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Não se apega não – Isabela Freitas

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Não se apega não – Isabela Freitas

Livro Muito Bom - 6 opiniões

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Autor: Isabela Freitas

Editora: Intrínseca

Assunto: Adolescente

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 254

Ano de edição: 2014

Peso: 395 g

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Ótimo
Sara Pereira Silva Santos
09/01/2017 às 15:59
Santo André - SP
Ótimo livro!!! Relata os devaneios que passa uma adolescente que procura viver intensamente suas aventuras e breves relatos enfrentados pela autora e todas mulheres na fase de aceitação como traição, paixão, arrependimento amores e fantasias. Super recomendo !!!

Muito bom
Maria Betania Ferreira de Figueiredo
14/04/2016 às 09:08
Santa Helena - PB
Não posso dizer que o li. Apenas foleei algumas páginas, o que foi suficiente para perceber o prazer da leitura e os ensinamentos que se pode adquirir lendo o completamente.


Muito bom
Moniely Alves da Silva
24/12/2015 às 20:58
Sobradinho - BA
otimo...


Muito bom
Vanise Macedo Maria
22/09/2015 às 19:20
Teresópolis - RJ
Gostaria de muito de ler Não Se Apega Não, pois todas as pessoas que já leram o elogiam, dizendo tratar-se de um livro maravilhoso! Se alguém puder emprestar-me ou doar-me, eu aceitarei. Obrigado.


Excelente
Janaina Alves da Silva Pereira
04/06/2015 às 15:34
Rio Branco - AC
Livro muito bom, escrita maravilhosa!!!!!

Mediano
Marcio Mafra
03/02/2015 às 11:06
Brasília - DF
“Antes só do que mal acompanhado” é um velho, antigo e carcomido ditado que ainda é atual. Isabel, jovem, bonita, gostosa, romântica e complicada é a protagonista do livro “Não Se Apega Não”. Um belo dia ela resolve dar um ponto final na sua relação mas-que-perfeita com o bonitão Gustavo. Fim. Acabou. Aí começa o drama, o livro propriamente dito aonde Isabela vai abrindo o seu coraçãozinho romântico, vai mostrando as suas idiossincrasias, vai contando suas decepções, trapalhadas, amarguras, medos, inseguranças, choros, desejos, suas amizades, suas rivais e suas excitações. Mas também narra as suas afirmações, suas aventuras, suas experiências, suas vantagens, sua autoconfiança, suas pequenas vinganças, alegrias, baladas, momentos de felicidade, os assédios que viveu e seus outros amores. Tudo permeado de ensinamentos, frases de efeito, alguns truques de felicidade e coisas de autoajuda que ela apreendeu duramente, enfrentando as consequências pela decisão de ficar sozinha. Não se apegue. Desapegue. Mas tenha certeza que ela continua sonhadora e querendo amar.

Marcio Mafra
03/02/2015 às 00:00
Brasília - DF

A história de Isabela, personagem com o mesmo nome da autora, que toma a decisão de chutar seu namorado Gustavo, com quem ela ficava havia mais de dois anos. Suas amigas, parentes, amigos e colegas acharam que ela era louca. Eles pareciam o casal perfeito, a laranja de duas metades que se completavam. Ela então relata todos os problemas – e soluções – para encarar a vida, sem se apegar. Loucos são os que mantem relacionamentos ruins por medo da solidão, ensina Isabela.

Marcio Mafra
03/02/2015 às 00:00
Brasília - DF

Acho engraçado que toda vez que falo sobre desapego em uma roda de amigos todos me olham assustados. Espantados. Diria até que aterrorizados.

É como se eu dissesse em voz alta que matei alguém e preciso de um lugar para esconder o corpo. Melhor ainda é quando as pessoas tentam me dar uma rasteira e perguntam: “Ué, mas você não namorou a vida inteira? Desapego? Você?”.

Sinceramente, quando escuto uma pergunta dessas, tenho vontade de me levantar da mesa e ir embora. É como se sentisse que essa pessoa não tem intelecto suficiente para conversar comigo. Mas tudo bem... respire, conte até dez. E aí explique. Ou pelo menos tente.

De uma vez por todas, esqueçam esse “pré-conceito” de desapego. Desapego não é sair todos os dias, frequentar todas as baladas da cidade, ficar com todos os garotos que aparecem na frente e, em seguida, dizer: “Pego e não me apego”. Aliás, amaldiçoo mentalmente todos os dias a pessoa que criou essa frase. Pega e não se apega? Isso é justificativa pra vulgaridade, desculpe-me.

O desapego é muito mais do que leiloar seu amor (ou outra coisa) por aí. O desapego é saber se desprender de tudo aquilo que te retém, faz mal e sufoca. O desapego é sempre um desafio pra mim, aliás, acredito que pra todos.

