-lo até acabar, num só dia. Mas a história não tem final feliz, como era de se esperar.... O final é bem normalzinho.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história de uma menina que foi "colocada" no lugar da irmã morta, que todos adoravam. Ela narra sua trajetória de vida como a substituta da irmã querida, lembrando de como a família a tratava, as tias, os parentes e, principalmente, o pai.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Oh, Aldina - ele exclamou de repente, pegando-me pela cintura e girando-me, de modo que minha saia branca se abriu. Seus olhos ambarinos estavam à altura dos meus então. - Às vezes, quando olho para você e vejo como fica cada dia mais adorável, sinto uma dor no coração. Tenho tanto medo de que você encontre outra pessoa enquanto eu estiver fora. Aldina, por favor, não se apaixone por ninguém mais. Reserve-se para mim. - De uma maneira ou de outra, eu tinha passado os braços em tomo do pescoço dele, e pendurava-me. - Acordo à noite - ele prosseguiu - pensando na aparência que você terá quando estiver inteiramente adulta, e penso como seu pai então, que você gostará de mim como de um irmão. Não é isso que eu quero. Ouvi mamãe dizer que ela mudou de idéia três vezes sobre namorados, numa semana, quando tinha sua idade. De repente, tomei consciência de que estava nos braços dele, e contorci-me até tocar o chão com as pontas dos pés, embora ele ainda me segurasse nos braços. - Eu não sou sua mãe. - Como me sentia séria, adulta e sensata, quando não era adulta nem sensata. Uma coisa suave e maravilhosa aconteceu com os olhos dele, fazendo as pupilas dilatarem-se e escurecerem. A luz que aumentava nelas me disse, mesmo antes de ele baixar a cabeça, que aos quatorze anos eu ia ser beijada pelo único rapaz que admitiria em minha vida. Como seus lábios eram macios sobre os meus, tão tentadores e leves que senti arrepios quentes e frios me correrem pela espinha. Prazer e medo se combinavam, enquanto eu tentava decidir se gostava ou não daquele beijo. Por que devia ter medo? Então ele me beijou de novo, com um pouco mais de paixão, e fiquei muito apreensiva, com a volta do dia da chuva na mata a obcecar-me. Era da Primeira Aldina, aquele dia terrível por que me atormentava, e punia Aderem? - Por que está tremendo? - perguntou Aderem, parecendo magoado. - Desculpe. Não pude deixar de me sentir um pouco assustada. Nunca fui beijada assim antes. - Sinto muito se a choquei. . . mas simplesmente não pude me conter. Me contive um milhão de vezes. . . desta vez não pude. Então fiquei com pena. - Oh, Aderem, não é idiotice minha ficar assustada, quando me perguntava por que você demorava tanto a fazer isso? - Por que dissera tal coisa? Soava como algo que Vera poderia dizer, e o tempo todo eu estivera morta de medo. - Vai se revelar uma insistente? Minha mãe era assim. Eu esperava que você fosse diferente, e isso me provaria que o que temos agora poderia durar para sempre. Talvez Mamãe não lhe tenha dito, mas ela se casou mais de uma vez. Na primeira vez, tinha apenas dezessete anos, e acabou em poucos meses. Meu pai foi o terceiro marido dela, e, segundo ela, o melhor. Às vezes acho que ela me diz isso apenas para me fazer sentir bem a respeito dele. Três vezes? - Eu não sou insistente - apressei-me a dizer. - Simplesmente amo você. Amor de criança, segundo minha tia. Eu nunca conto nada a ela. Ela simplesmente me olha e diz que é mais do que viver tanto ao ar livre que deixa meus olhos reluzentes e minha pele resplandecente. Até Papai diz que nunca tive uma aparência mais saudável ou feliz. Mas eu acho que é você, e que é porque aprendi a amar tanto Sylvia. E ela também me ama, Aderem. Quando não estou por perto ela se acocora num canto escuro como se quisesse que ninguém a visse. Acho que sente terror de Tia Ellsbeth. Então, quando entro na sala, ela corre para mim e puxa minha mão ou a barra de minha saia, e o rostinho dela se volta para cima. . . e ela faz de mim o centro de sua vida. Ele pareceu pouco à vontade, recusando-se a voltar-se e olhar fiara Sylvia, que estava sempre comigo - se não à vista, pelo menos em algum lugar por perto. Ela o deixava inquieto, embora ele nunca dissesse isso. Creio que o encabulava com seus odores, seus hábitos de sujeira, sua incapacidade de falar ou focalizar os olhos. Não muito longe, ela se arrastava no chão, acompanhando uma longa fila de formigas até o buraco delas.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Este livro chegou à nossa casa pelas mãos de Fernanda. Ela disse não se lembrar como o adquiriu, porém, que o fez porque, na época, em torno do ano 1985, já havia lido outros livros da mesma autora.


 

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