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Anjos e Demônios

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Anjos e Demônios

Livro Ótimo - 3 opiniões

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Autor: Dan Brown

Editora: Arqueiro

Assunto: Romance

Traduzido por: Maria Luiza Newlands

Páginas: 474

Ano de edição: 2004

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Excelente
Karine Gonçalves de Almeida
29/06/2017 às 14:17
Sorocaba - SP
Um livro envolvente ! Esse livro é maravilhoso !


Excelente
PATRICIA CRISTINA SILVA
26/10/2015 às 23:25
São Joaquim do Monte - PE
Excelente para a profundar cada vez mais o conhecimento.


Bom
Antonio Paulo Alves Junior
29/06/2014 às 09:37
Delmiro Gouveia - AL
Uma ótima história para ler nas horas vagas


Antonio Paulo Alves Junior
07/05/2014 às 10:31
Delmiro Gouveia - AL
"Às vésperas do conclave que vai eleger o novo Papa, Langdon é chamado as pressas para analisar um misterioso símbolo marcado de fogo no peito de um físico assassinado em um grande centro de pesquisa na Suíça(...)"

Antonio Paulo Alves Junior
07/05/2014 às 10:31
Delmiro Gouveia - AL
Um resmungo conformado escapou dos lábios de Langdon. Aquilo já acontecera antes. Um dos perigos de se escrever livros sobre simbologia religiosa era o chamado de fanáticos querendo que ele confirmasse o último sinal que haviam recebido de Deus. No mês anterior, uma stri*pper de Oklahoma prometera a Langdon a melhor sessão de se*xo de sua vida se ele pegasse um avião até a cidade dela para verificar a autenticidade de uma figura cruciforme que aparecera magicamente nos lençóis de sua cama. O sudário de Tulsa, como Langdon a chamara.

  • Google faz alerta

    Autor: Blog do Dani

    Veículo: Blog

    Fonte:

     O google faz alerta sobre comentários de livros que perambulam pela internet. No dia 1 de fevereiro de 2006, apareceu o Blog do Dani, com um monte de comentários sobre o Código Da Vinci. O comentário do proprio Dani, deu a impressão de coisa profissional, razão bastante para ficar lá mesmo. Os demais pareceram coisa de autênticos leitores. Aí vão:

     
    Escrito por Leleco às 10h34.
    Dani, Infelizmente não tenho o hábito de ler diariamente. Acho que os livros de direito ocuparam minha vida desde o começo da faculdade, e só agora estou me inserindo neste hábito de ler livros.
    Estou lendo O Código da Vinci, e espero terminá-lo antes da estréia do filme.
    Já passei da metade, e o livro é realmente ótimo. A História prende nossa leitura e há um clima de suspense em cada frase.
    Lembro do seu post falando sobre o impostor chamado Paulo Coelho. Não há como não dizer dos méritos do Dan Brown. Este vende livros com qualidade, ao contrário do pseudo mago charlatão.
    Ótimo post. A música acompanha o tom de suspense dos livros...Mil Beijões, meu amor.
     
    Escrito por: Química insandecida, às 12h14
    "Apesar da classificação negativa dos livros do Dan, sou fã deste autor. Somente não li "Ponto de Impacto". Mas os outros são simplesmente maravilhosos, intrigantes. Na fórmula aí faltou mencionar que o personagem principal é sempre o tal Robert Langdon...o garanhão pegador. Somente a mocinha que varia... e ó como varia...rsrsrs"
     
    Escrito por Angélica, às 12h41
    Oi Dani! Eu também curto o Dan Brown. Li "O Código Da Vinci" e "Anjos e Demônios". Os outros não comprei porque vi que o estilo era o mesmo... e na época tinha enjoado. Mas esse último quero ler sim!!! Vale a pena?  Estou ansiosa para assistir o filme! :) Beijos!!!!
     
    Escrito por Jana às 15h44.
    Li "O Código Da Vinci" e "Anjos e Demônios". E Adorei, mais o segundo do que o primeiro até. Agora espero ler o resto, mas não gosto de ler os livros dele um atrás do outro pq se misturam, exatamente por term a mesma formula...Beijos
     
    Escrito por Maitê, as 20h
    Depois que eu ler Clarice Lispector, acho que quero ler Dan Brown... Bjos
      
    Escrito por Lilian, às 11h20
    Bom dia Dani. Eu li o Código Da Vinci em 5 dias, fiquei presa ao livro, eu o achei maravilhoso !!!! Realmente ele soube bem o que fazer. Quando eu conseguir vou ler os outros títulos dele. Beijos.
      
