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O Fim do Brasil

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O Fim do Brasil

Livro Muito Bom - 2 opiniões

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Autor: Felipe Miranda

Editora: Escrituras

Assunto: Economia

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 172

Ano de edição: 2014

Peso: 195 g

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Ótimo
Marcelo Tavares Alves
01/07/2017 às 23:58
Goiânia - GO
bom

Bom
Marcio Mafra
17/02/2015 às 14:54
Brasília - DF
Felipe Miranda é um analista financeiro, dito independente, com o talento de escritor. Seus textos de análise econômica, além da reconhecida competência, são pautados pelo linguajar simples, simpático, irônico e às vezes bem humorado. O mais importante é que são textos inteligíveis, que guardam boa distância do economês – tão pedante quanto chato. “O Fim do Brasil” é uma análise corajosa que relata a história econômica do Brasil – passada e atual - a partir de 1994, por ocasião da estabilização da moeda. Desde então o autor cita dados, fatos e mensura o desenvolvimento econômico. Conclui que o crescimento do PIB é o menor desde o Governo Collor(1990/1992).Em todos os anos do Governo Dilma a Inflação sempre ficou acima do estabelecido e quando da edição do livro encontrava-se fora de controle. O país sofria os efeitos da “nova matriz econômica”. Talvez possa se dizer bem apropriadamente que era o começo do “Fim do Brasil”. Da leitura certamente o leitor concluirá que: qualquer que seja o plano de governo, ou escolhendo-se qualquer das alternativas sugeridas por Felipe Miranda para proteção do patrimônio haverá prejuízos, e o ano de 2015 – para os que sobreviverem - será de má lembrança. Gráficos e ilustrações ajudam o leitor a entender melhor a tese do autor. O autor e o livro são bons. A leitura não é tão simples para os leigos nem tão complicada para os iniciados. Se a tese do autor era correta, quem viver verá, dizia Ibrain Sued.

Marcio Mafra
17/02/2015 às 00:00
Brasília - DF

Análise macroeconômica do Brasil no período 1994/2014 – realizada às vésperas da eleição presidencial de 2014 - especificando os riscos a que se sujeitarão o novo Governo Federal, os investidores, as empresas e as pessoas naturais devido ao estrago  provocado pela administração Dilma Roussef. O livro indica alternativas para os investidores protegerem seus patrimônios, como também, oferece sugestões para os futuros governantes evitarem o “Fim do Brasil”. Ainda aborda a censura que o autor e sua empresa sofreram por parte do PT – Partido da candidata Dilma Roussef.

Marcio Mafra
17/02/2015 às 00:00
Brasília - DF
03:55 - É a Economia, estúpido! 
 
Ao tentar dar contornos políticos a uma tese econômica, a 
coligação da situação tenta limitar o debate em torno da economia. 
Por uma razão simples: não querem debater a economia. Tentam 
tornar a coisa superficial e esconder o que realmente importa. 
 
Se o debate fosse de um nível minimamente profundo, eu não 
precisaria explicar que a suposição sobre o fim do Brasil é metafórica, 
meramente ilustrativa. 
 
Pessoas, coisas, empresas e animais podem acabar. 
Países, não. Meu argumento é de que nasceu um novo País com a 
estabilização da economia em 1994, cuja idade adulta é atingida em 
1999 com a adoção do tripé macroeconômico. 
 
Quando, em reação à crise de 2008, abandonamos o tripé e migramos para a chamada nova 
matriz econômica, simplesmente matamos o que havia sido construído. 
 
Para não restar dúvidas, deixo aqui, totalmente gratuito, o primeiro 
relatório da série O fim do Brasil, escrito há algumas semanas. 
 
O parágrafo inicial é explícito ao relacionar a tese a uma metáfora. 
 
 
 
Para atestar que a abordagem é construtiva e não destrutiva 
como os superficiais tentam argumentar, mostro na parte 
PRO algumas das recomendações feitas até agora pela série O 
fim do Brasil - evidencio como os assinantes já puderam ganhar 
dinheiro e como poderão aumentar ainda mais seu patrimônio, em 
qualquer cenário. 
 
Ninguém vai nos calar. Estamos mais fortes. 
 
Encerro a argumentação com uma homenagem ao monstro 
sagrado João Ubaldo Ribeiro. Por que os bons vão embora antes? 
 
"Há muita gente, gente demais, que lê nas entrelinhas, 
um perfeito exercício de imbecilidade, defesa neurótica contra 
a realidade ou, em inúmeros casos, o achar-se tão sabido que 
se acaba sendo besta. Não existe essa coisa de entrelinhas. Pelo 
menos nos livros honestos, como este, não há nada nas entrelinhas, 
tudo deve ser procurado nas linhas, aqui não são ofereci­ 
das entrelinhas, à merda o entrelinhador, pode largar este livro 
e ir gastar seu tempo ruminando o bolo alimentar de sempre. 
Melhor do que ler textos diretos querendo ser esperto e vendo 
nele coisas indiretas." 
 
