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Morte Súbita

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Morte Súbita

Livro Bom - 2 opiniões

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Autor: J K Rowling

Editora: Nova Fronteira

Assunto: Romance

Traduzido por: Izabel Aleixo

Páginas: 501

Ano de edição: 2012

Peso: 750 g

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Excelente
Gabriel Dias Amaral
12/11/2013 às 00:32
Belo Horizonte - MG
Livro genial!

Ruim
Marcio Mafra
22/01/2013 às 00:22
Brasília - DF
Barry Fairbrother teve um AVC e morreu subitamente. Os moradores de Pagford ficaram assanhados como formigas desesperadas por causa das questões separatistas da vila Fields, que vive anexada (como uma cidade satélite de Brasília) à Pagford. Isso e todas as demais questões importantes de Pagford são decididas pelo “Conselho da Cidade” uma espécie de Prefeitura. Fairbrother era o “prefeito”. Uma eleição para a vaga deixada por Barry é necessária, e os principais candidatos são os personagens: Howard Mollison, Miles Mollison, Simon Price, Parminder Jawanda. A história se desenrola com muitas traições, tráfico de influência, maldades e escândalos como é próprio do período eleitoral. Foi a maneira divertida que J K Rowling achou para desconstruir cada uma das candidaturas. Em “Morte Súbita” o reconhecido e invejado talento da autora trabalhou um roteiro demasiadamente extenso (501 páginas), abarrotado por 21 personagens importantes fato que, por vezes, tornou a história cansativa, senão chata. O drama da “família” Wedoon, parece ter sido inserido no enredo para dar um toque “moral” e "politicamente correto" sobre tráfico e malefícios do uso de drogas. O titulo que a editora adotou para a edição em português “Morte Súbita” não tem nada a ver com o original “The Casual Vacancy”. Um discreto lance de marketing criado porque “Morte Súbita” atrai muito mais do que “A Vaga Ocasional”. Na verdade a história é sobre a vaga surgida ocasionalmente no “Conselho da Cidade” e não sobre a morte de Fairbrother. Dane-se o leitor. A autora é excelente, mas não se pode dizer o mesmo sobre este livro.

Marcio Mafra
22/01/2013 às 00:00
Brasília - DF

A história da morte súbita de Barry Fairbrother, uma espécie de prefeito (ou coronel do interior) da cidade de Pagford. O defunto “ainda não tinha esfriado” e já começava a luta dos candidatos ao lugar de Fairbrother, com todas as contradições, mentiras, demagogias, discursos, maldades, escândalos e violências que sempre acontecem no período que antecede as eleições de qualquer cidade grande ou pequena.....

