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Livro Ótimo - 3 opiniões

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Autor: Edir Macedo

Editora: Planeta

Assunto: Biografia

Traduzido por: Edir Macedo

Páginas: 238

Ano de edição: 2012

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Excelente
Jhones Mezacasa Pinheiro
02/09/2015 às 17:56
Ji-Paraná - RO
Esse Livro do Bispo é excelente. Cada palavra escrita, cada luta e vitória. É algo extraordinário.

Ótimo
Raphael Zanon
02/07/2013 às 17:24
Rio de Janeiro - RJ
Gostei muito desse livro. Estou aguardando os próximos volumes.

Muito bom
Elias Marinho
31/12/2012 às 01:16
Santa Maria - DF
De antemão há que se ressaltar que biografia de pessoa viva não presta, principalmente se for esta pessoa viva a escrevê-la, tornando-se assim uma autobiografia como é o caso, pois, em geral, o autor não irá falar mal de si mesmo ou revelar seus piores demônios.
Todavia, voltando ao objetivo em questão. A Igreja Universal do Reino de Deus e o Sr. Edir Macedo dispensam apresentações. Eles são do tipo que você ama ou odeia, não há como não ter alguma opinião sobre ambos. Acredito que todas as pessoas que, como eu, nunca entraram em uma Igreja Universal tenham a mesma opinião: a igreja é uma máquina de fazer dinheiro, aproveitando-se da boa fé de gente humilde e o Sr. Macedo é o oportunista que viu ai um excelente nicho de negócio. Concordo que essa minha opinião foi construída muito por influência da Rede Globo de Televisão, principal desafeta do bispo e consequentemente da Universal.
Quero acreditar, espero que não esteja sendo ingênuo demais, que estava errado, pois nesta autobiografia o líder da Universal nos passa a ideia de ser um homem que tinha um profundo desejo de pregar o evangelho às pessoas que não o conheciam, e para isso abdicou de seu tempo, emprego e carreira criando um ministério que consequentemente se tornou mundial.
O livro em si pode se dizer que é muito bem escrito, com ótimas fotos que auxiliam os relatos, alternam bem os acontecimentos cronológicos, levando o leitor a ansiar pela leitura, buscando chegar logo ao momento em que a Igreja Universal se tornaria o império que é hoje.
Portanto, se o objetivo do Sr. Macedo, com este livro. era suavizar sua imagem e construí-la como a de um homem unicamente preocupado em pregar o evangelho, ele deu um passo certo. Desde que a vendagem deste livro não fique restrita aos seus fiéis, pois a estes não há necessidade de convencê-los haja visto que os mesmos já foram convencidos, pois de outro modo não estariam lotando as suas igrejas.

Elias Marinho
31/12/2012 às 00:05
Santa Maria - DF

Nesta autobiografia, que é a primeira de 3 livros, o Bispo e empresário Edir Macedo, um dos maiores lideres evangélicos do país, narra sua trajetória de vida que culminaram na fundação da Igreja Universal do Reino de Deus, um dos maiores ministérios evangélicos do país, com presença em mais de 200 países, além da compra da emissora de TV Record.

Elias Marinho
31/12/2012 às 00:05
Santa Maria - DF

Meses depois do dramático nascimento de Viviane, já pregando como evangelista, mas sem ainda ter um ministério próprio, os ex-membros da Nova Vida, Romildo Soares e Samuel Coutinho, me convidaram para inaugurar a Cruzada do Caminho Eterno. Coutinho era o presidente, Soares o vice-presidente e eu, o tesoureiro, função que já desenvolvia profissionalmente na loteria. Embora ocupasse esse cargo, nunca exerci a administração dos recursos financeiros da nova igreja, aberta oficialmente no fim de 1975. O trabalho evangelístico era distinto. A cruzada era uma só mas cada um tocava seu ministério à parte. Pela minha inexperiência e por ser ainda um simples evangelista, eu acabei a maior parte do tempo auxiliando meu cunhado nas pregações na zona norte do Rio de Janeiro, embora, vez ou outra, ajudasse na divulgação do trabalho de Coutinho. Ele estabeleceu sua Igreja no bairro de Jacarepaguá, na zona oeste. Usava o meu escasso tempo livre para falar do Senhor Jesus, seja nos bairros ricos ou nas regiões pobres e perigosas da cidade. Em algumas áreas, não me atrevia nem a levar Ester. A comunidade Gardênia Azul, na baixada de Jacarepaguá, por exemplo, era foco constante da nossa ação de fé. Suas casas de pau a pique, as chamadas palafitas, formavam um cenário triste e cruel da nossa cidade injusta. Distribuía folhetos, ajudava os doentes e juntava desempregados, idosos, mulheres e crianças para uma roda de oração no centro comunitário. Percorria os caminhos de madeira, a um metro e meio do chão, entremeado à sujeira do esgoto e lixo industrial, para convidar os moradores a conhecer a cruzada. O local era palco incessante de tiroteios entre policiais e traficantes ou entre facções criminosas na disputa por bocas de fumo. Todos sempre me respeitavam. Muitos chegavam a pedir proteção para a guerra do crime ou o livramento do submundo da violência. Samuel Coutinho era o único que costumava me acompanhar.


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Elias Marinho
31/12/2012 às 00:05
Santa Maria - DF

A pedido do meu amigo Marcio Mafra que não o queria fazer, foi incumbido a ler e comentar este livro para a Livronautas.


 

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