A propósito, conselhos sempre parecem mais fáceis quando dados a outra pessoa. Digo isso por experiência própria. Eu, que sempre tenho um conselho na ponta da língua, me vejo em apuros quando preciso aplicá-los na minha vida. Acontece.

Fato é que demorei a descobrir o porquê de ter tido — e mantido — tantos relacionamentos rasos e sem sentido algum. Eu simplesmente não entendo como pude ser tão estúpida a ponto de acreditar em pessoas que em nenhum momento me deram motivos para isso. Para ilustrar, cito a época em que cismei que poderia “transformar” o garoto mais canalha da minha cidade em um príncipe encantado.

Qual é? Toda garota já sonhou — ou sonha — transformar um desses. É como se fosse uma realização pessoal, daquelas que dão um prazer ardente no peito quando se concretizam. Ele era canalha, tudo bem, eu sabia disso.

Mas ele dizia que gostava de mim, poxa, vamos dar um crédito? E se for verdade? Peraí, acho que vi os olhos dele brilhar enquanto falava sobre mim. Ei, ele me apresentou aos pais!

Olha! Ele me convidou para o churrasco dos amigos…

Tolice. Enquanto eu tentava me convencer de que ele gostava mesmo de mim, as pessoas me alertavam sobre as inúmeras traições, e cada dia que passava eu descobria mentiras que ele insistia em contar com um sorriso no rosto — ai, por sinal, maravilhoso.

Era como se eu estivesse enfeitiçada, sabe? Eu sabia que ele não valia nem um vestido novo que eu comprava pra sair com ele. Juro que sabia. Mas eu gostava daquela sensação de, pela primeira vez, não ter alguém nas minhas mãos.

E isso inexplicavelmente me fazia querer cada vez mais. Ele se tornara um vício, uma droga, obsessão. Hoje posso dizer que foram os quatro meses mais insanos da minha vida; era um misto de paixão, loucura, ódio e, em meio a tudo isso, amizade. É inacreditável que tenhamos nos tornado bons amigos.

No fim — que não era fim porque sequer existiu um começo —, percebemos que éramos necessários na vida um do outro. Porque, apesar de não termos tido um lance bem sucedido, aprendemos bastante. Ele, por exemplo, aprendeu que o problema não estava nas

outras pessoas, e sim nele, que não conseguia sentir empatia por ninguém, nem por mim, a única garota que o havia “segurado” por algum tempo.

É com orgulho que digo quanto mudei a vida desse rapaz. Depois que terminamos, ele decidiu que devia procurar terapia e se tratar. Resultado? Acabou descobrindo que guardava dentro de si um trauma de infância que o atrapalhava no trato com as mulheres.

Quando ele ainda era muito novinho, percebeu que a mãe vivia tendo casos fora do casamento. Apesar de não saber ainda o que exatamente acontecia, tudo ficou tão infernal que, depois, se tornou impossível superar essa questão sem acompanhamento especial.

A vida sempre surpreendendo. Eu? Ora, eu aprendi que por mais que um lance curto não tenha sido de todo bom sempre acrescenta algo.

Admiro pessoas que conseguem se desviar de relacionamentos ruins por toda a vida, para, finalmente, encontrar — lá no fim da estrada — aquele único, que vai ser a flecha certeira no seu coração. A minha prima Lara é um exemplo clássico disso.

Ela nunca teve um namorado sequer, nunquinha. Nas reuniões de família era sempre questionada. E aí, Lara, já arrumou um namoradinho? Lara, quando é que você vai trazer um namorado pra família conhecer? É, Lara... vai ficar pra titia, hein? A Isabela já tem

namorado, olha lá...

E ela tinha que se explicar, toda tímida, pedir que tivessem calma, que ainda não tinha encontrado ninguém que valesse a pena ser levado a sério e que ficar com alguém só para não ficar sozinha era perda de tempo. Palmas.

E alguns tapas na minha cara também, já que eu era a psicopata-louca-dos-namoros, confesso. Eu precisava ter um namorado, tipo, sempre. Se terminava num dia, no outro já tinha uma lista de possíveis pretendentes. Esse não, muito alto, muito chato, muito metido, opa, esse sim. Por que não tentar? Custa nada. E eu ia com tudo, de novo. E de novo. E de novo. Que venha mais uma decepção. Que venha mais um que não vai conseguir me impressionar.

Desconfio que esse meu jeito vem de longe, já que comecei a namorar muito cedo. Tive meu primeiro namoradinho aos doze anos; durou dois verões (eu tenho alguma coisa com o número dois, devo ter), mas claro que, naquela época, sentir o tempo passando era totalmente diferente de agora. Então, tudo bem, é mais do que natural que eu tenha adquirido esse medo de “ser sozinha”. Qual é?

