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O Jogo do Anjo

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O Jogo do Anjo

Livro Excelente - 2 opiniões

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Autor: Carlos Ruiz Zafón

Editora: Suma de Letras

Assunto: Romance

Traduzido por: Eliana Aguiar

Páginas: 410

Ano de edição: 2008

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Excelente
alexandre
27/01/2016 às 16:59
Pouso Alegre - MG
Vale a pena!


Excelente
Thiago izidio
21/09/2014 às 02:46
Nova Esperança - PR
O Jogo do Anjo de Carlos Ruiz Zafón é um livro que, em sua leitura, te prende do começo ao fim. São histórias de mistérios que, quando você pensa estarem resolvidos, se mostram muito mais complexos do que eram. Excelente livro. Vale muito a pena tirar um tempo para lê-lo.


Thiago izidio
21/09/2014 às 02:24
Nova Esperança - PR

O livro trás mas uma vez a cidade de Barcelona como cenário da história, onde o famoso Cemitério dos Livros Esquecidos se mostra mais uma vez. O Jogo do Anjo conta a história de David Martin e os mistérios e segredos que rondam um misterioso homem que o contrata, lhe oferecendo uma oferta irrecusável.


Thiago izidio
21/09/2014 às 02:24
Nova Esperança - PR
"[...] Um escritor está condenado a recordar esse momento porque, a partir daí, ele está perdido e sua alma já tem um preço."

  • A Sombra do Vento

    Autor: Ricardo de Mattos

    Veículo: Portal "Digestivo Cultural" (www.digestivocultural.com), publicado em 9 de setembro de 2004.

    Fonte:

