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Guia do Livronauta

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Guia do Livronauta

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Autor: MEC

Editora: MEC

Assunto: Guia de Soluções

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 161

Ano de edição: 2001

Peso: 450 g

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Muito bom
Marcio Mafra
19/01/2013 às 20:21
Brasília - DF
Livro paradidático, dividido em capítulos que tratam do prazer e das técnicas para ensinar alunos a gostarem de leitura. Os autores criaram um planeta imaginário que contem livros de ficção, não ficção e poesia, constantes do acervo “PNBE/98 Programa Nacional Biblioteca da Escola”. Este programa possui livros que podem ser “baixados” pelo professor ou leitor, uma vez que são obras de domínio público. O Guia do Livronauta, inteligentemente cita o nome das escolas do Brasil utilizaram com sucesso o programa do Ministério da Educação. Ferramenta muito boa para o nascimento de livronautas.

Marcio Mafra
19/01/2013 às 00:00
Brasília - DF

Guia para ajudar a orientação de equipes escolares e professores a descobrir o prazer da leitura. 

Marcio Mafra
19/01/2013 às 00:00
Brasília - DF

Atenção, caro livronauta! Você está prestes a sobrevoar um dos mais belos continentes do planeta Acervo PNBE/98: o da Poesia. São territórios montanhosos esses que você irá percorrer, pois os poemas sempre nos convidam a elevarmo-nos do chão, a sairmos do terra-a-terra, em busca de luz, de beleza, de esquecimento de males e de pausa de aflições. Os poetas que o acompanharão em suas escaladas têm o dom de sintetizar, em algumas palavras, um universo complexo de sensações e idéias. Jorge Luis Borges, em Parábola do palácio, diz que o Imperador Amarelo, certo dia, mostrou o seu palácio ao poeta. Ao final da visita, depois de haver contemplado "jardins, águas, arquiteturas e formas de esplendor", o poeta recitou uma breve composição. Dizem que constava apenas de um verso. Entretanto, "o certo, o inacreditável, é que no poema estava inteiro e minucioso o palácio enorme, em cada ilustre porcelana e cada desenho em cada porcelana e as penumbras e luzes dos crepúsculos e cada instante desditoso ou feliz das gloriosas dinastias de mortais, de deuses e dragões que habitaram nele desde o interminável passado". Esse milagre, que só a poesia tem o dom de realizar, você também poderá testemunhar. 


  • Biblioteca Escolar: Um Mundo A Descobrir

    Autor: Lorenzo Aldé

    Veículo: Web

    Fonte: http://www.educacaopublica.rj.gov.br/biblioteca/literatura/0015e.html

    Biblioteca escolar: um mundo a descobrir


    Um universo em cada escola

    Lorenzo Aldé

    Em todo o Brasil, existem cerca de 20 mil escolas públicas com 500 alunos ou mais. Em 1998, todas essas escolas receberam do MEC um acervo com 206 livros para montarem ou enriquecerem suas bibliotecas. O Acervo Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE) reúne títulos brasileiros de literatura, poesia, teatro, música, historiografia, sociologia e antropologia. Também fazem parte do acervo obras de consulta, como atlas, dicionários e enciclopédias.

    A seleção é um apanhado do melhor da produção brasileira do século XVII ao século XX. É claro que ficou um mundo de fora, mas também há um mundo ali dentro, que merece ser valorizado pela escola. Os professores muitas vezes não imaginam que contam com tantos recursos na própria escola.

    Sabemos que muitos alunos são resistentes com a leitura, ainda mais quando ela é associada a uma "ordem" do professor: "Leiam o livro tal, páginas tais, para segunda-feira, e façam um resumo valendo nota". O desafio dos educadores é fazer com que a biblioteca seja um espaço atraente para os alunos, um espaço de livres descobertas e investigações, um espaço aberto, acessível, onde eles podem se desligar da realidade e encontrar-se com o prazer da leitura, sem obrigação ou compromisso.

    O Acervo PNBE/98 é apenas um ponto de partida. Os educadores e pais podem ser aliados para promover a ampliação do acervo de livros da escola. Várias escolas públicas, em todo o país, foram bem-sucedidas ao lançarem campanhas para que a comunidade doasse livros e incentivasse as atividades da biblioteca. A biblioteca não tem que ser um espaço morto, composto de prateleiras, livros, mesas, cadeiras e só. Que aluno pode se sentir atraído por um lugar abandonado? Por natureza, a biblioteca é um espaço cultural, e como tal pode abrigar eventos, concursos, encontros, debates, exposições.

    Conheça alguns bons livros que compõem o Acervo PNBE/98:
    • Romances e contos
    • Teatro
    • Poesia
    • Não-ficção

    Conheça também a relação de livros "Altamente Recomendáveis" do ano de 2000, elaborada pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil.
    Romances e contos

    Capitães de Areia (Jorge Amado) - Clássico de Jorge Amado, escrito em 1937, narra as aventuras, paixões e tragédias de um grupo de meninos e meninas que vive nas ruas de Salvador.

