carregando

Aguarde por gentileza.
Isso pode levar alguns segundos...

 

Você está aqui Principal / Livros / Marley & Eu

Marley & Eu

Para usar as funcionalidades você precisa estar logado(a). Clique aqui para logar
Erro ao processar sua requisição, tente novamente em alguns minutos.
Marley & Eu

Livro Bom - 2 opiniões

  • Leram
    28
  • Lendo
    0
  • Vão ler
    20
  • Relendo
    0
  • Recomendam
    14

Autor: John Grogan

Editora: Prestígio

Assunto: Biografia

Traduzido por: Thereza Christina Rocque da Motta

Páginas: 302

Ano de edição: 2007

Peso: 365 g

comentar
  • lido
  • lendo
  • vou-ler
  • re-lendo
  • recomendar
tenho
trocar
empresto
doar
aceito-doação
favorido
comprar
quero-ganhar

 


Muito bom
Jean Robson Baptista
27/01/2016 às 12:29
Campinas - SP
História comovente, o autor é muito objetivo e narra de forma agradável, suas aventuras com um labrador incorrigível. mostrando além disso, o amor incondicional do animal pelo homem

Bom
Marcio Mafra
11/02/2013 às 23:26
Brasília - DF
Marley & Eu, lançamento de 2006 ficou muito tempo na lista dos mais vendidos. A história biográfica, narrada na primeira pessoa é baseada em fatos reais da vida do jornalista John Grogan, sua mulher Jennifer, seus filhos Collen, Conor e Patrick, além do personagem principal, o cão Marley, assim batizado em homenagem ao cantor jamaicano Bob Marley. O cachorro da raça Labrador conviveu com a família por mais de quatorze anos. Era um cão muito grande, encantador, desajeitado, brincalhão, ativo, fiel e necessitava de muito espaço para suas atividades. Além de algumas filosofias baratas (ou caninas) praticamente todo o livro gira em torno das gracinhas, das trapalhadas, dos vexames e dos “micos” que a família passou enquanto Marley viveu. A história é encantadora e a narrativa está impregnada do estilo jornalístico. Livro bom. Leitura fácil, mas ao leitor resta saber se John Grogan é um talentoso escritor ou um brilhante jornalista. Seus próximos livros dirão.

Marcio Mafra
11/02/2013 às 00:00
Brasília - DF

A história autobiográfica de John Grogan e Jennifer. Eles eram recém casados e decidem comprar um cachorrinho. Juntos escolhem Marley, assim batizado como homenagem ao jamaicano Bob Marley, cantor que tanto adoravam. O cãozinho da raça “labrador” virou um trambolho desajeitado completamente neurótico, trapalhão, enorme e incapaz de ser adestrado nem mesmo pelo melhor treinador do sul da Califórnia.  Mas era tido e havido como membro da família.

