carregando

Aguarde por gentileza.
Isso pode levar alguns segundos...

 

Você está aqui Principal / Livros / Anjos e Demônios

Anjos e Demônios

Para usar as funcionalidades você precisa estar logado(a). Clique aqui para logar
Erro ao processar sua requisição, tente novamente em alguns minutos.
Anjos e Demônios

Livro Muito Bom - 2 opiniões

  • Leram
    40
  • Lendo
    4
  • Vão ler
    41
  • Relendo
    1
  • Recomendam
    22

Autor: Dan Brown

Editora: Arqueiro

Assunto: Romance

Traduzido por: Maria Luiza Newlands

Páginas: 474

Ano de edição: 2004

comentar
  • lido
  • lendo
  • vou-ler
  • re-lendo
  • recomendar
tenho
trocar
empresto
doar
aceito-doação
favorido
comprar
quero-ganhar

 


Excelente
PATRICIA CRISTINA SILVA
26/10/2015 às 23:25
São Joaquim do Monte - PE
Excelente para a profundar cada vez mais o conhecimento.


Bom
Antonio Paulo Alves Junior
29/06/2014 às 09:37
Delmiro Gouveia - AL
Uma ótima história para ler nas horas vagas


Antonio Paulo Alves Junior
07/05/2014 às 10:31
Delmiro Gouveia - AL
"Às vésperas do conclave que vai eleger o novo Papa, Langdon é chamado as pressas para analisar um misterioso símbolo marcado de fogo no peito de um físico assassinado em um grande centro de pesquisa na Suíça(...)"

Antonio Paulo Alves Junior
07/05/2014 às 10:31
Delmiro Gouveia - AL
Um resmungo conformado escapou dos lábios de Langdon. Aquilo já acontecera antes. Um dos perigos de se escrever livros sobre simbologia religiosa era o chamado de fanáticos querendo que ele confirmasse o último sinal que haviam recebido de Deus. No mês anterior, uma stri*pper de Oklahoma prometera a Langdon a melhor sessão de se*xo de sua vida se ele pegasse um avião até a cidade dela para verificar a autenticidade de uma figura cruciforme que aparecera magicamente nos lençóis de sua cama. O sudário de Tulsa, como Langdon a chamara.

  • INFERNO É FIEL AO ESTILO SUPERCONSAGRADO DE DAN BROWN

    Autor: Luis Eduardo Matta

    Veículo: Jornal O Globo - Segundo Caderno, Pagina 3, Domingo 26 de maio de 2013

    Fonte: Especial para O Globo - Segunda Carderno, Pagina 3, Domingo 26 de maio de 2013

    INFERNO É FIEL AO ESTILO SUPERCONSAGRADO DE DAN BROWN

    Reviravolta emocionante na trama torna, porém, o livro diferente dos anteriores.

    Cotação: Ótimo

    Por Luis Eduardo Matta - escritor

    Especial para O Globo - Segunda Carderno, Pagina 3, Domingo 26 de maio de 2013

    Após a estreia com Fortaleza digital, lançado em 1998, e, sobretudo, graças ao sucesso alcançado com "O código Da Vinci" (2003), Dan Brown promoveu uma renovação na linguagem do
    -thríller, ao misturar os ingredientes tradicionais do gênero ­ suspense, ação e mistério - a elementos instigantes de teor histórico, científico e religioso.

    No decorrer de cada um dos seus livros, doses generosas de informações, que abarcam universos tão distintos quanto arte renascentista, física de partículas, simbologia cristã e biologia vão sendo reveladas, sem que isso prejudique o ritmo narrativo. Tudo temperado
    pela habilidade do escritor em adulterar sutilmente alguns dados a fim de confundir o leitor e índuzí-lo, em vários momentos, a se questionar sobre o que ali é ficção e o que é real.
    E, também, por uma técnica notável de deixar os protagonistas sob pressão constante,
    fugindo e investigando ao mesmo tempo, em aventuras tensas e ágeis que, via de regra,
    se desenrolam num intervalo de poucas horas.

    COMEÇO PERTURBADOR

    Em seu novo lançamento, "Inferno" (Arqueiro, tradução de Fernanda Abreu e Fabiano Morais, 448 páginas, R$ 39,90), Dan Brown manteve-se fiel ao estilo que o consagrou. O livro, o sexto de sua carreira, é o quarto protagonizado pelo seu mais célebre personagem, o professor de simbologia de Harvard, Robert Langdon. O começo da história é perturbador: Langdon acorda desmemoriado num leito hospitalar com um ferimento à bala na cabeça e atormentado por pesadelos onde uma mulher de cabelos grisalhos o encara na margem oposta de um rio de águas ensanguentadas e repleto de cadáveres. Ao olhar pela janela, ele reconhece a torre do Palazzo Vecchio e se dá conta de que está em Florença, sem, contudo, ter a menor Idéia de como e por que fora parar ali. Antes que possa pensar a respeito, ele sofre uma tentativa de assassinato dentro do hospital e se salva graças à ajuda de Síenna Brooks, a médica que o atendia no momento. A partir daí, Sienna torna-se a parceira feminina da vez de Langdon, a exemplo de Sophie Neveu em "O código Da Víncí" Vittoria Vetra em "Anjos e de­
    mônios"; e Katheríne Solomon, em "O Símbolo Perdido".