Um trágico acidente de avião, no dia 13 de agosto de 2014, 
tiraria da disputa Eduardo Campos, do PSB. Em meio ao choque 
com a morte do ex-governador de Pernambuco, a entrada de Marina 
Silva como candidata da coligação tornou a corrida eleitoral 
ainda mais imprevisível. 
 
E, já na primeira pesquisa de intenção de voto, feita após a tragédia, 
os 8% de Eduardo Campos se transformaram em 21% para Marina. 
 
Poucos minutos após o envio a jornalistas, o telefone começou a tocar. 
Queriam me ouvir sobre a censura do governo. Era uma história boa para contar. 
 
Repare nos ingredientes: um ato de censura promovido por 
um partido identificado pela resistência ao regime militar no Brasil; 
um dos cinco maiores bancos do país; eleição presidencial; e 
uma consultoria que vai 'comprar a briga' e não mudará a conduta. 
 
A própria presidente Dilma se manifestara sobre o caso 
do Santander. Classificou o pedido de desculpas como "bastante protocolar" 
e disse que o episódio foi "lamentável". 
 
Não parou por aí: "Vou ter uma atitude bastante clara em relação ao banco". 
 
Posteriormente soube-se pelos jornais que quatro pessoas do banco foram demitidas. 
 
E, segundo apurou o jornal Valor Econômico, o texto era a cópia de um conteúdo feito por um outro 
analista de uma corretora de valores. Uma sucessão de erros. 
 
Na terça-feira, dia 29 de julho, o nome da Empiricus estampava os principais 
jornais do país. Valor, Folha, Estadão, O Globo, além de uma 
diversidade enorme de sites noticiosos e, dias depois
nas revistas Veja e Época, no fim de semana. 
 
A imprensa internacional também repercutiu a ofensiva do 
governo contra a Empiricus. Uma repórter do Wall Street Journal 
falou com o meu sócio, Rodolfo Amstalden. 
 
Segue abaixo reprodução da página da edição de Veja de 6 
de agosto de 2014/ destacando o assunto: 
 
Ao longo de toda a semana iniciada em 4 de agosto de 
2014, diretores de empresas e gestores de fundos de investimento 
solidarizaram-se com a Empiricus. Elogiavam nossa postura e 
diziam estar do nosso lado. 
 
Um relatório falso chegou a circular no mercado zombando 
da situação ironicamente. Chamado de "Cenários para 2015", 
abordava o impacto da eleição no mercado sob uma ótica que 
tenderia a agradar censores gregos e romanos: 
 
.. E as eleições também estão entre os principais drivers que 
podem direcionar o mercado no ano que vem. Estamos vendo 
o copo com água pela metade ao falar da bolsa brasileira. Há 
quem diga que está meio cheio, há quem o veja meio vazio, mas 
nós não concordamos, nem discordamos, muito pelo contrário." 
 
"Caso a presidente Dilma Rousseff seja eleita, o Ibovespa vai 
oscilar. Alguns investidores comprarão ações, outros venderão. 
 
As ações de estatais podem subir, mas também é esperada 
alguma retração, sobretudo no intraday. O lucro da Petrobras, 
nesse cenário, apresentará certamente alguma variação na 
comparação com o ano anterior." 
 
"Disclaimers 
 
O analista elaborou o relatório em um dos computadores do 
departamento de Recursos Humanos. Pode haver algum 
conflito de interesses, dado que ele não passou naquele 
concurso público para analista da Receita, então tem que 
manter o emprego atual." 
 
O autor é desconhecido. Mas ele sabe que arrancou risos 
das mesas de operação. 
 
Desde a censura, a tese O fim do Brasil atraiu cada vez mais 
pessoas. No metrô em São Paulo ouvia-se coisas do tipo "Você 
viu o que a Empiricus fez?"; "Quem é essa Empiricus?"; "É a única 
que fala o que pensa ... ". O efeito da mídia espontânea, alimentado 
pelas redes sociais, popularizou o estudo. 
 
O assunto continuou quente e foi analisado pelo Ministério 
Público Eleitoral. Em parecer divulgado no dia 5 de agosto de 
2014, informou que não houve demonstração de ligação entre a 
Empiricus e qualquer candidato, partido ou coligação. 
 
"É inegável que os anúncios fazem expressa remissão às 
eleições presidenciais, mas o fazem com um evidente intuito não 
eleitoral. A disputa eleitoral é usada como isca para a atenção do 
consumidor. Trata-se de um expediente publicitário ordinariamente 
denominado de teaser, diz o documento. 
 
