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Os Últimos Anos de Marilyn Monroe

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Os Últimos Anos de Marilyn Monroe

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Autor: Keith Badman

Editora: Benvirá

Assunto: Biografia

Traduzido por: Sonia Pinheiro

Páginas: 462

Ano de edição: 2012

Peso: 670 g

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Ruim
Marcio Mafra
30/01/2013 às 21:55
Brasília - DF
Lançado no Brasil quase simultaneamente com o lançamento dos EUA "Os Últimos Anos de Marilyn Monroe" é um livro ruim. Ruim porque sua leitura é maçante, chata, sem criatividade, e de estilo pobre como uma reportagem de jornal. Porém, não pode o leitor dizer que o livro é vazio ou que contenha falhas. Provavelmente, entre as mais de 200 publicações sobre a vida da atriz esta é a mais rica (demasiadamente rica) em todos os detalhes dos últimos cinco ou seis anos de vida de Marilyn. No entanto não esclarece se sua morte, aos 36 anos, por overdose de remédios, tenha sido acidental ou suicídio. Em compensação esclarece os outros dramas existenciais e comportamentais dela, passando pelos assuntos de abandono na infância, a adolescência, os amores, os maridos, os amantes, as dificuldades financeiras e os desafetos. Sem contar, naturalmente, com a interminável chatice dos ataques histéricos sobre cada uma das centenas e centenas de faltas ao trabalho, ou seja, das ausências e atrasos aos estúdios e locações das filmagens. Rola, também, assunto de Frank Sinatra e de Elizabeth Taylor. Dos envolvimentos com famosos é destaque a "transa" com John Kennedy e também com seu irmão Robert Kennedy. Particularmente chata e muito repetitiva é a passagem da festa de aniversário do Presidente Kennedy, quando em maio de 1962, Marilyn foi ao Madison Square Garden, onde cantou "Happy Birthday to You" vestida num luxuoso longo, bordado de pedrarias, que lhe custou US 1.140,33 (uma fantástica fortuna para a época). O autor, embora festejado como um verdadeiro detetive para descobrir informações de biografado, carece de estilo e o leitor - neste livro - não consegue enxergar o seu talento de escritor.

Marcio Mafra
30/01/2013 às 00:00
Brasília - DF

“Os Últimos Anos de Marilyn Monroe” é um livro biográfico, escrito por Keith Badman, roteirista do filme de mesmo nome. O foco da biografia se dá a partir dos 30 anos anos de idade de Marilyn. Ela morreu, aos 36 anos, por overdose de remédios e nunca se soube se o que aconteceu foi suicídio ou acidente. O livro investiga tudo. Passa por todos os dramas existenciais, artísticos, amorosos,  familiares e sexuais da atriz, inclusive esclarecendo definitivamente que ela transou com o Presidente Kennedy, assim como seu irmão Robert Kennedy.  

 