Rodrigo Soares
07/02/2013 às 00:00
Samambaia - DF

Nas segundas-feiras, como Parminder sempre trabalhava até tarde e Vikram normalmente estava no hospital, os três filhos do casal botavam a mesa e preparavam o jantar para si mesmos. Às vezes discutiam por bobagens; em outras riam o tempo todo. Hoje, porém, estavam tão absortos nos seus próprios pensamentos que o trabalho foi feito com uma eficiência fora do comum e quase em silêncio absoluto.
Sukhvinder não contou ao irmão nem à irmã que havia tentado matar aula, nem que Krystal Weedon tinha ameaçado bater nela. Ultimamente o seu hábito de guardar segredos estava ainda mais forte. Tinha verdadeiro pavor de fazer confidências, porque temia que elas pudessem revelar o mundo de estranheza que vivia dentro dela, o mundo em que Bola Wall parecia capaz de penetrar com uma facilidade assustadora. Ao mesmo tempo, sabia que os acontecimentos daquele dia não podiam ser escondidos indefinidamente. Tessa tinha lhe dito que pretendia ligar para Parminder.
- Tenho que ligar para a sua mãe, Sukhvinder, é o que sempre fazemos, mas vou explicar a ela por que você fez isso.
Sukhvinder quase sentiu um certo carinho por Tessa, mesmo ela sendo a mãe de Bola Wall. Com medo da reação da sua própria mãe, uma minúscula fagulha de esperança se acendeu dentro ela, imaginando que Tessa pudesse interceder a seu favor. Será que a compreensão do desespero de Sukhvinder poderia, enfim, provocar uma ruptura na desaprovação implacável da sua mãe, no seu desapontamento constante, no seu criticismo empedernido e sem fim?
Quando a porta da frente se abriu, ela ouviu a mãe falando punjabi.
- Ah, não, essa maldita fazenda outra vez - rosnou Jaswant, que tinha aguçado os ouvidos para escutar.
Os Jawanda possuíam um pedaço de terra no Punjab que pertenceu aos seus antepassados e que Parminder, a filha mais velha, herdou do pai, já que ele não havia tido filhos homens. [aswant e Sukhvinder já tinham conversado algumas vezes sobre o lugar que essa fazenda ocupava na vida da família. Elas achavam curioso, mas também divertido, que alguns dos seus parentes mais velhos vivessem na expectativa de que a família inteira fosse voltar para lá um dia. O pai de Parminder mandou dinheiro para a fazenda durante toda a sua vida. Ela estava arrendada para uns primos em segundo grau, que pareciam sempre zangados e amargurados. A família da mãe discutia com frequência por causa da fazenda.
- Vovó ficou furiosa e já está brigando outra vez - traduziu Jaswant, à medida que a voz abafada da mãe penetrava pela porta.
Parminder ensinou à primogênita alguma coisa de punjabi, e jazz aprendeu ainda mais com os primos. Já Sukhvinder, por causa da sua dislexia tão acentuada, não foi capaz de aprender duas línguas ao mesmo tempo, e a mãe então acabou desistindo.
- Harpreet continua querendo vendê-Ia para a construção da estrada .
Sukhvinder ouviu Parminder tirando os sapatos. Queria que a mãe não se aborrecesse com a fazenda, especialmente naquela noite, pois esse  assunto nunca a deixava de bom humor. Quando Parminder empurrou a porta da cozinha, e o seu rosto parecia uma máscara de tanta tensão, Sukhvinder perdeu completamente a coragem.
Parminder acenou para Jaswant e Rajpal, depois apontou para Sukhvinder e, em seguida, para uma das cadeiras da cozinha, indicando que ela devia se sentar e esperar a ligação terminar.
Jaswant e Rajpal saíram da cozinha rapidamente e foram para os seus quartos. Obedecendo ao comando silencioso da mãe, Sukhvinder ficou ali esperando, pregada à cadeira, junto à parede dos retratos, na qual sua relativa inadequação era exibida para quem quisesse ver. A ligação durou uma eternidade, até que finalmente Parminder se despediu e desligou.
Quando a mãe se virou, Sukhvinder soube de imediato, antes mesmo que qualquer palavra fosse dita, que tinha sido um engano alimentar esperanças.
- Então - disse Parminder -, Tessa ligou para falar comigo lá no trabalho. Acho que você sabe do que se trata.
Sukhvinder assentiu. A sua boca parecia cheia de bolas de algodão.
A ira de Parminder estourou como ondas numa correnteza, que iam arrastando Sukhvinder, impedindo-a de pôr os pés no chão ou de se levantar.
- Por quê? Por quê? Você está imitando a garota de Londres outra vez? .. Está tentando impressioná-Ia? Jazz e Raj nunca se comportaram desse jeito, nunca ... Por que você faz isso? O que há de errado com você?
Por acaso tem orgulho de ser preguiçosa e desleixada? Acha que é legal agir como uma delinquente? Como você acha que me senti quando Tessa me contou? Ela ligou para o meu trabalho ... Nunca fiquei tão envergonhada ... Você só me dá desgosto, está me ouvindo? Você não tem tudo de que precisa aqui? Não ajudamos você? O que há de errado com você, Sukhvinder?
Desesperada, tentando interromper a fúria da mãe, ela mencionou o nome de Krystal Weedon