O legado de 2002 
 
A única ressalva se refere ao algoritmo do Google que controla 
a visibilidade dos anúncios conforme o interesse do internauta. 
Em situações envolvendo candidatos a uma eleição, o algoritmo 
deve ser retirado para garantir isonomia nas aparições. 
 
Enquanto durar o clima "nós contra eles", haverá espaço 
para novas ofensivas contra o chamado "terrorismo financeiro". 
Um administrador de carteiras em Nova York me contou que na 
Venezuela também rola este tipo de abordagem. "E, acredite se 
quiser, no México. De forma sutil, umas chaves de braço aqui e ali 
para que os analistas escrevam bem sobre o país. Pobreza intelectual 
por todos os lados." 
 
A última tensão entre o mercado financeiro e a disputa presidencial 
no Brasil remete ao embate entre Lula e José Serra, em 
2002. Foi emblemático. 
 
Em relatório publicado no dia 6 de junho de 2002, o analista 
do Goldrnan Sachs, Daniel Tenengauzer, instituiu o "Lulômetro", 
uma espécie de fórmula para calcular o preço do dólar em caso 
de maior probabilidade de vitória de Lula na eleição. 
 
"Considerando que a taxa de câmbio poderia se estabilizar 
em R$ 2,52 na esteira de uma vitória de Serra, o modelo atualmente 
precifica uma chance de 47% de vitória de Lula. Se Lula ganhar, o 
modelo indica que o câmbio poderia se desvalorizar para R$ 3,04 
logo após o segundo turno das eleições", dizia o relatório. 
 
A conclusão de Tenengauzer era sombria: "Acreditamos 
que o mercado está muito otimista sobre a taxa de câmbio em 
uma eventual vitória de Lula e manteríamos as recomendações de 
posicionamento em proteção durante as eleições." 
 
Na ocasião, a dúvida era saber como o PT se comportaria 
no poder. Seria, talvez, uma nova Argentina?, Indagava o mercado, 
que não gosta de incerteza e também se revolta. 
 
Altos índices de popularidade garantem votos. A governabilidade, 
entretanto, depende da economia, sob risco de conflito 
social. Estimular o espírito animal do empresariado é crucial para 
a atividade econômica. O fim da iniciativa privada detonaria um 
colapso no país. Ninguém quer viver com esta marca. 
 
Naquele mesmo junho de 2002, Luiz Inácio Lula da Silva lançou
a "Carta ao Povo Brasileiro", se comprometendo com o tripé 
macroeconômico criado no governo do PSDB. Uma defesa clara 
ao câmbio flutuante, superávit primário e meta de inflação. 
 
A iniciativa aliviou a rebeldia dos financistas que, dali a um 
ano, encontrariam um governo Lula de viés econômico bem ortodoxo, 
orientado pela dupla Henrique Meirelles e Antonio Palocci 
à frente das rédeas da economia. 
 
Entre caminhos claros e obscuros, a economia pauta o futuro 
de uma eleição. É natural que qualquer um que assuma o 
Palácio do Planalto acabe migrando para o centro. 
 
Crer ou não nas projeções dos analistas, é uma decisão pessoal, 
assim como o voto. 
 

  • Sobre o Relatório O Fim do Brasil

    Autor: Não disponivel

    Veículo: Blog Dinherama

    Fonte: http://dinheirama.com/blog/2014/07/28


    Nota de Esclarecimento sobre o Relatório O Fim do Brasil. O governo entendeu que o relatório faz parte de uma campanha. Entendeu errado. A Empiricus explica.

    Esclarecimento sobre relatório "O Fim do Brasil"