Marcio Mafra
30/01/2013 às 00:00
Brasília - DF

Saindo de seus hábitos, Marilyn acordou às 8 horas na manhã da reunião informal na casa de Crosby. Apesar de suas recomendações severas de que nenhum empregado fosse admitido nas dependências de Fifth Helena Drive, seu plano de um penteado especial para seu próximo encontro com JFK foi prejudicado por uma visita do encanador, que havia chegado cedo para instalar um indispensável, grande aquecedor de água na garagem. Marilyn se apressou e correu para a casa de Ralph Greenson para lavar o cabelo.
Mais tarde, no mesmo dia, depois de arrumar e rearrumar suas madeixas, e diversas trocas de roupa, a atriz estava finalmente pronta para se encontrar com o presidente dos Estados Unidos mais uma vez. (Seria o quarto encontro deles.) Ela nunca havia escondido sua admiração por JFK. Ele era, no final das contas, o homem mais poderoso do planeta, um homem a respeito do qual dizem que ela falou certa vez: Jack Kennedy é muito melhor do
que os antigos velhinhos feios, sem cérebro nem beleza".
Usando sua habitual peruca escura, ela entrou no carro de Peter Lawford e foi levada até o Aeroporto Internacional de Los Angeles, onde o avião Convair do presidente aguardava para transportá-los pelos 175 quilômetros até o aeroporto de Palm Springs. Lá, um carro esperava para levá-Ios até a casa de Bing Crosby, isolada no deserto.
Num dos seus raros dias de folga das obrigações presidenciais, JFK chegou à propriedade de Crosby precisamente às 12h30 daquela tarde de domingo, vindo diretamente de um encontro de 55 minutos com Eisenhower. Espantosamente, a não ser por um agente do Serviço Secreto, Walter Coughlin, ele chegou sozinho. (A primeira-dama Jacqueline estava em viagem pela Índia e pelo Paquistão nessa época, numa visita informal de boa vontade.) Além do presidente e do já mencionado agente, havia apenas mais quatro pessoas na casa de Crosby naquele dia: Peter Lawford, sua esposa Pat, o comediante Bob Hope e, é claro, Marilyn Monroe.
Segundo o que foi informado por fontes confiáveis, inclusive Ralph Roberts, naquela tarde, o presidente e a atriz caminharam tranquilamente em torno da piscina. Mais tarde, à noite, durante um jantar exclusivo em um chalé afastado, dentro da propriedade, JFK, agora usando um suéter informal preto, de gola alta, sentou-se e escutou, enquanto a atriz narrava
histórias tórridas de Hollywood. Enquanto ela falava, ele passou a mão, por baixo da mesa, pela coxa de Marilyn. Sem encontrar resistência, ele continuou, mas parou quando percebeu que ela não estava usando roupa de baixo. (Ela nunca usava.) Ele retirou a mão imediatamente. "Ele não imaginava que chegaria tão longe", brincou Marilyn mais tarde. Naquela mesma noite, mais tarde, e com a atriz, movida pelo álcool, dando em cima dele, o
casal passou para um quarto sossegado, e o inevitável aconteceu.
A evidência confiável de que o presidente e Marilyn dividiram uma cama naquela noite veio em uma entrevista com Ralph Roberts, que foi por muito tempo massagista e confidente da atriz. Ele revelou que Marilyn, inocentemente, mas certamente orgulhosa, chamou-o para perguntar sobre o músculo soleus. (Um músculo poderoso, situado na parte de trás da parte
inferior da perna, que começa logo abaixo do joelho e vai até o calcanhar, e permite que as pessoas fiquem de pé e caminhem.) Roberts sabia muito bem que ela havia sido convidada para a casa de Crosby naquele fim de semana, e que o presidente também estaria presente. Assim, quando veio o telefonema tarde da noite de sábado, ele soube, instintivamente, que ela havia conversado com Kennedy a respeito de seus conhecidos problemas nos músculos e nas costas. O telefone então foi passado para o próprio Kennedy, que pediu a Roberts alguns conselhos sobre como amenizar as dores constantes em seu corpo.
Em 1993, Roberts anunciou que Marilyn lhe havia dito que aquela fora a única vez durante o tempo em que se conheceram em que passaram a noite juntos. "Marilyn me deu a impressão de que não tinha sido uma ocasião importante para nenhum dos dois", ele comentou. "Aconteceu uma vez, e foi só." Em outra conversa, sabe-se que a atriz declarou: "Ele pode ser um bom presidente, mas não me arrebata sexualmente".
Como podemos ver, a noite de paixão de Marilyn com Kennedy não foi muito satisfatória. Mais tarde, ela se queixou a pelo menos dois amigos de que ele era excessivamente maquinal. Quanto à sua ejaculação precoce, a atriz comentou com Roberts que o presidente "fazia sexo como um adolescente". O outro confidente foi James Bacon, com quem namorara por pouco tempo, colunista em um jornal. Quando ela lhe contou como Kennedy tinha sido decepcionante na cama, ele gritou: "Mas, Marilyn. Ele vive ocupado demais dirigindo o país para se preocupar em ser bom de cama".
Na verdade, devido às dores lancinantes que sentia nas costas, relações sexuais e preliminares demoradas eram, lamentavelmente, quase impossíveis para Kennedy. Ele só podia manter relações bem-sucedidas com urna mulher quando estava na piscina da Casa Branca. O movimento na água era benéfico para os músculos de suas costas e da virilha. Mas, durante encontros em outros lugares - e eram muitos - ele só podia participar de beijos e
de sexo oral, que recebia com frequência. Para ele, sexo, como atestaria Marilyn, era mecânico. Preliminares eram dolorosas demais, ele chegava ao orgasmo depressa demais, e, como seu desejo de intimidade com uma mulher se originava mais da necessidade do que por escolha, ele preferia que o ato terminasse o mais cedo possível.