    Escrito por Nelsinho às 11h55.
    Só agora comecei a ler o "Código Da Vinci" e mesmo assim só quando estou a bordo, digerindo aos poucos o original em inglês. Parece que não estou muito Up-to-date, né? 
      
    Escrito por Ana Julia às 13h04
    Dani, vc disse td lá no meu blog... hj, quem ganha bem é esse povo que não precisa se esforçar que nem eu: apresentador de tv, político, etc...quanto ao livro... tô faltando ler esse e imagino que seja tão bons quanto os outros, que eu adoooorei! Podem falar o que for de Dan Brown, mas ele escreve suspense como ninguém e sabe escolher bem os temas de seus livros!bjos!
      
    Escrito por Michele às 12h40
    Eu estou uma vergonha só... Só li um livro das férias. E agora tô sem tempo pra ler... :(  Mas estou curiosíssima a respeito do Código da Vince. Esse eu queria ler... Pelo menos antes de ver o filme...
      
    Escrito por Paulo às 19h39
    oii Dani, Já estava com saudades dos seus belos textos, sempre com um conteúdo muito bom!Eu ainda não posso falar nada sobre o autor, já que ainda não li nenhum livro dele.Mas tem sido um sucesso os livros dele!E vc está bem? A partir da semana q vem meu tempo ficará curtíssimo, por causa da faculdade.mas estarei por aí! ótimo fim de semana pra vc bjo
     
    Escrito por Mr. San às 9h 
    Assim que lançaram O Código DaVinci, fiquei com vontade de ler. Deixei passar e até agora não o fiz. Talvez assista ao filme primeiro, quando estiver em cartaz. Mesmo sabendo que o livro – como em quase todas as adaptações – deve ser bem melhor. Um grande abraço e boas futuras leituras, Dani (conte sempre pra gente, viu?).
      
    Escrito por Paulo às 21h58
    Dani ótima semana pra vc Tudo de bom bjos  
  • Dan Brown é acusado de plágio por escritores britânicos

    Autor: Andreisa Caminha

    Veículo: Internet

    Fonte:

    A Random House, editora responsável pela publicação do sucesso de vendas O Código da Vinci, está sendo processada por violação dos direitos de propriedade intelectual. Para facilitar o entendimento, Dan Brown foi acusado de, supostamente, copiar as idéias principais de The Holy Blood and the Holy Graal, livro escrito por Michael Baigent e Richard Leigh há 22 anos atrás. Os dois acrescentam que há várias referências específicas a seu livro, como, por exemplo, o nome do personagem Leigh Teabing. Leigh seria Richard Leigh, enquanto Teabing, de forma combinada diversa, constitui o sobrenome Baigent.

    De acordo com John Baldwin, advogado da editora, grande parte do tema central de The Holy Blood and the Holy Graal, que os autores alegam ter sido plagiado, não aparece em O Código da Vinci. Além disso, Baldwin acrescentou que as idéias que os dois historiadores tentam defender são muito gerais, não são protegidas pelos direitos autorais. Brown admitiu que utilizou o livro de Baigent e Leigh como fonte de pesquisa, até mesmo fez uma citação sobre isso em sua obra. Por sinal, são notáveis algumas referências aos historiadores britânicos em O Código da Vinci, como, por exemplo, o nome do personagem Leigh Teabing. Leigh teve origem em Richard Leigh, enquanto Teabing, agrupado de maneira diversificada, forma o sobrenome Baigent.

    Não é a primeira vez que Dan Brown é acusado de plágio. Em agosto de 2005, o autor ganhou um caso judicial contra Lewis Perdue, que denunciou que O Código da Vinci tinha copiado elementos de seus romances Daughter of God e The Da Vinci Legacy.Traduzido para 44 idiomas, o best seller atingiu uma marca de 40 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo, fazendo com que Brown, apenas no período de junho de 2004 a junho de 2005, levantasse uma quantia de 76,5 milhões de dólares. O resultado do atual julgamento pode acarretar em um adiamento ou, até mesmo, anulação do lançamento do filme, cuja data de estréia é 19 de maio.

