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Corta Pra Mim

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Corta Pra Mim

Livro Ótimo - 1 opinião

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Autor: Marcelo Rezende

Editora: Planeta

Assunto: Jornalismo

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 239

Ano de edição: 2013

Peso: 335 g

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Ótimo
Marcio Mafra
13/04/2014 às 17:29
Brasília - DF
Livro bom é assim. Tem começo, meio e fim, mesmo sendo sobre temas como a agressividade e os perigos do dia-a-dia nas cidades. Não precisa ser um escritor de fama nem celebridade. Para narrar as coisas simples da vida, basta ser um bom contador de história. Marcelo Rezende é uma dessas pessoas, que começou sua carreira jornalística narrando partidas de futebol. Corta pra mim, um dos bordões que ele utiliza em seu programa, acabou por transformá-lo num sucesso da mídia, embora apresente um programa de TV absolutamente popular, chamado Cidade Alerta. Palmas pra ele. Um excelente contador de histórias, que conta os fatos mais marcantes de sua trajetória profissional. Livro muito legal. Ótimo.

Marcio Mafra
13/04/2014 às 00:00
Brasília - DF

Histórias contadas com humor e simplicidade sobre crimes, pirataria e contrabando, tráfico de drogas, corrupção no futebol, na política e até na policia acontecidos no Brasil entre os anos 1988 e 2010. Em 2014 o autor Marcelo Rezende ainda apresenta um programa, de nome "Cidade Alerta" na Rede de TV Record, que noticia assaltos, roubos, estupros e coisas do submundo. “Corta Pra Mim” é um bordão utilizado neste programa. 

Marcio Mafra
13/04/2014 às 00:00
Brasília - DF


O VENDEDOR DE JUÍZES

"o silêncio é sempre mais ameaçador do que os gritos."

o couro ainda estava comendo com o negócio da Favela Naval. Um dia, no meio disso tudo, meu telefone tocou:

- E aí, Marcelão? Eu tenho para você um material do cacete!

Era outra fonte minha.

- Eu já tenho, você não está vendo o rolo todo da Favela Naval aí na televisão?

- Não é isso. Eu tenho uns grampos telefônicos, mostrando como a Comissão Nacional de Arbitragem de Futebol, da CBF, se vende.

- Rapaz, eu estou metido num rolo monstro, não me arruma mais problema.

- Marcelão, eu estou indo a São Paulo agora para te entregar as fitas.

- Então, vem!

Fui almoçar com meu camarada no aeroporto de Congonhas e recebi o material lá mesmo. Umas 15 fitas cassetes com grampos telefônicos envolvendo dirigentes do futebol brasileiro. De lá, fui direto para a Globo:

- Olha, pessoal, acho que eu tenho outro problema.

- Que problema?

- Acho que nessa comissão de arbitragem da CBF tem ladrão.

- O que é que isso tem a ver com Diadema?

- Eu também não sei, mas recebi esses grampos telefônicos de uma fonte que jamais falha.

- Pelo amor de Deus! Outro rolo! - disse Amauri Soares, babando de alegria.

- Mas fiquem tranquilos, porque eu não quero mais me meter nesse negócio.

Eu sempre faço assim: solto o torpedo e que se dane, vou seguir para outra coisa. O ideal é isso mesmo: soltar, deixar o rolo correr e fazer outra coisa. Não se pode estar no foco permanentemente. E, assim, saí do caso da Favela Naval.

- Eu vou me isolar. Vocês me acham pelo telefone e eu conto para vocês como é que está isso.

Fui para o Rio de Janeiro autorizado pelo chefão da CGJ, Evandro Carlos de Andrade. Passei uns cinco dias isolado no meu apartamento carioca, ouvindo os diálogos gravados nos Grampos. Escutei, escutei, escutei e percebi o seguinte: nessas conversas, basicamente
estavam o Ivens Mendes, então presidente da Comissão Nacional de Arbitragem (Conaf), o Mário Celso Petraglia, presidente do Atlético Paranaense, o Alberto Dualib, presidente do Corinthians, e o Mustafá Contursi, do Palmeiras. O esquema era simples: Ivens recebia o
dinheiro e escalava alguém da confiança do dirigente-pagador. Simples assim. Se os juízes se venderam? Nem investigado foi.

- Mas isso é uma roubalheira só, um suborno só!", pensei. O Ivens Mendes queria se eleger deputado, então, estava pegando dinheiro dos times de futebol para bancar a campanha, e em troca prometia beneficios. Ele levava o dinheiro recebido para uma região chamada Pontal do Triângulo Mineiro, zona ali perto de São José do Rio Preto, uma das pontas do Estado de São Paulo.

Eu tinha que fazer uma confrontação de vozes, para saber se elas correspondiam mesmo às pessoas que estavam falando.

