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As Aventuras de Pi

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As Aventuras de Pi

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Autor: Yann Martel

Editora: Nova Fronteira

Assunto: Romance

Traduzido por: Maria Helena Rouanet

Páginas: 371

Ano de edição: 2012

Peso: 570 g

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Ótimo
Marcio Mafra
11/04/2013 às 23:12
Brasília - DF
O filme “As Aventuras de Pi” ganhou o Oscar 2013 de Melhor Diretor, Melhor Fotografia, Melhor Efeitos Especiais e Melhor Trilha Sonora. Já o livro foi premiado em 2002 com o Man Booker, um dos mais importantes prêmios literários da Inglaterra. Corre uma história que o autor do livro, Yann Martel, para escrevê-lo se baseou em livro do brasileiro Moacyr Scliar, publicado em 1981. O livro do Scliar tinha o título “Max e os Felinos.” O Max era um alemão que fugiu para o Brasil durante a 2ª Guerra. O navio cargueiro em que viajava também transporta animais de um zoológico. Há um naufrágio e Max salva-se num bote, onde havia outro sobrevivente: um jaguar. Parece que tudo isso é verdade. Entretanto, o artigo 184 do Código Penal Brasileiro é que trata de plágio. A história de Pi Patel é muito mais que boa. Embora até a altura do naufrágio fique para o leitor a impressão de que o autor (o Yann Martel, não o Sclyar) está apenas enchendo lingüiça. Depois disso tem passagens brilhantes. Vezes o desespero toma conta do personagem e vezes o otimismo, a beleza e a alegria excedem as páginas do romance. O final da história é muito interessante, ainda que o autor o tenha mencionado em diversas ocasiões, antes mesmo dos últimos capítulos. E nem assim a história perdeu o brilho, nem o encanto. Coisa boa é assim mesmo: dois autores escreveram sobre o mesmo tema. Os dois esbanjam talento.

Marcio Mafra
11/04/2013 às 00:00
Brasília - DF

A história de Pi Patel, que – praticamente - residia num zoológico particular, que era o negócio de seu pai.  Eles moravam  em Pondicherry, pequena cidade ao sul da Índia, a alguns poucos quilômetros do litoral.  Passavam por dificuldades financeiras e a família resolveu fechar o negócio e se transferir para o Canadá com alguns dos melhores animais que lá seriam vendidos e assim obteriam um bom capital para reiniciar a vida. Mas o navio cargueiro onde a família e os bichos  viajam,  não resiste a uma enorme tempestade e naufraga, quando ainda estava na costa da Índia. Pi sobrevive em um bote salva-vidas, mas divide o pequeno espaço com uma zebra, um macaco, uma hiena e um tigre chamado Richard Parker.

Marcio Mafra
11/04/2013 às 00:00
Brasília - DF

O meu padrão de sono mudou. Embora descansasse o tempo todo, raramente dormia mais que cerca de uma hora seguida, mesmo durante a noite. Não era o movimento constante do mar que me atrapalhava, nem o vento; a gente acaba se acostumando com eles, exatamente como se acostuma a desníveis num colchão. O que me deixava muito ligado eram a apreensão e a ansiedade. É impressionante como eu conseguia me satisfazer com tão pouco sono ... Já Richard Parker era exatamente o oposto. Ele se tornou um campeão das sonecas. Passava a maior parte do tempo debaixo da lona. Mas, nos dias mais tranquilos, quando o sol não estava forte demais, e nas noites calmas, ele saía dali. Ao ar livre, uma das suas posições favoritas era ficar deitado de lado no banco da popa, com a barriga quase encobrindo a borda, e as patas traseiras e dianteiras esticadas sobre os bancos laterais. Era um bocado de tigre para espremer num espacinho tão estreito, mas ele conseguia caber ali mantendo as costas bem arqueadas. Quando estava dormindo de verdade, deitava a cabeça nas patas dianteiras, mas, quando estava com uma disposição um pouco mais ativa; quando resolvia abrir os olhos e ficar espiando à sua volta, virava a cabeça de lado e apoiava o queixo na amurada.
Outra das suas posições favoritas era sentar de costas para mim, com a metade inferior do corpo apoiada no fundo do bote e a superior em cima do banco; a cara ficava enfiada na popa, as patas bem próximas da cabeça, parecendo até que estávamos brincando de esconde-esconde e ele é que estava contando até dez. Em geral, nesta posição, Richard Parker ficava praticamente imóvel; só os movimentos ocasionais das orelhas indicavam que ele não estava necessariamente dormindo.


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Marcio Mafra
11/04/2013 às 00:00
Brasília - DF

As aventuras de Pi virou filme e o livro virou sucesso, mencionado por todos os jornais e revistas que publicam “os mais vendidos”.  Quando assustei o filme já tinha passado em todos os cinemas da cidade. Só em março de 2013 comprei “As Avenuturas de PI”


 

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