    Os cavalinhos de Platiplanto (José J. Veiga) - Os contos deste autor goiano têm como protagonistas crianças e adolescentes, que vivem histórias cheias de mistério. A imaginação é mais

    forte do que a realidade, e capaz de transformá-la. Os mundos fantásticos criados por José J. Veiga seduzem à primeira leitura.

    Sítio do picapau amarelo (Monteiro Lobato) - Dezenove livros da série Sítio do picapau amarelo fazem parte do Acervo. Aqui estão Dona Benta, Tia Nastácia, Pedrinho, Narizinho, Emília,

    Visconde, o Saci, a Cuca. São personagens inesquecíveis, que marcam ainda hoje a vida de crianças e adolescentes, e convivem com grandes nomes da literatura, como Dom Quixote,

    Hércules e Peter Pan, e também personagens históricos, como Hans Staden e Galileu Galilei. Aventuras fantásticas numa leitura envolvente, que ensina sobre diversos assuntos, como

    História, Geografia, Ciências, Mitologia e folclore brasileiro. Indispensável!

    O coronel e o lobisomem (José Cândido de Carvalho) - Romance escrito em 1964, é narrado pelo coronel Ponciano, um fazendeiro encantador que, entre mentiras e verdades, conta suas

    aventuras ao enfrentar lobisomens (tanto os "reais" como os simbólicos: problemas do dia-a-dia). É outra boa indicação para quem quer apenas se deliciar com uma leitura agradável,

    cheia dos melhores valores humanos.

     

    Viva o povo brasileiro (João Ubaldo Ribeiro) - Romance épico que percorre quatro séculos da história do Brasil. A linguagem de João Ubaldo é sempre bem humorada, envolvente, surpreendente. O autor descreve com habilidade os sentimentos e motivações de personagens tão díspares quanto os holandeses exploradores do século XVI, índios canibais, escravos de engenho, poderosos oligarcas, religiosos, funcionários públicos e políticos, entre outros. São dezenas de personagens, numa história fascinante e bem contada, que anda junto e é coerente com a História do Brasil, inclusive suas incoerências e injustiças. Quem começa a ler não pára mais.

     

    Vidas secas (Graciliano Ramos) - Romance sobre a vida de uma família de trabalhadores rurais que, com sua cachorra Baleia, abandona o sertão alagoano rumo à cidade, fugindo da seca. Os sentimentos e pensamentos dos personagens são retratados com delicadeza, assim como sua dificuldade de expressão e comunicação. A seca e a miséria atingem não só o corpo dessas pessoas, mas também sua alma.

     

    O tempo e o vento (Érico Veríssimo) - Este escrito gaúcho criou alguns dos mais belos romances de nossa literatura. O tempo e o vento divide-se em três livros: O continente, O retrato e O arquipélago. Duas famílias inimigas disputam terras e poder geração após geração, desde o século XVIII até o Estado Novo de Getúlio Vargas, acompanhando a história do Rio Grande do Sul. É um épico arrebatador, grandioso, inesquecível.

     

    Sagarana(Guimarães Rosa) - A linguagem dos romances e contos de Guimarães Rosa é considerada uma das mais ricas e originais já criadas na literatura brasileira. O Acervo traz cinco títulos do autor, entre eles o clássico romance Grande sertão: veredas. Mas sugerimos aos leitores que comecem pelos contos de Sagarana. A princípio as palavras parecem estranhas, e as frases confusas. Mas logo somos conquistados por seus personagens simples e profundos, em histórias emocionantes, heroicas e cheias de significados. "Viver é muito perigoso", nos ensina Guimarães Rosa, convidando-nos a enfrentar com ele esses perigos.

     

    Perto do coração selvagem (Clarice Lispector) - Ler Clarice é uma experiência única, reveladora e íntima. A autora mergulha fundo nos sentimentos de seus personagens. O mais importante não são as ações, e sim os detalhes, o olhar, o amor e o sofrimento vividos intensamente. As palavras carregam forte carga poética, e nos fazem pensar na complexidade das sensações que carregamos dentro de nós.

     

    O encontro marcado (Fernando Sabino) - O mais conhecido romance do escritor mineiro fala de amizade, família, sonhos e destino. Leve e divertida, a história é um relato em primeira pessoa, com o qual é impossível não se identificar.

     

    Teatro
    Auto da Compadecida (Ariano Suassuna) - Hoje conhecida por ter virado série televisa e filme de cinema, esta peça traz as principais características do grande folclorista pernambucabo: tipos populares, esperteza, muito humor e reviravoltas inesperadas. Boa de ler e ótima de ser encenada.

    Teatro completo de Nelson Rodrigues, volumes 1 e 2 - Os dois primeiros volumes (de um total de quatro) das obras completas do maior dramaturgo brasileiro são uma aula de teatro, drama, tragédia e humor. Personagens urbanos, normalmente da classe média do Rio de Janeiro, vivem dilemas universais, em tramas impecáveis que misturam sexo, violência, traição, relações familiares, sonhos e os principais valores humanos postos à prova. São obras-primas, obrigatórias para quem aprecia teatro.