Fui à TV Globo e peguei algumas entrevistas com as vozes das pessoas que, supostamente, eram as que estavam na gravação. Levei para o laboratório do meu amigo e um dos peritos mais renomados do Brasil, professor Ricardo Molina. Ele usou um espectógrafo, aparelho que dá o timbre certo da voz, como se fosse uma comparação da impressão digital - voz é como impressão digital, não existem duas iguais no mundo.

- São eles. São as mesmas pessoas falando.

Meu Pai Eterno! Mais esse pepino ... E o caso da Favela Naval correndo solto. Chamei o Robinson Cerantula, o mesmo produtor de Diadema, e pedi:

- Se manda para o Pontal Mineiro.

Ele foi e começou a levantar as informações. Eu fiquei quieto, esperando. Já estava com a cabeça cansada de Diadema, e agora, então, com aquela "fitaria" toda ... Aí o Robinson ligou:

- Marcelão!

- O que houve?

- Está tudo certinho! O homem está comprando tudo aqui. Já montou uns três campos de futebol nas cidades com esse dinheiro. Tem faixa dele em tudo quanto é canto.

O homem era Ivens Mendes, diretor de futebol da CBF. Robinson se fez passar por agente de uma empresa de futebol, e aí os caras, querendo mais dinheiro, foram abrindo a história.

- Estou indo te encontrar.

Peguei um avião, e o Robinson já estava me esperando.

- Vamos gravar! A casa dele já caiu! - eu disse, ao mesmo tempo que pensei: "Quando esse monte de gente olhar para minha cara, vai parar a cidade, que é pequenininha".

- Pô, os caras vão te reconhecer - comentou o Robinson.

- Não vão.

A coisa mais comum que acontece com o ser humano, quando chega num nível melhor, é raramente olhar para as pessoas mais simples. Só olha quando precisa.

- Então, nós vamos fazer o seguinte: eu vou de motorista. Você não vai me pedir nem "por favor". Vai dizer: "vá para tal lugar, vá para tal lugar" e eu vou meter um boné e uns óculos. Os caras não vão nem me olhar porque estarão de olho no dinheiro que você diz que tem.

Esse truque eu usaria anos depois para filmar e apresentar ao público a mansão que Eurico Miranda, ex-deputado federal e ex-presidente do clube de futebol Vasco da Gama, tinha comprado nos Estados Unidos.

Foi dito e feito. Eu, dirigindo um carro grande, e o Robinson de agente de empresa de material esportivo. Os prefeitos entravam no carro e contavam tudo, e eu, só de motorista, quietinho. E eles falavam de Ivens Mendes para cá, Ivens Mendes para lá, e nós gravamos
tudo, flagrante de todo mundo.

Voltamos ao Rio. A essa altura o caso de Diadema já tinha acontecido há mais ou menos um mês, e ainda estava pegando fogo, mas eu disse:

- Ah, vamos atropelar, que se dane. Vamos montar e entrar com a matéria.

Fui à CBF, falei com O Ivens Mendes, ele tremeu. O então presidente da Confederação, Ricardo Teixeira, me tratou de maneira bem arrogante, com empáfia, e eu, por dentro, rindo. Anos depois eu riria de novo ao fazer uma matéria para a Rede Globo sobre a vida de
Ricardo Teixeira, que, de quase falido, tornara-se milionário com o futebol. Um Globo Repórter contaria a vida de lucros de Teixeira - e ele, depois do programa, foi internado às pressas porque sofreu um ataque cardíaco. Mas sobre isso ainda falaremos.

Ivens e Ricardo argumentaram que a fita não valia como prova, que eram grampos sem autorização da Justiça. Tentaram me processar, mas as provas eram tão contundentes, os vínculos eram tão fechados, que começaram a brotar mais cheques, mais informação e,
na época, eles contrataram, inclusive, o grande jurista Miguel Reali Júnior, que, quando veio para cima de mim no tribunal da CBF, desistiu. Ninguém me processou, e o Ivens Mendes acabou destituído da Conaf O Dualib, do Corinthians, foi suspenso por dois anos, e o
Petraglia, eliminado do futebol.

Mas na vida é dificil alguém nos dar algo de graça. E depois eu saberia o motivo real das fitas: tinham sido feitas por um grupo ligado ao clube Fluminense, então rebaixado para a segunda divisão. Com os grampos e a confirmação da manipulação de jogos, o Atlético Paranaense seria vergonhosamente rebaixado, e o Fluminense continuaria - como continuou - na primeira divisão do Campeonato Brasileiro.

Depois daqueles dois casos seguidos, eu estava completamente esgotado. Então, fui à Globo e disse:

- Ó, vou parar uns 15 dias, porque minha cabeça não está aguentando mais.

