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El General En Su Laberinto

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El General En Su Laberinto

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Autor: Gabriel García Marquez

Editora: Norma Libreria

Assunto: Romance

Traduzido por: Livro Editado em Espanhol

Páginas: 280

Ano de edição: 2011

Peso: 220 g

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Excelente
Marcio Mafra
14/09/2013 às 16:39
Brasília - DF
“El General en su laberinto” é uma história romanceada pelo talento do colombiano e prêmio Nobel de 1982, Gabriel García Márquez. O escritor recriou a viagem de Bolívar, através do rio Magdalena, mais de 1.500 km, desde o sul da Colômbia até desembocar, ao norte, no mar do Caribe. O General pretendia abandonar a América para exilar-se e morrer na Europa. A morte impediu o exílio. O labirinto de que fala o autor é uma alegoria representada não apenas pelo percurso natural do rio Magdalena como também pela linha avessa, sinuosa e quase devassa do último ano de vida do General Simon Bolívar. Os companheiros de lutas e ideais do General, mercê das ambições e interesses políticos pessoais, foram provocando a divisão territorial da “grande e extensa republica venezuelana” em quatro ou cinco países menores, contrariando a visão e o pensamento do estadista Bolívar. Hoje, no Equador, Peru, Bolívia, Colômbia e Venezuela fala-se (não pela história oficial) que Simon Bolívar morreu de tristeza e desgosto aos 47 anos de idade, consumido pela velhice prematura, alquebrado física e mentalmente. A publicação deste livro em 1989 causou indignação na Venezuela porque o autor criou imagem negativa de uma das figuras mais importantes da América Latina. Bobagem. Bobagem porque “El General en su laberinto” não é um livro sobre a história, mas uma belíssima ficção, que lembra o estilo irônico e bem humorado do consagrado José Saramago, escritor português que também recebeu o prêmio Nobel de literatura em 1998. Livro excelente.

Marcio Mafra
14/09/2013 às 00:00
Brasília - DF

A história dos últimos meses da vida do General Simon Bolívar no ano de 1.830, durante uma interminável viagem através do rio Magdalena. Ele pretendia abandonar a América e tentar o exílio na Europa. O rio Magdalena nasce no sul da Colômbia e avança por mais de 1.500 km até desembocar no norte do país, no mar do Caribe. A carreira militar e política do General Bolívar foi marcada por incontáveis lutas, batalhas e combates que enfrentou pela independência da atual Venezuela, Colômbia, Equador, Peru e Bolívia, que eram colônias de Espanha. Simon Bolívar libertou esses países da submissão espanhola. O romance de Gabriel García Márquez narra a vida militar e muito do lado humano do General: armas, vitórias, mulheres, amores, filosofia, politicagem, traições, rabugices, fracassos, mandos, desmandos, justiça e injustiças. Além do próprio general, outro personagem que permeia todos os capítulos do livro é José Palácios, ajudante de ordens do General que o serviu sem jamais questionar suas ordens, por mais extravagantes que fossem.

Marcio Mafra
14/09/2013 às 00:00
Brasília - DF

A su regreso a Ia Nueva Granada había tratado de arreglarlo con una frase justa dirigida
a Cartagena y Mornpox: "Si Caracas me dio la vida, vosotros me disteis la gloria", Pero la frase tenía unos visos de remiendo retórico que no bastaron para aplacar la demagogia de los santanderistas.

Tratando de impedir el desastre final, el general volvía a Santa Fe con un cuerpo de tropa, y esperaba reunir otros en el camino para empezar una vez más los esfuerzos de integración. Entonces había dicho que aquél era su momento decisivo, tal como había dicho cuando se fue a impedir la separación de Venezuela.

Un poco más de reflexión le habría permitido comprender que desde casi veinte anos atrás no hubo un instante de su vida que no fuera decisivo, "Toda la iglesia, todo el ejército, la inmensa mayoría de la nación estaba por mí", escribiría más tarde, rernemorando aquellos dias, Pero a pesar de todas estas ventajas, dijo, ya se había proba do repetidas veces que cuando se alejaba dei sur para marchar ai norte, y viceversa, el país que dejaba se perdía a sus espaldas, y nuevas guerras civiles lo arruinaban. Era su destino.

La prensa santanderista no desperdiciaba ocasión de atribuir las derrotas militares a sus desafueros nocturnos, Entre otros muchos infundios destinados a menguar su gloria, se publicó en Santa Fe por esos días que no había sido él sino el general Santander
quien comandó la batalla de Boyacá, con la cual se selló la independencia el 7 de agosto de 1819, a las siete de la manana, mientras él se complacía en Tunja con una dama de mala fama de la sociedad virreinal.

En todo caso, la prensa santanderista no era la única que evocaba sus noches libertinas para desacreditarlo.

Desde antes de la victoria se decía que por lo menos tres batallas se habían perdido en las guerras de independencia sólo porque él no estaba donde debía sino en la cama de una mujer.
En Mompox, durante otra visita, pasó por la calie del medio una caravana de mujeres de diversas edades y colores, que dejaron el aire saturado de un perfume envilecido.

Montaban a la amazona, y llevaban sombrillas de raso estampado y vestidos de sedas primorosas, como no se habían visto otras en la ciudad. Nadie desmintiá la suposición de que eran las concubinas del general que se le adelantaban en el viaje. Suposición falsa, como tantas otras, pues sus serrallos de guerra fueron una de las muchas fábulas de salón
que lo persiguieron hasta más allá de la muerte.

No eran nuevos aquellos métodos de las informaciones torcidas. El mismo general los había utilizado durante la guerra contra Espana, cuando ordenó a Santander que imprimiera noticias falsas para enganar a los comandantes espanoles. De modo que ya instaurada la república, cuando élle reclamó al mismo Santander el mal uso que hacía de su prensa, este le contestó con su sarcasmo exquisito:

"Tuvimos un buen maestro, Excelencia".

"Un mal maestro", replicó el general, "pues usted recordará que las noticias que inventamos se volvieron contra nosotros".

Era tan sensible a todo cuanto se dijera de él, falso o cierto, que no se repuso nunca de ningún infundio, y hasta la hora de su muerte estuvo luchando por desmentirlos. Sin embargo, fue poco lo que se cuidó de ellos. Como otras veces, también en su paso anterior por Mompox se jugó la gloria por una mujer. 


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Marcio Mafra
14/09/2013 às 00:00
Brasília - DF

Viajei para o Quito, Equador em novembro de 2011. Garimpando livrarias trouxe alguns livros sobre história, política e ficção de diversos autores quitenhos e sulamericanos para tentar captar um pouco dos costumes de sua gente, além da visão espetacular de majestosos vulcões . “El General em su laberinto” constava de listas “mais vendidos”. Não resisti. 


 

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