  • INFERNO É FIEL AO ESTILO SUPERCONSAGRADO DE DAN BROWN

    Autor: Luis Eduardo Matta

    Veículo: Jornal O Globo - Segundo Caderno, Pagina 3, Domingo 26 de maio de 2013

    Fonte: Especial para O Globo - Segunda Carderno, Pagina 3, Domingo 26 de maio de 2013

    INFERNO É FIEL AO ESTILO SUPERCONSAGRADO DE DAN BROWN

    Reviravolta emocionante na trama torna, porém, o livro diferente dos anteriores.

    Cotação: Ótimo

    Por Luis Eduardo Matta - escritor

    Especial para O Globo - Segunda Carderno, Pagina 3, Domingo 26 de maio de 2013

    Após a estreia com Fortaleza digital, lançado em 1998, e, sobretudo, graças ao sucesso alcançado com "O código Da Vinci" (2003), Dan Brown promoveu uma renovação na linguagem do
    -thríller, ao misturar os ingredientes tradicionais do gênero ­ suspense, ação e mistério - a elementos instigantes de teor histórico, científico e religioso.

    No decorrer de cada um dos seus livros, doses generosas de informações, que abarcam universos tão distintos quanto arte renascentista, física de partículas, simbologia cristã e biologia vão sendo reveladas, sem que isso prejudique o ritmo narrativo. Tudo temperado
    pela habilidade do escritor em adulterar sutilmente alguns dados a fim de confundir o leitor e índuzí-lo, em vários momentos, a se questionar sobre o que ali é ficção e o que é real.
    E, também, por uma técnica notável de deixar os protagonistas sob pressão constante,
    fugindo e investigando ao mesmo tempo, em aventuras tensas e ágeis que, via de regra,
    se desenrolam num intervalo de poucas horas.

    COMEÇO PERTURBADOR

    Em seu novo lançamento, "Inferno" (Arqueiro, tradução de Fernanda Abreu e Fabiano Morais, 448 páginas, R$ 39,90), Dan Brown manteve-se fiel ao estilo que o consagrou. O livro, o sexto de sua carreira, é o quarto protagonizado pelo seu mais célebre personagem, o professor de simbologia de Harvard, Robert Langdon. O começo da história é perturbador: Langdon acorda desmemoriado num leito hospitalar com um ferimento à bala na cabeça e atormentado por pesadelos onde uma mulher de cabelos grisalhos o encara na margem oposta de um rio de águas ensanguentadas e repleto de cadáveres. Ao olhar pela janela, ele reconhece a torre do Palazzo Vecchio e se dá conta de que está em Florença, sem, contudo, ter a menor Idéia de como e por que fora parar ali. Antes que possa pensar a respeito, ele sofre uma tentativa de assassinato dentro do hospital e se salva graças à ajuda de Síenna Brooks, a médica que o atendia no momento. A partir daí, Sienna torna-se a parceira feminina da vez de Langdon, a exemplo de Sophie Neveu em "O código Da Víncí" Vittoria Vetra em "Anjos e de­
    mônios"; e Katheríne Solomon, em "O Símbolo Perdido".

    Langdon logo encontra em seu paletó um misterioso tubo de metal gravado com o ícone de ameaça biológica. Ao telefonar para o consulado dos Estados Unidos a fim de pedir ajuda, descobre, horrorizado, que o governo de seu próprio país instruíra alguém para mata-lo. Tem início, então, uma corrida desesperada no melhor estilo dos livros de Dan Brown, que levará Langdon e Sienna a percorrer ruas e monumentos de Florença e de lá rumar para Veneza e Istambul, a fim de evitar um ataque bíológico urdido por um geneticista fanático por Dante Alíghíeri que dias antes se suicidara.

    A chave para o mistério está numa série de códigos inspirados na "Divina comédia'; em especial no "Inferno'; que Langdon e Sienna vão decifrando enquanto fogem de um verdadeiro exército de perseguidores fortemente armados e dispostos a capturá-los a qualquer custo.