Marcio Mafra
11/02/2013 às 00:00
Brasília - DF

A praia estava escondida em um bolsão não-incorporado do Condado de Palm Beach entre West Palm Beach e Boca Raton, estendendo-se por uma centena de metros, por trás de uma duna coberta de relva ao final de uma rua sem saída.
Não havia estacionamento, banheiros, salva-vidas, apenas um pedaço inexplorado de areia branca displicente estendida diante do mar semfim. Ao longo dos anos, ganhou fama por boca-a-boca entre os donos de animais de estimação como um dos últimos refúgios seguros para seus cães virem se esbaldar à beira d'água no sul da Flórida, sem correr o risco de serem multados. O lugar não tinha um nome oficial; extra oficialmente todo mundo conhecia como praia dos Cães.
A Praia dos Cães era usada de acordo com um punhado de regras estabelecidas implicitamente ao longo do tempo, postas em prática pelo consenso geral entre os donos de cães que a freqüentavam e impostas pela pressão solidária e um código moral tácito. Os donos de cães policiavam-se uns aos outros para que os novatos não se sentissem tentados a
violá-la punindo os infratores com olhares de reprovação e, se necessário, algumas palavras bem escolhidas. As regras eram poucas e simples: cães ferozes deveriam caminhar com uma
guia na coleira; todos os demais poderiam correr soltos. Os donos deveriam trazer sacos plásticos para recolher quaisquer dejetos que seu cão produzisse. Todo lixo, incluindo as fezes recolhidas nos sacos plásticos, deveria ser descartado em lugar apropriado. Cada cão deveria ter um suprimento de água potável. Principalmente, a água do mar não poderia ser poluída. A etiqueta recomendava que os donos, ao chegar, caminhassem com seus cães ao longo das dunas, longe da beira d'água, até que seus animais se aliviassem. Então, poderiam ensacar os dejetos e seguir em segurança para o mar.
Eu havia ouvido falar da Praia dos Cães, mas nunca a visitara. Agora tinha a minha desculpa. Este resquício esquecido da antiga Flórida que desaparecia rapidamente, aquela que existira antes da chegada dos altos edifícios de condomínios à beira-mar, parquímetros ao longo da praia e valores imobiliários astronômicos, estava no noticiário. Uma comissária do condado favorável ao desenvolvimento da região começara a reclamar sobre este trecho de praia
não-regulamentado e a perguntar por que as regras que se aplicavam a outras praias do condado não se aplicavam a esta. Ela deixou bem clara a sua intenção: banir as criaturas peludas, melhorar o acesso público e abrir este valioso refúgio à população em geral.
Imediatamente me prendi à história pelo que ela era: uma perfeita desculpa para passar um dia na praia durante o expediente. Em uma perfeita manhã de junho, troquei minha gravata e pasta
de trabalho por sunga e sandálias de dedo e segui com Marley pela Intracoastal Waterway. Enchi o carro com todas as toalhas de praia que pude encontrar - que serviram apenas para a viagem de ida. Como sempre, a língua de Marley estava pendurada do lado de fora, lançando saliva para todo o lado. Parecia que eu estava viajando com uma cachoeira. Eu lamentava que não houvesse um limpador de pára-brisas do lado de dentro.
Seguindo o código da Praia dos Cães, estacionei a vários quarteirões de distância, onde eu não seria multado, e comecei a longa caminhada pela sonolenta vizinhança de casas da década de sessenta, com Marley andando à frente. No meio do caminho, uma voz mal humorada exclamou:
- Ei, você aí com o cachorro!
Gelei, achando que seria execrado por um vizinho enfezado que queria que eu levasse meu cachorro para longe da praia dele. Mas era outro dono de cachorro, que se aproximou de mim com seu imenso cão preso à guia e me estendeu um abaixo-assinado para que os comissários do condado preservassem a Praia dos Cães. A propósito, nós poderíamos ter parado para conversar, mas do modo como Marley e o outro cão estavam se cercando, eu sabia que seria uma questão de segundos antes que, das duas uma: (a) eles se atracassem em combate mortal, ou (b) se unissem em casamento. Puxei Marley para trás e continuei caminhando. Ao chegarmos na entrada da praia, Marley se abaixou na grama e esvaziou o intestino.
Perfeito. Pelo menos, esta pequena gentileza já estaria cumprida.
Ensaquei a prova e disse a ele:
- Agora, vamos para a praia!