    Poesia
    Espumas flutuantes (Castro Alves) - Esta é a única obra publicada em vida pelo célebre poeta baiano, que viveu no século XIX. Os versos de Castro Alves misturam sonoridade, lirismo e engajamento político. Os poemas Navio Negreiro e Vozes d'África foram importantes, na época, para a campanha pela abolição da escravidão.

    Estrela da vida inteira (Manuel Bandeira) - Tuberculoso aos 18 anos de idade, Manuel Bandeira conviveu com a morte desde então, e felizmente viveu quase 80 anos, sendo um dos importante poetas do movimento modernista e encarando com ironia e simplicidade as coisas da vida. São dele os famosos versos de Pasárgada: "Vou-me embora pra Pasárgada / Lá sou amigo do rei / Lá tenho a mulher que eu quero / Na cama que escolherei...".

    Poesia completa, volumes I, II, III e IV (Cecília Meireles) - "Eu canto porque o instante existe / E a minha vida está completa. / Não sou alegre nem triste: / Sou poeta.". Assim era Cecília Meireles, e assim é sua obra: sutil, humana, doce, mística.

    Antologia poética (Carlos Drummond de Andrade) - O mineiro Drummond é referência obrigatória ao se pensar poesia brasileira. Pessoas simples e suas inquietações, a infância e a vida moderna são alguns de seus personagens preferidos. A vasta obra também inclui contos e crônicas.

    Antologia poética (Vinícius de Moraes) - Nosso "poetinha" foi advogado, diplomata, mulherengo, boêmio e letrista de clássicos da MPB e da música infantil (a Arca de Noétambém está no

     

    Acervo PNBE, assim como o Livro dos sonetos). Em sua poesia, Vinícius nos brinda com sua sabedoria de viver e amar.
    Serial e antes (João Cabral de Melo Neto) - Escrito como um auto de Natal, Morte e vida Severina tornou-se um dos mais conhecidos poemas de nossa história, narrando as desventuras dos que nada têm, dos que se alimentam de vida e esperança no meio de um cenário de morte. A peça foi musicada por Chico Buarque e tornou-se universal. Neste livro descobrimos esta e outras obras de versos cortantes, críticos e precisos. Do mesmo autor, o Acervo também traz o livro A educação pela pedra e depois.
    Antologia de antologias: 101 poetas brasileiros revisitados - Uma viagem pela história da poesia brasileira, em uma seleção de versos marcantes, tanto os desconhecidos quanto os "clássicos".

     

    Não-ficção
    Os sertões (Euclides da Cunha) - Designado pelo jornal A Província de São Paulo (atualO Estado de São Paulo) para cobrir o movimento de Canudos em Pernambuco, Euclides da Cunha produziu uma reveladora descrição das condições de vida dos sertanejos, da intolerância e preconceito das classes dirigentes para com os brasileiros excluídos, e dos acontecimentos que marcaram a Guerra de Canudos, liderada por Antônio Conselheiro. Publicado pela primeira vez em 1901.
    Carnaval, malandros e heróis - para uma sociologia do dilema brasileiro (Roberto DaMatta) - Estudo sobre as contradições brasileiras e sobre como forjamos, historicamente, o personalismo que dificulta a criação de uma verdadeira democracia, onde todos sejam iguais perante a lei e onde exista a noção do poder público enquanto poder "de todos". A injustiça brasileira explicada pela nossa tradição religiosa e cultural.
    Mauá - empresário do Império (Jorge Caldeira) - A história do primeiro empresário moderno do Brasil, que no século XIX partiu de uma infância simples para fazer fortuna em empreendimentos ousados, como a construção de estradas de ferro (foi ele quem fez as primeiras do país) e a criação de companhias de navegação, expandido seus negócios até a Argentina e o Uruguai. Sua visão empresarial contrastava com a decadente mentalidade escravista. Sua vida revela os bastidores do poder, da economia e da cultura no Brasil pós-independência.
    200 crônicas escolhidas (Rubem Braga) - Poucos tiveram o dom de escrever crônicas como Rubem Braga. Filtrando os fatos do cotidiano, da política e da sociedade carioca com sua ótica particular, o autor produz textos interessantes e gostosos de ler. Esta seleção reúne crônicas escritas entre as décadas de 1930 e 1970.
    Raízes do Brasil (Sérgio Buarque de Holanda) - Um grande marco da historiografia brasileira, esta obra procura compreender as origens históricas da sociedade brasileira, da desigualdade que nos marca, dos conflitos entre a vida pública e a vida privada. Enfim, com Sérgio Buarque podemos tentar nos entender melhor: as particularidades do nosso país e a nossa condição, enquanto brasileiros.
     

Marcio Mafra
19/01/2013 às 00:00
Brasília - DF

Sem fazer qualquer alusão ao site WWW.livronautas.com.br no Natal de 2012, Rafael me presenteou este exemplar do Guia do Livronauta “Sobrevoando o tesouro da Biblioteca e aterrissando na prática”


 

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