Fui para meu apartamento em São Paulo e fiquei quieto por uns dias. A essa altura os PMs presos já não me ameaçavam, o que por um lado me deixava meio preocupado. Quando você é ameaçado, você fica mais tranquilo. Quando você tem o silêncio, é bem mais perigoso.

Mas nesse caso da arbitragem uma coisa me chamara a atenção:
o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, que eu conhecera havia anos, ainda na sua primeira eleição para comandar o futebol brasileiro.
Ainda no esporte da Globo, eu fora escalado para acompanhar a campanha dele apoiada pelo sogro, o ex-presidente da CPF e da FIFA, João Havelange. Ricardo agora tornara-se intratável. Era o dono da bola. "Nós ainda vamos nos reencontrar, dr. Ricardo", pensei. E o
destino ainda nos colocaria outra vez frente a frente.

Mas essa é outra história.


  • Corta pra mim" é aula de jornalismo investigativo dada por Marcelo Rezende

    Autor: Entrevista do jornal Tribuna da Bahia, publicado na internet

    Veículo: Jornal Tribuna da Bahia

    Fonte: Internet

    Corta pra mim" é aula de jornalismo investigativo dada por Marcelo Rezende
    Publicada em 21/12/2013 09:53:04

    Capa do livro "Corta pra mim"O jornalista Marcelo Rezende lança e autografa seu livro “Corta pra mim”, neste sábado, às 15h, na Livraria Cultura do Salvador Shopping. A obra mergulha no mundo do jornalismo investigativo, onde o repórter viveu por 40 anos.
    Durante todo esse tempo, ele viveu muitas histórias. Esteve na mira de bandidos, enfrentou a máfia chinesa, foi preso no Paraguai, esteve para ser preso nos Estados Unidos, mas a argúcia e a inteligência rara o fizeram escapar de todas essas armadilhas. Em entrevista à Tribuna da Bahia, o apresentador do “Cidade Alerta”, da Rede Record, contou parte dessa trajetória.
    Tribuna da Bahia: São 40 anos no jornalismo brasileiro. Você tem muitas histórias para contar. Tem alguma que mais chamou sua atenção. Qual?
    Marcelo Rezende: A mais difícil foi o Globo Repórter sobre a administracao do Ricardo Teixeira à frente da CBF. Eu e meus companheiros, entre eles o meu eterno amigo Tim Lopes, sofremos uma pressão tremenda. Ricardo dominava o futebol brasileiro, era do comitê executivo da Fifa e, portanto, tinha influência sobre a Copa do Mundo. Mas a Globo aguentou firme a pressão. Eram muitos interesses em jogo, mas prevaleceu o interesse do jornalismo. A que mais repercutiu, sem dúvida, foi o massacre da Favela Naval, em Diadema, onde PMs torturavam e matavam pessoas.
    TB: Como foi que decidiu ser jornalista?
    Marcelo: Foi por acaso, como mostro no primeiro capítulo do livro. Fui visitar uma redação de jornal, a convite de um primo, e lá estava um homem enrolado datilografando uma lista enorme de times de futebol de um campeonato de várzea. Fiquei com dó e perguntei se poderia ajudá-lo: comecei a ditar. No dia seguinte meu primo telefonou e perguntou se eu queria ir trabalhar no jornal, o Jornal dos Sports, do Rio de Janeiro. Pensei que ia ser contínuo, mas ele disse que era para ser repórter. O homem que eu ajudara era o diretor geral do jornal, que estava angustiado porque precisava mandar a edição para a gráfica e estava tudo atrasado. Ele saiu para ajudar, eu o ajudei e acabei ajudado. E um exemplo de como na vida é bom ajudar o próximo.
    TB: Por que quis seguir carreira, como repórter investigativo?
    Marcelo: Eu estava no esporte da TV Globo quando decidi mudar de área. Armando Nogueira e Alice Maria, diretores da Central Globo de Jornalismo, me perguntaram o que eu queria fazer. Pedi para fazer reportagens gerais. Aí foi assassinado um milionário, José Carlos Nogueira Diniz Filho. Ao fim das reportagens no Jornal Nacional eles decretaram: seu caminho é a investigação. E assim foi.
    TB:  Gosta do que faz?
    Marcelo: Amo. Em cada momento, sempre encontro uma satisfação, seja como apresentador, como repórter, seja agora, escrevendo o livro. Deus tem sido um excelente Pai.
    TB: O livro com o título “Corta pra mim”, que é um de seus bordões, comemora seus 30 anos como repórter policial. Por que decidiu contar sua história agora?