    Soubemos na sexta-feira que a coligação da presidenta Dilma Rousseff entrou com representação no TSE contra a coligação de Aécio Neves, a Empiricus e o Google, por nossas campanhas na internet. O argumento seria de que, supostamente, faríamos propaganda eleitoral indevida.
    Sobre meu realismo no mercado financeiro
    A representação contra Empiricus, Aécio e Google (não necessariamente nessa mesma ordem) acusa minha tese de título “O Fim do Brasil?” de terrorismo no mercado financeiro. Caso você ainda não tenha assistido ao vídeo, recomendo fortemente que o faça. Ele já foi visto por uma infinidade de pessoas e tem se espalhado numa velocidade assustadora.
    No Brasil é assim: com ajuda do japonês, a gente sofre para ganhar da Croácia. Empata com México e passa um calorzinho no primeiro tempo contra Camarões. Empata com a potência Chile e sofre para passar da Colômbia. Vamos jogar contra a Alemanha e estão todos otimistas.
    Em toda a Copa, fizemos apenas um bom primeiro tempo nas oitavas de final e foi o suficiente para resgatar a mística da amarelinha.
    Política econômica não se faz com mística, meia marrom da sorte do Arnaldo César Coelho ou otimismo. Faz-se com realismo e respeito a séculos de conhecimento acumulado. Inventar uma nova matriz econômica parece mais com terrorismo do que o apontamento de ferimentos à ortodoxia e ao clássico tripé macroeconômico.
    Foi este otimismo que nos fez tomar de 7×1 da Alemanha. É a mesma incapacidade de enxergar a realidade que nos faz tomar 7% (6,5% para ser preciso) da inflação x 1% de crescimento (0,9% para ser preciso).
    A tese sobre “O Fim do Brasil” não é pessimista. Ela é realista, feita por um apaixonado pelo seu país, que não pode furtar-se à sua vocação de dar as melhores recomendações de investimento a seus clientes.
    Trata-se de uma abordagem construtiva, que mostra como preparar-se para a crise que, no meu entendimento, está se formando. Se, na opinião da coligação de Dilma, não há crise nesses placares 7×1, eu respeito. O padrão Empiricus é outro.
    É a Economia, estúpido!
    Ao tentar dar contornos políticos a uma tese econômica, a coligação da situação tenta limitar o debate em torno da economia. Por uma razão simples: não querem debater a economia. Tentam tornar a coisa superficial e esconder o que realmente importa.
    Se o debate fosse de um nível minimamente profundo, eu não precisaria explicar que a suposição sobre “O Fim do Brasil” é metafórica, meramente ilustrativa. Pessoas, coisas, empresas e animais podem acabar. Países, não.
    Meu argumento é de que nasceu um novo País com a estabilização da economia em 1994, cuja idade adulta é atingida em 1999 com a adoção do tripé macroeconômico. Quando, em reação à crise de 2008, abandonamos o tripé e migramos para a chamada nova matriz econômica, simplesmente matamos o que havia sido construído.
    Para não restar dúvidas, deixo aqui, totalmente gratuito, o primeiro relatório da série O Fim do Brasil, escrito há algumas semanas. O parágrafo inicial é explícito ao relacionar a tese a uma metáfora.
    Leia as linhas, somente as linhas
    Para atestar que a abordagem é construtiva e não destrutiva como os superficiais tentam argumentar, mostro na parte PRO algumas das recomendações feitas até agora pela série “O Fim do Brasil”  – evidencio como os assinantes já puderam ganhar dinheiro e como poderão aumentar ainda mais seu patrimônio, em qualquer cenário.
    Ninguém vai nos calar. Estamos mais fortes. Encerro a argumentação com uma homenagem ao monstro sagrado João Ubaldo Ribeiro. Por que os bons vão embora antes?
    “Há muita gente, gente demais, que lê nas entrelinhas, um perfeito exercício de imbecilidade, defesa neurótica contra a realidade ou, em inúmeros casos, o achar-se tão sabido que se acaba sendo besta. Não existe essa coisa de entrelinhas. Pelo menos nos livros honestos, como este, não há nada nas entrelinhas, tudo deve ser procurado nas linhas, aqui não são oferecidas entrelinhas, à merda o entrelinhador, pode largar este livro e ir gastar seu tempo ruminando o bolo alimentar de sempre. Melhor do que ler textos diretos querendo ser esperto e vendo nele coisas indiretas.” (João Ubaldo Ribeiro)
    Seguiremos nosso trabalho. Obrigado.
    Nota: Esta coluna é mantida pela Empiricus, que contribui para que os leitores do Dinheirama possam ter acesso a conteúdo gratuito de qualidade
    http://dinheirama.com/blog/2014/07/28/nota-de-esclarecimento-sobre-o-relatorio-o-fim-do-brasil/#sthash.rIHpwaL7.dpuf

Marcio Mafra
17/02/2015 às 00:00
Brasília - DF

No final do mês de outubro de 2014, visitei a Empiricus. O analista Renato Breia me brindou com “O Fim do Brasil”, de autoria do sócio da empresa Felipe Miranda. O autor, até as eleições do inicio daquele mês, esteve sob o bombardeio do PT Partido dos Trabalhadores, que ingressara com ação no Tribunal Eleitoral, alegando que a edição de seu livro Felipe Miranda fazia propaganda contra a candidata Dilma Roussef. Falou-se em terrorismo econômico. Coisa típica (e burra) de embate eleitoral no Brasil, quando vale tudo, menos perder a eleição. Para o bem ou para o mal, Dilma Roussef ganhou a eleição por apertada margem de votos. Ela assumiu em janeiro de 2015 para gestão até 2018. 


 

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