Ao atingirmos o alto da duna, surpreendi-me de ver diversas pessoas passeando à beira d'água com seus cães presos nas guias.
O que significava aquilo? Eu esperava ver os cães correndo livremente em harmonia.
- Um assistente do xerife acabou de passar por aqui - explicou-me um sorumbático dono de cachorro. - Ele disse que a partir de agora eles vão estar obrigando o uso da guia e irão multar
se encontrarem os cães correndo soltos.
Parecia que eu havia chegado muito tarde para desfrutar inteiramente dos simples prazeres da Praia dos Cães. A polícia, sem dúvida cedendo às forças políticas ligadas à pressão contrária à
Praia dos Cães, estava apertando o laço. Andei, como esperado, com Marley pela beira d'água com os outros cães e seus donos, sentindo-me mais como se estivesse em um exercício no pátio da prisão do que na última praia livre do sul da Flórida.
Retomei com ele até a toalha e estava servindo uma tigela de água para Marley, de um cantil que trouxera comigo, quando sobre a duna surgiu um homem tatuado, sem camisa, trajando uma calça jeans bem cortada e botas de trabalho, e um pit bull musculoso com cara de bravo na ponta de uma corrente pesada ao seu lado. Pit bulls são conhecidos por serem agressivos, sendo pública e notória sua presença nesta época do ano no sul da Flórida.
Eles eram a raça de cães preferida de membros de gangues, rudes e grosseiros, em geral treinados para serem malvados. Os jornais estavam cheios de relatos de ataques despropositais de pit bulls, por vezes fatais, tanto contra animais quanto contra pessoas. O
dono do cão deve ter notado que eu me encolhi, porque ele logo exclamou:
- Não se preocupe. Matador é amigável. Ele não se bate com outros cães.
Eu estava começando a suspirar de alívio quando ele acrescentou com visível orgulho:
- Mas você deveria vê-Io dilacerar um porco selvagem. Vou te contar, ele consegue abatê-lo em apenas quinze segundos!
Marley e o pit buli Matador de Porcos puxaram as guias, circulando, farejando-se furiosamente. Marley nunca entrara em uma briga em sua vida, e era tão maior que os outros cães que jamais fora desafiado por nenhum deles. Mesmo quando um cão tentava começar uma briga, ele nem ligava. Respondia, simplesmente, com um olhar divertido, virava-se, balançava o rabo com um sorriso feliz e idiota na cara. Nunca havia sido confrontado por um matador profissional, por um malandro de rua. Imaginei Matador avançando sem prévio aviso na garganta de Marley sem querer soltar. Seu dono não estava preocupado com isso.
- A menos que seja um porco selvagem, ele só irá larnbê-lo - ele disse.
Eu disse a ele que os policiais tinham acabado de passar por ali e iriam multar quem deixasse de usar a guia na coleira de seus cachorros.
- Creio que estejam fechando o cerco - comentei.
- Isso é besteira! - ele exclamou, cuspindo na areia. - Tenho trazido meus cães nesta praia há anos. Não precisamos usar guias na Praia dos Cães. Que besteira!
Ao dizer isso, soltou a pesada corrente e Matador trotou pela praia e mergulhou na água. Marley sentou-se sobre as patas traseiras, ansioso. Ele olhava para Matador e depois para mim. Ele olhava de novo para Matador e de volta para mim. Suas patas batiam nervosamente sobre a areia, ganindo baixinho sem parar. Se pudesse falar, eu sabia o que ele estaria me perguntando. Olhei para o alto das dunas; nem um policial à vista. Olhei para Marley. "Por favor! Por favor! Por favorzinho! Serei bonzinho! Eu prometo!"
- Vamos, solte-o! - disse o dono de Matador. - Um cão não nasceu para passar a vida na ponta de uma corda!


Nenhuma informação foi cadastrada até o momento.

Marcio Mafra
11/02/2013 às 00:00
Brasília - DF

Este livro tem escrito na página de rosto:
"Flu,
Quando eu era moleque, você tinha aquela cadela Paloma, nem me lembro. Depois veio a Pretty (lê-se Pritchi) que sumiu logo depois.
Mais tarde, o filhote que veio da Casa Renato virou a grande, gorda e amável Laika.
Por fim, você foi co-dona (não confundir com codorna) do inesquecível Leovepoldo Lins da Gama Junior.
Ou seja, você é responsável pelo lado cão da minha vida. Só que no bom sentido.
Por isso, te dou esse livro que não é só sobre cachorros. É sobre ter cachorros!
Feliz aniversário e beijos,
Rafa, Emilia e Amanda 18/03/08 "


 

Para baixar ou visualizar o E-BOOK é necessário logar no site.
Clique aqui! para efetutar seu login.

 

Não tem uma conta?
Clique aqui e crie a sua agora!