    Langdon logo encontra em seu paletó um misterioso tubo de metal gravado com o ícone de ameaça biológica. Ao telefonar para o consulado dos Estados Unidos a fim de pedir ajuda, descobre, horrorizado, que o governo de seu próprio país instruíra alguém para mata-lo. Tem início, então, uma corrida desesperada no melhor estilo dos livros de Dan Brown, que levará Langdon e Sienna a percorrer ruas e monumentos de Florença e de lá rumar para Veneza e Istambul, a fim de evitar um ataque bíológico urdido por um geneticista fanático por Dante Alíghíeri que dias antes se suicidara.

    A chave para o mistério está numa série de códigos inspirados na "Divina comédia'; em especial no "Inferno'; que Langdon e Sienna vão decifrando enquanto fogem de um verdadeiro exército de perseguidores fortemente armados e dispostos a capturá-los a qualquer custo.

    RITMO FRENÉTICO

    "Inferno" segue nesse ritmo frenético até a chegada dos personagens a Veneza, quando  esfria subitamente. Em parte, isso se deve à descrição exageradamente minuciosa da cidade, que Dan Brown faz ao longo de parágrafos intermináveis, deixando bastante clara a sua adoração por Veneza. Mas é justamente neste momento que a trama sofre a sua reviravolta mais impressionante, e que torna esse livro totalmente diferente dos anteriores protagonizados pelo simbologista de Harvard.

    A faceta polêmica de "Infernol" fica por conta de um tema que Dan Brown aborda sem cerimônia: o da superpopulação humana. Assim como aconteceu com Michael Crichton em "Estado de medo" ao pôr em dúvida o aquecimento global, Dan Brown poderá ser questionado sobre se endossa a tese do antagonista do seu novo livro de que o alto índice de natalidade humana é a principal catástrofe ambiental num planeta já bastante povoado. E que, por causa disto, a Terra estaria sob o risco de se ver transformada em breve numa versão real do inferno criado por Dante Alighieri.

    Luis Eduardo Matta é escritor

  • BEST SELLER FRENÉTICO

    Autor: Luiz Prisco

    Veículo: Jornal Correio Braziliense

    Fonte: Correio Braziliense, Brasilia Domingo, 2 de junho de 2013 - caderno Diversão e Arte, pagina 8

    Best seller frenético Novo Livro de Dan Brown repete fórmula de sucesso, mantém altos números de venda e briga com a crítica. Luiz Prisco Correio Braziliense, Brasilia Domingo, 2 de junho de 2013 - caderno Diversão e Arte, pagina 8 O nome Dan Brown é capaz de causar frisson no mercado editorial. O escritor, uma espécie de Paulo Coelho norte-americano, causa arrepios na crítica, mas esgota exemplares rapidamente das prateleiras. Com Inferno, sexto livro do autor, a história não é diferente. Em uma semana, dos 500 mil da primeira tiragem, 120 mil exemplares já foram vendidos. Os números de Dan Brow são realmente impressionantes. No Brasil, o autor já vendeu mais de 4,7 milhões de livros. Em escala mundial, são 150 milhões de cópias comercializadas. Isso sem falar na bilheteria dos dois filmes O código Da Vinci e Anjos e Demônios com cifras de US$ 1,25 bilhão. Inferno também lidera a lista dos mais vendidos da Publishnews, publicação especializada em mercado editorial. Inferno marca o retomo de Dan Brown após quatro anos de hiato. O último lançamento foi O símbolo perdido (2009), que vendeu cerca de 900 mil cópias no Brasil. O livro retoma o simbologista Robert Langdon - interpretado por Tom Hanks nos cinemas - no papel de protagonista. A receita da trama é a mesma dos outros livros: perseguições, mistérios, arte, simbolismo e religião. (ver resenha) A crítica internacional não recebeu o novo livro de Dan Brown de forma tão positiva. Peter Conrad, do britânico The Guardian, ironiza o autor. "Eu pensava que Dan Brown era apenas ruim. Mas, depois de ler a última versão do thriller que ele reescreve de tempos em tempos, começo a suspeitar que ele também possa ser maluco", registra o crítico. Monica Hesse, do Whashington post, critica as imprecisões históricas da obra. "Como os outros trabalhos de Brown, é mais divertido ler Inferno quando você aceita como verdadeiro cada pedaço colocado na trama", espicaça. No entanto, o duelo com a crítica não é uma novidade na carreira do escritor: dono de números de vendas empolgantes, Dan Brow não cai no gosto dos intelectuais. Iuan Pedro Rojas, do departamento de Letras da Universidade de Brasília (UnB), observa que autor e Críticos enxergam o livro de forma diferente. "Os best -sellers respondem a uma lógica de mercado e a academia analisa o livro como uma obra de arte", explica. Rojas acredita que a crítica é apenas um dos ingredientes responsáveis pelo sucesso das obras. "Esse sucesso pode ser explicado por conta de outras coisas, como uma publicidade agressiva e estratégias de marketing etc", argumenta o professor.

Antonio Paulo Alves Junior
07/05/2014 às 10:31
Delmiro Gouveia - AL
Ganhei de presente de aniversario.

 

Para baixar ou visualizar o E-BOOK é necessário logar no site.
Clique aqui! para efetutar seu login.

 

Não tem uma conta?
Clique aqui e crie a sua agora!