    RITMO FRENÉTICO

    "Inferno" segue nesse ritmo frenético até a chegada dos personagens a Veneza, quando  esfria subitamente. Em parte, isso se deve à descrição exageradamente minuciosa da cidade, que Dan Brown faz ao longo de parágrafos intermináveis, deixando bastante clara a sua adoração por Veneza. Mas é justamente neste momento que a trama sofre a sua reviravolta mais impressionante, e que torna esse livro totalmente diferente dos anteriores protagonizados pelo simbologista de Harvard.

    A faceta polêmica de "Infernol" fica por conta de um tema que Dan Brown aborda sem cerimônia: o da superpopulação humana. Assim como aconteceu com Michael Crichton em "Estado de medo" ao pôr em dúvida o aquecimento global, Dan Brown poderá ser questionado sobre se endossa a tese do antagonista do seu novo livro de que o alto índice de natalidade humana é a principal catástrofe ambiental num planeta já bastante povoado. E que, por causa disto, a Terra estaria sob o risco de se ver transformada em breve numa versão real do inferno criado por Dante Alighieri.

    Luis Eduardo Matta é escritor

  • BEST SELLER FRENÉTICO

    Autor: Luiz Prisco

    Veículo: Jornal Correio Braziliense

    Fonte: Correio Braziliense, Brasilia Domingo, 2 de junho de 2013 - caderno Diversão e Arte, pagina 8

    Best seller frenético Novo Livro de Dan Brown repete fórmula de sucesso, mantém altos números de venda e briga com a crítica. Luiz Prisco Correio Braziliense, Brasilia Domingo, 2 de junho de 2013 - caderno Diversão e Arte, pagina 8 O nome Dan Brown é capaz de causar frisson no mercado editorial. O escritor, uma espécie de Paulo Coelho norte-americano, causa arrepios na crítica, mas esgota exemplares rapidamente das prateleiras. Com Inferno, sexto livro do autor, a história não é diferente. Em uma semana, dos 500 mil da primeira tiragem, 120 mil exemplares já foram vendidos. Os números de Dan Brow são realmente impressionantes. No Brasil, o autor já vendeu mais de 4,7 milhões de livros. Em escala mundial, são 150 milhões de cópias comercializadas. Isso sem falar na bilheteria dos dois filmes O código Da Vinci e Anjos e Demônios com cifras de US$ 1,25 bilhão. Inferno também lidera a lista dos mais vendidos da Publishnews, publicação especializada em mercado editorial. Inferno marca o retomo de Dan Brown após quatro anos de hiato. O último lançamento foi O símbolo perdido (2009), que vendeu cerca de 900 mil cópias no Brasil. O livro retoma o simbologista Robert Langdon - interpretado por Tom Hanks nos cinemas - no papel de protagonista. A receita da trama é a mesma dos outros livros: perseguições, mistérios, arte, simbolismo e religião. (ver resenha) A crítica internacional não recebeu o novo livro de Dan Brown de forma tão positiva. Peter Conrad, do britânico The Guardian, ironiza o autor. "Eu pensava que Dan Brown era apenas ruim. Mas, depois de ler a última versão do thriller que ele reescreve de tempos em tempos, começo a suspeitar que ele também possa ser maluco", registra o crítico. Monica Hesse, do Whashington post, critica as imprecisões históricas da obra. "Como os outros trabalhos de Brown, é mais divertido ler Inferno quando você aceita como verdadeiro cada pedaço colocado na trama", espicaça. No entanto, o duelo com a crítica não é uma novidade na carreira do escritor: dono de números de vendas empolgantes, Dan Brow não cai no gosto dos intelectuais. Iuan Pedro Rojas, do departamento de Letras da Universidade de Brasília (UnB), observa que autor e Críticos enxergam o livro de forma diferente. "Os best -sellers respondem a uma lógica de mercado e a academia analisa o livro como uma obra de arte", explica. Rojas acredita que a crítica é apenas um dos ingredientes responsáveis pelo sucesso das obras. "Esse sucesso pode ser explicado por conta de outras coisas, como uma publicidade agressiva e estratégias de marketing etc", argumenta o professor.

Antonio Paulo Alves Junior
07/05/2014 às 10:31
Delmiro Gouveia - AL
Ganhei de presente de aniversario.

 

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