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Todos Nós Adorávamos Caubóis

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Todos Nós Adorávamos Caubóis

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Autor: Carol Bensimon

Editora: Companhia das Letras

Assunto: Romance

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 190

Ano de edição: 2013

Peso: 235 g

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Excelente
Marcio Mafra
19/01/2015 às 21:36
Brasília - DF
“Todos nós adorávamos caubóis” parece um romance tipo novela de estrada ou “road novel”, como falam os literatos e os críticos que escrevem sobre livros, nos suplementos literários dos jornais. Mas, também parece uma história de duas pós-adolescentes que viveram alguma decepção familiar ou amorosa, ficam sem rumo e passam a discutir seus problemas existenciais. Julia e Cora saem de Paris e de Montreal e fazem uma viagem de reencontro pelo interior do Rio Grande do Sul, sem roteiros prévios, como se os lugarejos e cidades por onde passam invadissem a vida de ambas. É como se fora um labirinto, onde elas transitam pra frente e para trás, vivendo as emoções e as dúvidas da adolescência, tanto as familiares, como as amorosas, profissionais, sociais e homossexuais. Ficção pura e muito bem escrita. Livro onde o talento da autora perpassa em todos os capítulos e se derrama por todas as folhas.

Marcio Mafra
19/01/2015 às 00:00
Brasília - DF

A história de Julia e Cora, mais que amigas íntimas, após a faculdade uma foi morar em Montreal e outra em Paris. Lá pelas tantas elas se  reencontram e decidem fazer a viagem que planejavam desde há muito, pelo interior do Rio Grande do Sul. Cora é mais impulsiva e Julia mais insegura. Elas ainda não estão totalmente convencidas a respeito do que querem. Durante a viagem os conflitos de ambas vão aparecendo e a relação pessoal delas evoluindo e se transformando em maiores dúvidas ou talvez em novos conflitos.

Marcio Mafra
19/01/2015 às 00:00
Brasília - DF

"ENTÃO, EM UMA TARDE MODORRENTA, ela abriu a porta do meu quarto. Não saberia explicar o porquê, ela sempre batia, quer eu estivesse acompanhada ou sozinha, aquela era uma norma na qual ela gostaria de acreditar.

Porém, nessa tarde, com uma desculpa qualquer na ponta da língua, minha mãe entrou no meu quarto de forma totalmente inesperada, talvez desejando mais do que tudo ter que usar o raio da desculpa, a qual poderia ser: vocês precisam de alguma coisa?, vou dar uma saída, hoje não era o dia de buscar tua jaqueta na costureira?

O que viu, no entanto, dentro do quarto repleto de ícones que ela não compreendia, fez com que fechasse a porta em pouquíssimos segundos e corresse para o andar de baixo em busca do telefone. Discou para o ex-rnarido.

Mesmo atordoada, ela teve a delicadeza de passar pelas perguntas habituais enquanto procurava uma maneira de descrever a cena, a amiga da tua filha deitada na cama, uma calcinha
com uma estampa quase infantil, tua filha com a mão por dentro da calcinha dela, eu sempre soube que a Cora ia fazer isso com a gente."

 


  • TODOS NÓS ADORÁVAMOS CAUBOIS

    Autor: Roberto TaddII

    Veículo: Guia da Folha de São Paulo

    Fonte: Folha de São Paulo - Guia da Folha 21/12/2014

    Guia da Folha 21 de dezewmbro de 2013

    TODOS NÓS ADORÁVAMOS CAUBOIS

    Em seu segundo romance, Carol Bensimon trata das tensões inerentes à afirmação da identidade cultural e ao exercício da liberdade individual no Brasil do início do século 21.

    Com uma prosa firme e suave, conta a história de Cora e lúlia, um jovem casal homossexual que embarca em viagem de carro pelas estradas do Rio Grande do Sul, num acerto de contas com o passado.

    Júlia mora no Canadá, onde deixou um ex-namorado, e sofre para assumir a sexualidade. Cora vive em Paris e seu pai casou se de novo com uma mulher mais jovem, com quem terá mais um filho. O arranjo

    articula um mundo em que elas não se encaixam, onde precisam pisar firme, usar botas tipo Doc Martens e erguer os próprios discursos numa mistura de "duelo", "romance" e "deserto", como intui a narradora.


    Nesse caminho, Bensimon constrói passagens marcantes, como esta: "Nós estávamos de joelhos na cama agora. Em mim, havia sobrado a calcinha. Em lulia, nada. Eu sentia o corpo dela me empurrando para

    trás e estava disposta a ceder só um pouquinho de cada vez, ela vinha, eu recuava, e todos esses pequenos recuos eram na verdade eu pedindo por favor que ela me deitasse e se esticasse sobre mim, com

    os cabelos fazendo cócegas no meu rosto e tudo.

    Ela me deitou,"

    (ROBERTO TADDII)

Marcio Mafra
19/01/2015 às 00:00
Brasília - DF

Em dezembro de 2013 o guia literário do jornal  Folha de São Paulo trazia uma extensa recomendação sobre o livro “Todos Nós Adorávamos Caubois”. Anotei, comprei o livro e o li – na praia - durante o recesso de verão, em Salvador-BA no inicio de 2015.


 

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