Eu sempre tive alguém a meu lado. Eu não sabia o que era dormir sem uma mensagem de boa-noite, eu não sabia o que era não ouvir um “eu te amo” todos os dias, não sabia o que era sair de casa sem dar satisfações a alguém.

Eu não sabia o que era viver. Eu não sabia o que era “eu” sem algum “você”. E não fazia questão alguma de arriscar ser diferente. Tão mais fácil ser dois. Tão mais fácil andar de mãos dadas. Tão reconfortante ter a certeza de alguém a seu lado sempre, mesmo que esse alguém não seja bem aquilo que você precisa. Besteira.

Medo de ficar sozinha, um mal que assola boa parte das pessoas nos dias de hoje. É como se nascêssemos com um único propósito: encontrar alguém. Alguém? Assim?

Aleatório? Qualquer um? Bom, é claro que não. Mas boa parte das pessoas aceita de bom grado o primeiro que aparece em sua vida e logo após se fecha para o mundo e para outras oportunidades, como se nada fosse mais “certo” do que aquilo. Quantas pessoas você conhece que mantêm namoros ruins por medo de “não encontrar alguém melhor”? Aposto que consegue encher as mãos em apenas dois minutos. Eu consigo.

Foi o caso da Ingrid, uma antiga amiga de colégio. Ela conheceu o Bruno quando tinha apenas treze anos, foi seu primeiro e — até então — único amor. O problema é que as pessoas mudam, crescem, pintam os cabelos, engordam, se vestem de forma diferente e, ora, isso é completamente normal. Assim, o Bruno que a Ingrid havia conhecido uns anos atrás não existia mais. O garoto que antes era de família, atencioso, meigo, estudioso e que fazia da namorada seu mundo, desapareceu para dar lugar a um homem que só se importava com aparências, drogas, mulheres (sim, mulheres) e festas regadas a muito álcool.

A Ingrid, por outro lado, não mudou nada, nadinha. Continuou a mesma garota simples e sensível que tive o prazer de conhecer quando mais nova. Talvez mais malhada, se vestindo melhor e um pouco menos tímida. No entanto, ainda assim, a mesma Ingrid de sempre. Eu me preocupava com a minha amiga, de verdade. Por isso vivia tocando no assunto proibido.

— Ô, Ingrid, encontrei o Bruno ontem na balada...

Não sei por que eu tinha resolvido estragar aquele almoço com a minha amiga. Mas era mais forte que eu.

— Ah, é? Hum. Ele me avisou... Eu deixei ele ir. E desde quando você vai a baladas, Isabela?

Mentir é uma prática comum entre pessoas que insistem naquilo que já teve fim. Ingrid era expert nisso. Em mudar de assunto também.

— Eu vou, ué. De vez em nunca… Que estranho, hein?, porque ele me pediu para não te contar que nos encontramos por lá — insisto.

— Devia ser alguma brincadeira...

Mente descaradamente, como pode? Alô? Sanidade chamando! Será que ela acredita mesmo no que diz?

— Não, não era não. E olha, eu vi ele com uma menina lá. Acho que era aquela Vanessa, da sala dele. Sabe? Não quis ficar olhando muito... Só que achei que precisava te contar.

Sou sincera, quer dizer, nem tanto. Na verdade eu vi o Bruno enfiando a língua dentro da garganta da Vanessa, o que me deixou tão nauseada a ponto de chamar um táxi e ir embora pra casa. Mas, em se tratando da Ingrid, de nada adiantaria dizer a verdade. Parte dela já daria conta do recado.

— Eles são amigos — ela diz, enquanto finge não se importar, analisando o menu pela décima vez.

— Ingrid! — Pego o cardápio da mão dela. — Para com isso. Você está com o Bruno há quantos anos? Oito, não é mesmo? E nesses oito anos em quantos ele te fez feliz? Um! Você precisa parar com essa mania de anular as coisas ruins com as coisas boas que o seu namoro já teve, que, a propósito, nem foram tantas. E daí se ele te deu um buquê de rosas uma vez no Dia dos Namorados? E as traições? E as drogas? E aquela vez em que ele deu em cima da sua irmã? Para de se enganar. Ele não gosta de você, pelo menos, não mais. E você merece alguém que te trate igual a uma princesa, não um idiota qualquer que te liga domingo à noite quando precisa de sexo!


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Marcio Mafra
03/02/2015 às 00:00
Brasília - DF

Todo e qualquer site, blog, face e assemelhados em 2014 falava da blogueira de pouco mais de 20 anos, Isabela Freitas. Acho que foi ali pelo mês de maio que saiu a edição do seu livro. Comprar “Não Se Apega, Não”, foi quase um impulso.


 

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