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Anarquistas Graças a Deus

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Livro Ótimo - 1 opinião

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Autor: Zelia Gattai

Editora: Record

Assunto: Biografia

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 271

Ano de edição: 1993

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Ótimo
Elias Marinho
24/09/2013 às 13:25
Santa Maria - DF
É sempre muito prazeroso ler os livros da Zélia, ela é extremamente simpática, escreve bem pra caramba, embora seu estilo seja completamente diferente do meu Amado Jorge, vale muito a pena ler, pois ela fala de fatos de seu cotidiano desde criança que se tornam gostosos de ler, você acaba se interessando pelos acontecimentos dela e de sua família, praticamente nos tornamos íntimos. Chama-me demais a atenção o fato dela se lembrar tão bem de fatos acontecidos há tanto tempo, inclusive os diálogos, não creio isso ser possível com fidelidade, por melhor que fosse sua memória.
Adorei as histórias contadas por ela, como a revolução dos militares, o relato de seu pai e de seu avô a respeito de suas chegadas ao Brasil, vindos da Itália, que certamente devam ser as mesmas vividas pelos demais imigrantes italianos. Gostei tanto ao ponto de querer continuar a ler outros livros dela para saber o destino de sua família e principalmente seu encontro com Jorge Amado.
Ao terminar este livro sou obrigado a concordar com o que diria dona Angelina, sua mãe, “más que menina atrevida, o que o povo não vai dizer”. Para mim este final foi fantástico, nunca me esquecerei da menina atrevida Zélia Gattai.

Elias Marinho
24/09/2013 às 13:06
Santa Maria - DF
Esta é a autobiografia de Zélia Gattai, escritora, esposa de Jorge Amado e imortal da Academia Brasileira de Letras. Zélia faz um relato minucioso de sua infância e adolescência, contando fatos de sua família na São Paulo da década de 20. Misturando fatos históricos do país e acontecimentos rotineiros de sua família, leva o leitor a se tornar íntimo da escritora.
Elias Marinho
24/09/2013 às 13:06
Santa Maria - DF
Gostava da escola. Em pouco tempo aprendi hinos, poesias patrióticas, jogos diversos e a até ler e escrever. Dona Carolina, chegada a festas, vivia inventando novidades. Ao chegar à escola, certa manhã, fui avisada de que não haveria aula pois estourara uma revolução na cidade. Voltei apressada, doida para contar a novidade. Cheguei tarde, todos lá em casa já estavam no maior alvoroço, cientes do acontecimento. Mamãe demonstrava sua aflição andando de um lado para outro, como barata tonta. Ninguém conhecia detalhes da tal revolução, mas falava-se no nome de Isidoro Lopes, chefe da revolta. Por fim, mamãe tomou uma decisão: apanhou a caderneta da venda – pagávamos as contas no fim de cada mês, tudo o que comprávamos era assentado na caderneta – e saiu acompanhada dos três filhos mais velhos, para ajuda-la a trazer os mantimentos que ela se dispunha a armazenar, com o objetivo de se garantir para qualquer eventualidade. A venda de seus Henrique, na Avenida Rebouças, àquela hora da manhã, já havia cerrado as portas, ficando apenas um vão aberto. Só permitiam a entrada a fregueses antigos; ainda assim, mamãe teve dificuldades em conseguir romper o cerco do povo aglomerado na calçada, ameaçando assaltar o empório. Papai eram quem mais se preocupava; logo agora que começara a tomar pé da vida... Os carros haviam chegado recentemente – dois já estavam vendidos mas a firma pedira aos compradores que os deixassem em exposição, enquanto preparava os papéis para o emplacamento. Assim aproveitaria mais uns dias a propaganda feita pelos próprios automóveis, em frente às vitrinas havia sempre gente a contemplar os quatro belos carros, tão cheios de novidades! Outros “Alfa”, já encomendados, estavam a caminho do Brasil. E agora? Em plena revolução, numa clima de incerteza, quem iria comprar carro novo?

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Elias Marinho
24/09/2013 às 13:06
Santa Maria - DF
Outro dia ao passar por um Sebo de rua no Setor Comercial Sul, vi essa joia rara e não resisti a comprá-la.

 

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