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Um Gato de Rua Chamado Bob

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Um Gato de Rua Chamado Bob

Livro Mediano - 2 opiniões

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Autor: James Bowen

Editora: Novo Conceito

Assunto: Auto Ajuda

Traduzido por: Ronaldo Luís da Silva

Páginas: 236

Ano de edição: 2013

Peso: 345 g

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Bom
carolina amorim
11/06/2015 às 16:25
Paulista - PE
Esse livro conta a história de como uma amizade pode transformar a vida de uma pessoa. Bob é o estímulo para James superar seu problema com as drogas. Todos nós em algum momento encontramos "um Bob" em nossas vidas. Quem sabe não seja esse livro.

Ruim
Marcio Mafra
23/06/2013 às 16:12
Brasília - DF
O titulo que o autor escolheu para seu livro “Um Gato de Rua Chamado Bob” é uma boa sacada para virar filme.
O titulo remete a outros livros do mesmo tema como: “Marley & Eu de John Grogan, Meu Cão Estúpido de John Fante , etc.
São histórias curiosas, bastante sentimentaloides e relatam amizades, carinho, companheirismo com animais domésticos, geralmente abandonados, que influenciam positivamente a vida de seus donos.
Um Gato Chamado Bob vai pelo mesmo caminho. O autor lutava para sobrevier à miséria e às drogas, tocando guitarra em Covent Garden, famoso bairro de Londres.
Bob virou atração.
Melhorou a vida financeira de James Bowen e, a dedicação ao gato fiel, proporcionou-lhe largar as drogas, talvez definitivamente.
Também ajudou a melhorar as vendas da distribuidora de revistas Big Issue, onde o autor trabalhou. É só.
A história se desenrola no ritmo de “meu querido diário”. Algumas poucas passagens podem até enternecer o leitor muito chegado a animais de estimação.
O livro foi classificado pela editora como "auto ajuda", motivo porque não deva o leitor estranhar que o final da história seja previsível. Auto ajuda é assim mesmo: feito só para ajudar. Nada mais. O livro pode ser edificante para alguns e útil para outros, o que não invalida dizer tratar-se de um livro chato. Chato, e como tal ruim.

Marcio Mafra
23/06/2013 às 00:00
Brasília - DF

A história de James Bowen, baseada em fatos reais. Ele era um dependente de drogas, que tocava guitarra nas ruas de Londres para sobreviver. Estava num programa governamental para recuperação de dependentes químicos quando encontrou um gato no corredor do edifício onde morava... 

Marcio Mafra
23/06/2013 às 00:00
Brasília - DF

O efeito da metadona geralmente durava cerca de 20 horas, de modo que a primeira parte do dia passou com bastante facilidade.

Bob e eu brincamos muito e saímos para um passeio curto para que ele pudesse fazer suas necessidades.

Joguei uma versão muito antiga do jogo Halo 2 original em meu Xbox velho e surrado. Nesse ponto, tudo parecia estar indo de vento em popa. Mas sabia que não ficaria assim por muito mais tempo.

Provavelmente, a recriação mais famosa de alguém em síndrome de abstinência está no filme Trainspotting, em que o personagem de Ewan McGregor, Renton, decide se livrar do vício em heroína.

Ele está trancado em um quarto com comida e bebida para alguns dias e é deixado sozinho para enfrentar aquilo.

Ele passa pela experiência física e mental mais tenebrosa que se pode imaginar, sofrendo tremores, tendo alucinações, passando mal.

Todas essas coisas.

Todo mundo se lembra da parte em que ele imagina que está subindo pelas paredes do vaso sanitário.

O que eu passei ao longo das 48 horas seguintes pareceu dez vezes pior do que aquilo.

Os sintomas de abstinência começaram a se manifestar exatamente 24 horas depois que recebi minha dose de metadona.

Dentro de oito horas, estava suando em bicas e me sentindo muito nervoso. Estava mais ou menos no meio da noite e deveria estar dormindo. Eu cochilei, mas senti que estava muito consciente o tempo todo. Era um tipo estranho de sono, cheio de sonhos ou, mais precisamente, de alucinações.

É difícil lembrar exatamente, mas me recordo de ter sonhos lúcidos sobre conseguir heroína.

