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A Breve Segunda Vida de Bree Tanner

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A Breve Segunda Vida de Bree Tanner

Livro Ótimo - 4 opiniões

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Autor: Stephenie Meyer

Editora: Intrínseca

Assunto: Adolescente

Traduzido por: Débora Isidoro

Páginas: 190

Ano de edição: 2010

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Excelente
Stefani naiara
28/06/2017 às 13:40
Camboriú - SC
Amo este livro. Leitura muito gostosa. Excelente.


Ótimo
Raphaela
14/08/2014 às 13:27
São Paulo - SP
Bom primeiramente já li todos os meus livros e não há nada mais o que fazer se não compartilhar a história deles.


Ótimo
hayana viana
10/07/2013 às 15:52
Campo Grande - MS
Estou lendo este livro e acho tão bom que deveriam fazer um como a saga crepusculo e a hospedeira.

Bom
Priscila Lourenço de Assis
07/01/2013 às 15:36
Barra do Piraí - RJ
Neste livro, a autora Stephenie Meyer se transporta para a pele da vampira Bree Tanner. Um livro totalmente diferente da série Crepúsculo, onde as histórias são narradas pelas perspectivas de Bella Swan, uma humana. Acho que a personagem poderia ter sido aproveitada muito mais no último livro da série, o que a própria autora chegou a conclusão depois. Por isso escreveu este livro sob a visão de uma vampira. Muito bom. Leitura muito fácil.

Priscila Lourenço de Assis
07/01/2013 às 15:22
Barra do Piraí - RJ
Bree Tanner é uma vampira recém criada que fica alheia ao que acontece ao seu redor. Ela tem que lutar para sobreviver e entender o que está se passando.
Priscila Lourenço de Assis
07/01/2013 às 15:22
Barra do Piraí - RJ
O cenário normal de uma noite pelas ruas da cidade. Eu não queria falar e chamar atenção, mas seria bom se alguém decidisse alguma coisa. Estava com muita sede, e não me importava muito se iríamos para a direita, para a esquerda ou por cima do telhado. Só queria encontrar uns azarados quaisquer, que então não teriam nem tempo de pensar lugar errado, hora errada. Infelizmente, naquela noite Riley me mandara sair com dois dos vampiros mais inúteis que existiam. Ele nunca parecia se importar com quem mandava nos grupos de caça. Especialmente porque mandar as pessoas erradas em um grupo significava que menos gente voltaria para casa. Naquela noite ele havia me colocado com Kevin e outro garoto louro cujo nome eu não sabia. Os dois eram da gangue de Raoul, por isso nem preciso dizer que eram estúpidos. E perigosos. Mas, naquele momento, mais estúpidos que qualquer outra coisa. Em vez de decidir em que direção caçaríamos, eles estavam em meio a uma discussão sobre qual de seus super-heróis preferidos seria melhor caçador. O louro sem nome demonstrava sua preferência pelo Homem-Aranha escalando a parede de tijolos do beco enquanto cantarolava a música tema do desenho animado. Eu suspirei frustrada. Quando íamos caçar? Um movimento sutil à esquerda chamou minha atenção. Era Diego, o outro membro do grupo de caça formado por Riley. Eu não sabia muito sobre ele, somente que era mais velho que a maioria dos outros. E era o braço direito de Riley. Isso não me fazia gostar dele muito mais que dos outros idiotas. Diego estava me olhando. Devia ter ouvido o suspiro. Eu desviei o olhar. Manter a cabeça baixa e a boca fechada — esse era o caminho para continuar vivo na turma de Riley. — O Homem-Aranha era um fracassado chorão — Kevin disse para o garoto louro. — Vou mostrar como um super-herói de verdade caça. — Ele sorriu. Seus dentes brilharam sob a luz de um poste. Kevin saltou no meio da rua quando os faróis de um carro iluminaram o calçamento esburacado com um brilho branco-azulado. Ele flexionou os braços para trás, depois os uniu lentamente como um lutador profissional se exibindo. O carro se aproximava, provavelmente esperando que ele saísse do caminho como faria uma pessoa normal. Como ele deveria fazer. — Hulk com raiva! — Kevin gritou. — Hulk... ESMAGA! Ele saltou para a frente e foi de encontro ao carro antes que o motorista pudesse frear, agarrou o para-choque dianteiro, girou o veículo sobre a cabeça e jogou-o no chão com as rodas para cima, provocando um estrondo de metal se retorcendo e vidro quebrando. Lá dentro, uma mulher começou a gritar. — Cara... — Diego disse balançando a cabeça. Ele era bonito, com cabelos escuros e encaracolados, olhos grandes e lábios carnudos, mas quem não era bonito ali? Até Kevin e os outros idiotas da gangue de Raoul eram bonitos. — Kevin, não devíamos chamar atenção. Riley disse... — Riley disse! — Kevin o imitou, afinando a voz. — Não seja medroso, Diego. Riley não está aqui. Kevin saltou sobre o Honda capotado e deu um soco na janela do lado do motorista, que de alguma forma permanecera intacta até aquele momento. Ele enfiou a mão entre os vidros quebrados e tateou o air bag que já murchava, tentando encontrar o motorista. Eu me virei de costas e prendi a respiração, fazendo um grande esforço para não perder a capacidade de pensar. Não podia ver Kevin se alimentando. Estava com sede demais para isso e não queria brigar com ele. Eu não precisava entrar na lista de alvos da gangue de Raoul. O garoto louro não teve a mesma preocupação. Ele saltou da parede e aterrissou bem atrás de mim. Ouvi quando ele e Kevin rosnaram um para o outro, depois escutei um som como o de tecido molhado sendo rasgado, e os gritos da mulher cessaram. Provavelmente, eles a haviam partido ao meio. Tentei não pensar nisso, mas podia sentir o calor e ouvir o gotejar atrás de mim, e isso fazia minha garganta arder insuportavelmente, embora eu não estivesse respirando. — Vou dar o fora daqui — ouvi Diego resmungar. Ele entrou por um vão entre os prédios escuros, e eu fui logo atrás. Se não saísse dali bem depressa, ia acabar brigando com os encrenqueiros da gangue de Raoul por um corpo que provavelmente não tinha muito mais sangue àquela altura. E então, talvez eu não voltasse para casa. Ah, mas minha garganta ardia! Rangi os dentes para reprimir um grito de dor.

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Priscila Lourenço de Assis
07/01/2013 às 15:22
Barra do Piraí - RJ

Este livro corresponde a parte "extra" do Livro Eclipse, da série Crepúsculo, por isso o comprei.


 

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