Marilyn não era a única que se sentiu insatisfeita depois de uma noite no quarto com o presidente dos Estados Unidos. É fácil encontrar histórias que corroboram sua inabilidade na cama. No livro de Sally Smith, Grace and Power, diz-se que a esposa do presidente, Jacqueline, teria comentado: "Ele é rápido demais, depois dorme".Judith Campbell, namorada de um gângster, foi outra que prestou testemunho publicamente, tanto em livros quanto
em artigos para revistas, sobre a dificuldade sexual de Kennedy no quarto.
Entretanto, a recordação mais divertida foi a da atriz de cinema e televisão Angie Dickinson, que, ao comentar o estilo sexual extremamente rápido praticado por Kennedy, supostamente teria dito que foram "os melhores 20 segundos da minha vida". (Ela chegou a escrever sobre esse assunto em suas memórias ainda inéditas.)
Eram decisivos para a ineficiência sexual de Kennedy os problemas persistentes e atestados tanto com suas costas quanto com o restante do seu corpo. Ele sofria de osteoporose, que afetava seriamente sua coluna, e, desde os 20 anos de idade, o forçava a usar permanentemente uma cinta. Suas costas foram ainda mais danificadas quando, em 2 de agosto de 1943, segunda-feira, durante a Segunda Guerra Mundial, seu torpedeiro foi atingido
por um destróier japonês no Pacífico Sul. Durante dezesseis horas, sem intervalo, Kennedy conseguiu heroicamente salvar seus companheiros, mas sua coragem adicionou pressão à sua coluna já danificada.
No início da década de 1930, o coquetel de esteroides que ele consumia para a colite tinha acelerado sua osteoporose. Seus ossos enfraquecidos, que até então sustentavam a coluna, agora estavam cedendo e ele era incapaz de executar as tarefas mais simples. Devido ao fato de sua perna esquerda ser dois centímetros mais curta do que a direita (um agravamento mecânico óbvio da fraqueza da coluna), ele às vezes chegava a ter que virar-se de lado
para subir uma escada comum.
Na tentativa de aliviar a dor incessante nas costas, cirurgiões abriram as costas de Kennedy e inseriram, de cada lado da parte inferior da coluna, duas placas finas de metal. Chamadas placas Wilson, sua finalidade era manter a coluna no lugar, reduzir a quantidade de movimento e, consequentemente, reduzir a quantidade de dor que ele sentia. Mas, apenas três dias após a operação, Kennedy contraiu uma infecção por estafilococos que saiu
de controle e ele entrou em coma. Chegou a receber da Igreja o sacramento da unção dos enfermos, mas se recuperou. Apesar disso, alguns meses depois, a dor nas costas voltou, mais severa do que antes. Os médicos decidiram remover as placas, mas, por causa disso, ele ficou com dois buracos abertos nas costas, do tamanho de um punho de tamanho médio. Em virtude das operações, suas costas ficaram mais fracas do que nunca.
Quando JFK se mudou para a Casa Branca, em janeiro de 1961, levou com ele oito médicos pessoais, que cuidariam de todas as suas queixas e ajudariam a manter a imagem pública de um presidente jovem, vibrante e robusto. Mas isso era, na verdade, uma fachada. Seu corpo era uma ruína em desintegração. Até a menor tarefa braçal causava-lhe grande sofrimento.
Na única vez em que esteve intimamente com Marilyn, em março de 1962, o presidente Kennedy, o homem mais poderoso do mundo, estava em tão mau estado que tinha dificuldade em levantar-se da cama pela manhã.
Abaixar-se para calçar os sapatos e as meias causava-lhe grande desconforto.
Com o corpo tão doente, a ideia de ter qualquer tipo de relação sexual fora da piscina altamente terapêutica da Casa Branca não tinha a menor chance de ser bem-sucedida.
Marilyn e JFK nunca mais dividiriam uma cama ou teriam algum tipo de relacionamento de natureza sexual, e Marilyn nunca tentou. Antes de se despedirem, entretanto, na manhã de 25 de março, sabendo de sua preferência por charutos, Marilyn deu-lhe de presente um isqueiro Ronson Adonis cromado. Produzido pela empresa entre 1949 e 1964, ela mandou gravar as iniciaisJFK no isqueiro. Kennedy também lhe deu alguma coisa, fez-lhe um convite verbal para cantar na festa de seu aniversário, que se aproximava. Naturalmente, ela aceitou.
Ela logo se esqueceu da decepção no quarto com Kennedy. Naquela tarde, voltou à sua casa em Brentwood e encontrou Joe DiMaggio à espera.
Durante a semana que se seguiu, o par foi visto saindo junto regularmente.
Na terça-feira, 27 de março, foram vistos no vizinho Brentwood Country Mart comprando frangos para assar. A atriz o fez usando seu habitual disfarce, uma peruca, echarpe e um casaco velho de polo, e sem nenhuma maquiagem. Cavalheiro como sempre, DiMaggio recusou-se a passar todas as noites na casa de Marilyn, e preferia, em vez disso, dormir em seu quarto no Hotel Beverly Hilton. Entretanto, houve uma exceção.
ÀB 19h30 do sábado, 31 de março, a um custo de 900 dólares, a atriz, clandestinamente, contratou uma limusine para pegá-Ia  em sua casa em Fifth Helena e levá-Ia até onde Joe estava hospedado. Depois que o surpreendido DiMaggio embarcou, o carro levou-os de volta à casa da atriz.
A limusine ficou de prontidão a noite inteira, e só foi solicitada novamente às 10h30 da manhã seguinte, quando o chofer levou DiMaggio de volta ao seu hotel. Estava suficientemente claro que o casal estava sentindo um imenso prazer na companhia um do outro novamente, de várias maneiras.


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Marcio Mafra
30/01/2013 às 00:00
Brasília - DF

Arlete Rodrigues de Souza Mendes, me presenteou "Os Ultimos Anos de Marilyn Monroe" em meu aniversário de 2012.


 

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