    O escritor espanhol Carlos Ruiz Zafón (1.964) inicialmente dedicava-se à ficção infantil. Após a premiação d'O Príncipe da Neblina em 1.993, refugiou-se em Los Angeles e empenha-se agora n'uma tetralogia sobre a história de Barcelona. O primeiro livro é A Sombra do Vento e se todas as resenhas lidas realçam a combinação de gêneros, deixam de mencioná-lo como uma grande e sincera homenagem ao livro, aos escritores e aos leitores. O livro é apresentado não só como objeto, mas também como portal de novos planos e enriquecedor da existência. É valorizado não o mero preenchedor de páginas, mas o escritor real, renomado ou não, cujas obras ampliam o espírito humano. E por fim, é homenageado o leitor que lê sem leviandade, apenas para passar o tempo, o leitor que termina um livro porém esforça-se em conhecer mais a respeito da obra e de quem a escreveu. Tão sincero é o apreço ao livro, que o autor é cortejado para autorizar a filmagem, mas não quer ceder os direitos sem garantias mínimas de fidelidade do filme ao escrito. Este, segundo ele, é mais importante que a "película". Toda a narrativa da Sombra do Vento transcorre em Barcelona, na Espanha sob o jugo de Franco. O fundo histórico é saliente porém não predominante, ou seja, as referências aos fatos da época ilustram sem a preocupação de reconstruir o período. A preocupação “de fundo” revela-se no ambiente. Não me recordo dos personagens reclamando de calor: sempre há chuva, neve, frio, neblina e nevoeiro. Reporta-se muito a acontecimentos pretéritos, que ao menos para mim, sempre são esbranquiçados, enevoados. Alie-se ao clima a descrição de palácios neo-góticos, casarões sombrios, lugares sinistros e compreender-se-á o motivo de apontarem influências de Edgar Allan Poe. Deveras, deixando o romance do espanhol, senti vontade de reler alguns contos do norte-americano. Além d'isso, o "Cemitério dos Livros Esquecidos" é de perceptível inspiração na Biblioteca de Babel, o famoso conto de Jorge Luis Borges - "Quando se proclamou que a Biblioteca abarcava todos os livros, a primeira impressão foi de uma extravagante felicidade". O começo é simples: o menino Daniel é levado pelo pai ao mencionado Cemitério, escolhe um livro - A Sombra do Vento - e após a leitura interessa-se em descobrir mais sobre o autor, o primeiro desconhecido e depois misterioso escritor Julián Carax. O mistério que envolve Carax é labiríntico. Do lado de fora de um labirinto, podemos ver a porta de entrada e a de saída. A mesma coisa com o romance: logo nas primeiras partes suspeitamos qual seja o final. Ante a profusão de informações e pistas - falsas ou não -, chegamos a desconfiar se o autor terá êxito em apresentar uma solução plausível. Felizmente, ele é bem sucedido e as suspeitas do leitor não são facilmente confirmadas. Escritor e personagem - Carax - têm predileção por histórias macabras e de mistério. As mães dos colegas de escola do jovem Zafón procuravam a sua para perguntar o que tanto ele contava para seus filhos acordarem chorando à noite. Escolhendo um escritor fictício, Zafón rejeitou trançar ficção e biografia. Sendo imaginário o seu Julián Carax, decidiu incluir entre seus méritos a autoria de vários livros que, embora pouco lidos por seus contemporâneos, despertaram a sede da Leitura nos que se dedicaram as suas páginas. O personagem Daniel Sempere testemunha: "Naquela tarde, de volta ao apartamento da rua Santa Ana, refugiei-me no meu quarto e decidi ler as primeiras linhas do meu novo amigo. Antes de perceber, tinha mergulhado completamente no livro (...) Os minutos e as horas transcorreram como numa alucinação. Horas mais tarde, aprisionado pelo relato, apenas percebi as badaladas da meia-noite repicando ao longe, no sino da catedral (...) O sonho e a fadiga queriam me derrubar, mas eu resistia a entregar-me. Não queria perder o encantamento da história nem dizer ainda adeus aos seus personagens". Eis dois pontos familiares a qualquer leitor. O primeiro refere-se a esta sanha de terminar a leitura de certos livros, passe o tempo que passar. O segundo, mostrando que na maioria dos casos não são os chamados "clássicos" que despertam o amor ao Ler, e sim obras de autores ditos "menores". N'este aspecto, frágil a distinção entre "grandes" e "pequenos" escritores. Por que chamar "menor" o escritor que despertou n'uma pessoa o gosto pela leitura e até mesmo pelo saber? Embora isso possa redimir uma infinidade de escrevinhadores, beira a ingratidão classificar como "de segunda linha" o autor que acompanhou nossos primeiros passos rumo às obras universais ou, principalmente, à evolução individual. Cada leitura tem sua fase e feliz a criança que cedo deparou-se com o livro correto. Ainda sobre a grandeza ou pequenez dos escritores. Freud elaborou uma lista de dez livros que considerou notáveis e recentemente foi necessário escrever dois volumes para esclarecer quais são. O fato do pai de Daniel apresentá-lo ao mundo dos livros é um dado valioso. Não só Sempere, pai, é dono d'um sebo de livros - um alfarrabista, como preferem os portugueses - mas também levou o menino ao grande armazém onde ficam depositados os livros esquecidos. Como Daniel provavelmente seguiria a carreira paterna, iniciou-o na tradição incitando-o a escolher um dos volumes com o compromisso de jamais desfazer-se d'ele. Não sei se foi intenção de Zafón, mas ele acabou por ressaltar o papel dos pais em impulsionar os filhos a conhecer os livros, papel este fundamental e decisivo. Não sou e nem descendo de intelectuais, mas tudo que li e estudei decorre de duas regras implícitas que acredito geneticamente asseguradas: a primeira consiste em pensar antes de falar ou fazer e a segunda consiste em estudar antes de pensar. Um dos melhores personagens é Fermín Romero de Torres. Chamá-lo simplesmente "malandro" aproximá-lo-á em demasia do tipo descrito comumente pela prosa urbana brasileira e transmitirá uma idéia errônea. Pode-se melhor descrevê-lo como um Sancho Pança que obteve algumas luzes mas não alcançou a estupidez de Pangloss. O escritor teve grande inspiração ao criar esta figura extremamente hilária, enxerida e absolutamente leal aos amigos...."


Thiago izidio
21/09/2014 às 02:24
Nova Esperança - PR

Possuo o livro por ser um excelente trabalho do autor Carlos Ruiz Zafón, que é uma grande fonte de inspiração para mim.


 

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