    Marcelo:  Não tinha tido o estímulo necessário antes, achava que eram histórias conhecidas, até que um amigo – o diretor do “Cidade Alerta”, Clovis Rabelo – disse: " Mas ninguém conhece os bastidores da investigação". Pensei: ele está certo.
    TB: Você tem pretensão de ingressar na política?
    Marcelo: Não. Desculpe, mas não sei mentir.
    TB:  Ser repórter policial/investigativo é uma profissão perigosa. Em 2002, o jornalista Tim Lopes foi morto por traficantes por conta de uma reportagem. Você não teme por sua vida?
    Marcelo: Não. Tenho a cabeça tranquila. Nesses muitos anos recebi ameaças, mas não esquentei. O pior é o silencio, como no caso da Favela Naval: PMs condenados a anos e mais anos de cadeia sem reclamar. Quando a outra parte não reclama é mal sinal.
    TB: Você considera Eduardo Faustini um dos melhores repórteres do Brasil. Por que não mostra a cara?
    Marcelo: Um produtor não pode mostrar a cara. Ele é o alicerce da reportagem. Faustini foi meu companheiro durante anos na Globo e sempre trabalhamos juntos. Ficar no anonimato é essencial para um grande repórter que trabalha montando as matérias. Um erro do Tim foi ter ido receber o merecido Prêmio Esso pela reportagem da feira das drogas. Tempos depois ele foi ao mesmo lugar fazer uma denúncia sobre sexo e baile funk. Um criminoso o reconheceu das imagens mostradas ao receber o Prêmio Esso. E deu no que deu.
    TB: Desses 40 anos de carreira, 23 foram dedicados à Rede Globo. Por que saiu da emissora?
    Marcelo: Era tempo de conhecer o mundo lá fora. Vivi anos extraordinários tanto profissional quanto pessoal na Globo. Mas era preciso arriscar. Parece que deu certo.
    TB: E as críticas feitas ao então presidente Lula motivaram sua saída da Record, em 2005?
    Marcelo: Fui um pouco além da conta. Queria um tipo de governo menos flexível com as camadas mais abastadas da sociedade. Não estava entendendo o Lula e bati forte. Ele reclamou e tiraram o “Cidade Alerta” do ar. Mas aqui estou de volta.
    TB: Você tem cinco filhos de esposas diferentes. É namorador?
    Marcelo: O suficiente para viver bem. Tenho cinco filhos lindos, todos se dão bem, viajaram juntos. Agora mesmo consegui estar com os cinco em casa. É um pouco difícil, muitos moram fora do país. Mas é lindo ver cinco filhos de mães diferentes se dando bem, amando um ao outro. O que possa mais querer?
    TB: Qual o seu tipo de mulher ideal?
    Marcelo: A que me ame. Não tenho relação pensando nesse ou naquele atributo. E uma mágica que bate na hora. Como dizem meus amigos Zezé di Camargo e Luciano: dois corpos não ocupam o mesmo espaço, mas dois corpos que se amam, num abraço, parecem um só.
    TB: Atualmente, está casado?
    Marcelo: Não. Estou pensando em não mais casar, mas nunca se sabe.
    TB: Você perdeu seus pais quando tinha 30 anos. Já foi hippie e vendeu artesanatos. A vida foi difícil?
    Marcelo: Não. A vida foi um desafio. Creio que como a vida de todos. A questão é que, nos momentos alegres e nas dificuldades, jamais larguei a mão de Deus. E com isso tudo foi mais fácil.
    TB: Hoje à frente do ‘Cidade Alerta’, na Record, você consegue mostrar a dura realidade das ruas de forma bem-humorada, até então escondida por trás da cara sisuda. De onde vem esse bom humor?
    Marcelo: Eu sou assim, alegre, bem-humorado. Sempre digo: eu danço com a vida antes que ela dance comigo. A vida é para você ser feliz, aprender com as derrotas e, ao juntar tudo, sorrir. O humor é uma das janelas da felicidade.
    TB: No seu programa, você  tem total liberdade para falar o que você quiser?
    Marcelo: Tenho. Eu reflito o que sinto. Às vezes dá problema, como no caso do Lula. Mas já viu vida sem problema?
    TB: De onde surgem os bordões?
    Marcelo: Do improviso, na hora, na intuição Sempre digo: a intuição é o olfato da mente. Quando estou falando sinto a magia – e aí repito. Não para virar bordão, mas porque gosto.
    TB: Vai permanecer por mais quanto tempo no ‘Cidade Alerta’?
    Marcelo: Vou te dizer com um verso do mestre Paulinho da Viola: Não sou eu quem me navega, quem me navega é o mar.
     

Marcio Mafra
13/04/2014 às 00:00
Brasília - DF

Comprei “Corta Pra Mim” para saber, pelo menos, alguns dos bastidores das reportagens policiais.


 

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