- Krystal Weedon! - gritou Parminder. - Aquela garota estúpida!
Por que se importa com o que ela diz? Você disse a ela que tentei manter a droga da bisavó dela viva? Você disse isso a ela?
- Eu ... não ...
- Se vai ligar para o que os pares de Krystal Weedon dizem, então não há mais esperança para você. Talvez seja esse mesmo o seu mundo, não é, Sukhvinder? Você quer matar aula, trabalhar num café e desperdiçar todas as oportunidades de estudar que nós lhe damos? Acha que assim é mais fácil? Foi isso que você aprendeu com Krystal Weedon naquela equipe ... a descer até o nível dela?
Sukhvinder pensou em Krystal e na sua gangue, impacientes para atravessar a rua, esperando por uma brecha no trânsito. O que podia fazer para que a sua mãe entendesse? Uma hora antes chegou a fantasiar timidamente sobre a possibilidade de, enfim, poder contar à mãe sobre Bola Wall ...
- Saia da minha frente! Vou falar com o seu pai quando ele chegar em casa ... Saia daqui!
Sukhvinder subiu as escadas. Jaswant a chamou da porta do seu quarto.
- O que foi essa gritaria toda?
Sukhvinder não respondeu. Foi direto para o próprio quarto, fechou a porta e se sentou na beira da cama.
O que há de errado com você, Sukhvinder?  Você só me dá desgosto.
Por acaso tem orgulho de ser preguiçosa e desleixada?
O que ela esperava? Ser abraçada calorosamente e confortada? Quando tinha sido abraçada e acolhida por Parminder? Havia mais conforto na lâmina afiada da gilete escondida no seu coelho de pelúcia; mas o desejo, que crescia e se tornava uma necessidade, de se cortar e de sangrar não podia ser satisfeito àquela hora, com a família acordada e o seu pai a caminho de casa.
O lago negro do desespero e da dor que existia em Sukhvinder e ansiava por libertação estava em chamas, como se tivessem despejado combustível nas suas águas e ateado fogo.
Vamos ver como ela se sente.
Ela se levantou, deu uns poucos passos até o outro lado do quarto e se jogou bruscamente na cadeira da escrivaninha, debruçando-se sobre o teclado do computador.
Sukhvinder havia ficado quase tão interessada quanto Andrew Price quando o idiota daquele professor substituto tentou impressioná-Ios, dizendo que sacava tudo de computador. Ao contrário de Andrew e de outros garotos, Sukhvinder não tinha bombardeado o professor com perguntas sobre hackers; simplesmente foi para casa em silêncio e encontrou tudo on-line. Quase todo site moderno estava protegido contra a injeção SQL padrão, mas quando Sukhvinder ouviu a sua mãe discutindo sobre o ataque anônimo ao site do Conselho Distrital, pensou que a segurança daquele site velho e precário devia ser mínima.
Sukhvinder sempre achou que digitar era melhor que escrever, e ler os códigos dos computadores, mais fácil do que uma longa sucessão de palavras. Não foi difícil encontrar um site que desse instruções precisas para a mais simples forma de injeção SQL. E então entrou no site do Conselho Distrital.
Levou apenas cinco minutos para hackear o site, e só porque da primeira vez ela transcreveu errado o código. Para o seu espanto, descobriu que quem quer que estivesse administrando o site não tinha removido o perfil do usuário de O_Fantasma_de_Barry_Fairbrother da base, apenas deletado o post. Seria brincadeira de criança, então, postar com o mesmo nome.
Sukhvinder levou muito mais tempo para escrever a mensagem do que para hackear o site. Tinha guardado aquela acusação secreta durante meses, desde a véspera do Ano-Novo, quando notou, surpresa, o rosto da mãe, às dez para a meia-noite, lá do canto da festa onde estava escondida. Digitou bem devagar. ° corretor automático a ajudou com a ortografia.
Não teve medo de que Parminder fosse checar o histórico do seu computador. Sua mãe sabia tão pouco sobre ela e sobre o que acontecia naquele quarto que jamais suspeitaria da filha preguiçosa, burra e desleixada.
Sukhvinder apertou o botão do mouse como se fosse um gatilho. 


Nenhuma informação foi cadastrada até o momento.

Marcio Mafra
22/01/2013 às 00:00
Brasília - DF

Morte Súbita, de Joanne Kathleen Rowling,em janeiro de 2013, aqui no Brasil constava de todas as listas de “mais vendidos”. Foi ela quem escreveu os 7 livros sobre Harry Potter  que entre 1997 e 2007 vendeu 450 milhões de livros, em 200 diferentes países, editados em 73 línguas. É o maior sucesso de todos os tempos, maior que a Bíblia, o Alcorão e o Livro Vermelho, porque nenhum dos 450 milhões de compradores das histórias de Harry Potter foi induzido a comprar o livro forçado por suas convicções religiosas (caso da Bíblia e do Alcorão) ou obrigado pelos soldados do exército chinês (caso do Livro Vermelho). Por isso não “fiquei pensando” nem um segundo para comprá-lo.....


 

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