Houve um monte desses sonhos e eles sempre eram da mesma forma: ou eu a conseguia e a derrubava, ou eu a conseguia e não era capaz de enfiar uma agulha em minha veia, ou conseguia a heroína, mas depois era preso pela polícia antes que pudesse usá-Ia. Foi estranho.

Obviamente, foi a forma como meu corpo registrou o fato de que essa substância estava sendo negada a ele, uma vez que havia sido usada para alimentá-lo a cada 12 horas ou algo assim.

Mas também era meu subconsciente tentando me convencer de que talvez fosse uma boa ideia começar a usá-Ia novamente. No fundo de meu cérebro havia, claramente, uma grande batalha de vontades acontecendo. Era quase como se eu fosse um espectador vendo tudo isso acontecer com outra pessoa.

Foi estranho. Largar a heroína anos atrás não tinha sido tão ruim.

A transição para a metadona fora razoavelmente simples.

Essa era uma experiência completamente diferente.

O tempo deixou de ter qualquer significado real, mas, na manhã seguinte, estava começando a sentir dores de cabeça muito ruins, quase no nível de dores de enxaqueca.

Como resultado, achei difícil lidar com qualquer luz ou barulho. Eu tentava me sentar no escuro, mas, então, começava a sonhar ou a alucinar e queria me arrancar dali.

Era um círculo vicioso.

O que eu precisava mais do que tudo era algo que tirasse minha mente daquela situação, e foi nesse ponto que Bob provou ser minha salvação.

Houve momentos em que eu me perguntava se Bob e eu tínhamos algum tipo de entendimento telepático.

Ele definitivamente podia ler minha mente às vezes, e pareceu estar fazendo isso naquele momento.

Ele sabia que eu precisava dele, por isso foi uma presença constante, andando a meu redor, aconchegando-se em mim quando eu o convidava, mas mantendo distância quando eu estava passando por um mau momento.

Era como se ele soubesse o que eu estava sentindo. Algumas vezes, enquanto eu cochilava, ele se aproximava de mim e colocava o rosto perto do meu, como se dissesse: "Tudo bem aí, companheiro? Estou aqui se precisar de mim".

Em outros momentos, ele simplesmente sentava­se comigo, ronronando, esfregando a cauda em mim e lambendo meu rosto de vez em quando. Enquanto eu deslizava para dentro e para
fora de um universo estranho, alucinatório, ele era minha âncora na realidade.

Ele foi uma dádiva de Deus de outras maneiras também.

Para começar, deu-me algo para fazer.

Eu ainda tinha que o alimentar, o que fiz regularmente.

O processo de ir até a cozinha, abrir um saquinho de comida e misturá-lo na tigela era exatamente o tipo de coisa de que precisava para manter minha mente fora do que eu estava passando.

Não me senti bem o bastante para levá-lo para baixo, para fazer suas necessidades, mas, quando eu o deixei sair, ele saiu correndo e voltou para o apartamento novamente no que pareceram ser apenas alguns minutos.

Ele não parecia querer sair do meu lado.

Houve períodos em que não me senti tão mal. Durante a manhã do segundo dia, por exemplo, houve algumas horas em que me senti muito melhor. Bob e eu brincamos muito. Dediquei-me um pouco à leitura. Foi difícil, mas foi uma maneira de manter a mente ocupada.

Li um livro muito bom não fictício sobre um oficial da Marinha salvando cães no Afeganistão.

Foi bom pensar sobre o que estava acontecendo na vida de outra pessoa.


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Marcio Mafra
23/06/2013 às 00:00
Brasília - DF

Rodrigo Soares, meu pastor da área de informática,(você é meu pastor e nada me faltará)  me mandou esta mensagem num e-mail em 9 de julho de 2012.
“Em meio a erros, esporros e deslizes, anote ai um livro que faz sucesso lá fora e que em breve estará por aqui em português. Um gato de rua chamado bob,está em todas as midias, youtube, facebook, jornal e tv. A historia contada por um ex drogado que por causa do gato saiu do mundo das drogas e passou a ser cantor de rua, e conta sua vida na rua com seu companheiro bob (o gato). “
Levou tempo. A primeira edição em português saiu em maio de 2013, pela Novo Conceito. Comprei imediatamente.


 

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