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Falando Francamente

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Falando Francamente

Livro Péssimo - 1 opinião

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Autor: Arnaldo Nogueira

Editora: LGE

Assunto: Memórias

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 224

Ano de edição: 2006

Peso: 315 g

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Péssimo
Marcio Mafra
18/01/2013 às 23:15
Brasília - DF
Este é um daqueles “livros de memória” que servem mais para registrar fatos que o autor possa tê-los considerado históricos ou importantes para a comunidade onde viveu. Não é sempre, mas às vezes, serve exclusivamente para lavar e enxaguar a vaidade do autor. Não que os fatos marcantes da vida de Arnaldo Nogueira não tenham sido bons, ou não tenham tido importância. Por mais intensa e brilhante que tenha sido sua vida profissional (e familiar) o livro é ruim, notadamente na primeira, segunda e quarta partes. A terceira parte não é das piores, mas não salva o livro. Ao longo das 224 páginas, parece que o leitor tem em mãos um relatório de gestão. É muito tatibitati. Certinho, arrumadinho, parecendo que o autor viveu no mundo do Peter Pan, no mundo do pirlimpimpim. A velha e sábia história se repete: autor de livro sem talento de escritor resulta num “Falando Francamente”.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 00:00
Brasília - DF

Memórias do locutor, apresentador de TV, vereador, deputado estadual e deputado federal Arnaldo Nogueira. Ele foi diretor do jornal O Globo durante 22 anos.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 00:00
Brasília - DF

Assistir ao Falando Francamente de Arnaldo Nogueira, no Rio, tornou-se mais do que um costume para minha família. Era uma obrigação e, mais do que isso, uma obsessão. Meu pai exigia silêncio em torno do aparelho de tevê. Comentários, só no final das entrevistas. Nem no intervalo, porque o querido amigo expõe, no texto que se segue, a prevalência da natureza das coisas. A televisão foi inventada antes do videoteipe. Era tudo ao vivo. Assim, nem registros daqueles programas essenciais para nossa formação. Nem publicidade pré-gravada. Arnaldo fazia uma pausa no diálogo com seus entrevistados, convidando-os para sorver um "delicioso Guaraná Champagne da Antártica". Nessa hora, sempre ao vivo, entrava uma mocinha linda, sestrosa, com uma bandeja e taças do líquido, para nós abominável. Se o entrevistado queria agradar ao entrevistador, dizia "que delícia", e a entrevista continuava. Lembro-me de que, numa determinada noite, Arnaldo conversava com o saudoso marechal Cândido Rondon, glória nacional, mas quase completamente surdo. A entrevista ia aos trancos e barrancos, com as perguntas sendo repetidas diversas vezes. Quando chamado a deliciar-se com o guaraná, o marechal custou a entender. A mocinha já lhe apresentava uma taça. No momento em que entendeu qual era a beberagem, sem vacilar, virou a taça de cabeça para baixo, deixando o líquido escorrer para o chão, ao tempo em que exclamou: "Guaraná Champagne da Antártica? 

Eu não bebo essa porcaria! Só bebo guaraná ralado na língua do pirarucu!". Escusado dizer que Arnaldo perdeu o patrocinador. Encontramo-nos algumas vezes, ele, deputado federal no velho Palácio Tiradentes e, depois, em Brasília, eu, como repórter iniciante. Gostava de ouvir suas histórias, em especial aquelas do tempo em que atuou na BBC de Londres, durante a 2ª guerra.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 00:00
Brasília - DF

Sempre que alguém quer se livrar de um livro que não leu, de um livro chato, ou mesmo de um livro que ganhou ou comprou por obrigação social, eu sou o primeiro nome lembrado.

Via de regra, não dou qualquer importância ao assunto, agradeço o “presente” e pronto. Quase nunca consigo lembrar o nome do “autor do presente”. 

Acostumado com este fato, encosto o livro num canto qualquer. Se ele não desaparecer, acaba ficando em minha estante “um tempo sem fim”.

As vezes o atiro no lixo, notadamente por ocasião de “limpeza de prateleira”.

Às vezes acabo lendo-o. Foi o caso de “Falando Francamente”, embora não faça a menor idéia quando o recebi e por parte de quem. 


 

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