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O Ladrão de Raios - Percy Jackson e os Olimpianos Livro Um

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O Ladrão de Raios - Percy Jackson e os Olimpianos Livro Um

Livro Ótimo - 5 opiniões

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Autor: Rick Riordan

Editora: Intrínseca

Assunto: Adolescente

Traduzido por: Ricardo Gouveia

Páginas: 385

Ano de edição: 2008

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Muito bom
Vera Santos
19/04/2017 às 00:50
Novo Hamburgo - RS
O livro é muito bom li todos os livros da coleção.


Excelente
Deyvid Francisco Borja Vidal
03/05/2015 às 16:31
Duque de Caxias - RJ
Adoro este livro muito bom. A dona o quer de volta, mas não consigo devolve-lo. Este é excelente e estou ansioso para ir pro segundo volume da coleção.

Excelente
Darlan Oliveira Silva
29/12/2012 às 13:20
Timon - MA
É um ótimo livro, que mistura a mitologia com a realidade.


Ótimo
Isabela Faustino
27/12/2012 às 16:19
São Paulo - SP
Fico muito revoltada quando decidem fazer filme de livros, AMEI o livro e achei a história fantástica.

Excelente
Ingrid C Delamura Faquim
20/11/2012 às 10:23
Mirassol - SP


Leitura que te prende do começo ao fim, cheio de aventuras.



Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história de Percy Jackson, garoto que não se ajusta aos padrões sociais. Ele acreditava que tudo de ruim acontecia com ele, inclusive na ocasião em que foi a uma excursão de sua escola para conhecer o Metropolitan Museum of Art.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Trecho de O Ladrão de Raios, de Rick Riordan


Um

Sem querer, transformo em pó minha professora de iniciação à álgebra

Olhe, eu não queria ser um meio-sangue.

Se você está lendo isto porque acha que pode ser um, meu conselho é o seguinte: feche este livro agora mesmo. Acredite em qualquer mentira que sua mãe ou seu pai lhe contou sobre seu nascimento, e tente levar uma vida normal.

Ser um meio-sangue é perigoso. É assustador. Na maioria das vezes, acaba com a gente de um jeito penoso e detestável.

Se você é uma criança normal, que está lendo isto porque acha que é ficção, ótimo. Continue lendo. Eu o invejo por ser capaz de acreditar que nada disso aconteceu.

Mas, se você se reconhecer nestas páginas - se sentir alguma coisa emocionante lá dentro -, pare de ler imediatamente. Você pode ser um de nós. E, uma vez que fica sabendo disso, é apenas uma questão de tempo antes que eles também sintam isso, e venham atrás de você.

Não diga que eu não avisei.

Meu nome é Percy Jackson. Tenho doze anos de idade. Até alguns meses atrás, era aluno de um internato, na Academia Yancy, uma escola particular para crianças problemáticas no norte do estado de Nova York.

Se eu sou uma criança problemática?

Sim. Pode-se dizer isso.

Eu poderia partir de qualquer ponto da minha vida curta e infeliz para prová-lo, mas as coisas começaram a ir realmente mal no último mês de maio, quando nossa turma do sexto ano fez uma excursão a Manhattan - vinte e oito crianças alucinadas e dois professores em um ônibus escolar amarelo indo para o Metropolitan Museum of Art, a fim de observar velharias gregas e romanas.

Eu sei, parece tortura. A maior parte das excursões da Yancy era mesmo.

Mas o sr. Brunner, nosso professor de latim, estava guiando essa excursão, assim eu tinha esperanças.

O sr. Brunner era um sujeito de meia-idade em uma cadeira de rodas motorizada. Tinha o cabelo ralo, uma barba desalinhada e usava um casaco surrado de tweed que sempre cheirava a café. Talvez você não o achasse legal, mas ele contava histórias e piadas e nos deixava fazer brincadeiras em sala. Também tinha uma impressionante coleção de armaduras e armas romanas, portanto era o único professor cuja aula não me fazia dormir.

Eu esperava que desse tudo certo na excursão. Pelo menos tinha esperança de não me meter em encrenca dessa vez.

Cara, como eu estava errado.

Entenda: coisas ruins me acontecem em excursões escolares. Como na minha escola da quinta série, quando fomos para o campo da batalha de Saratoga, e eu tive aquele acidente com um canhão da Revolução Americana. Eu não estava apontando para o ônibus da escola, mas é claro que fui expulso do mesmo jeito.

E antes disso, na escola da quarta série, quando fizemos um passeio pelos bastidores do tanque dos tubarões do Mundo Marinho, e eu de, alguma forma, acionei a alavanca errada no passadiço e nossa turma tomou um banho inesperado. E antes disso... Bem, já dá para você ter uma idéia.

Nessa viagem, eu estava determinado a ser bonzinho.

Ao longo de todo o caminho para a cidade agüentei Nancy Bobofit, aquela cleptomaníaca ruiva e sardenta, acertando a nuca do meu melhor amigo, Grover, com pedaços de sanduíche de manteiga de amendoim com ketchup.

Grover era um alvo fácil. Ele era magrelo. Chorava quando ficava frustrado. Devia ter repetido de ano muitas vezes, porque era o único na sexta série que tinha espinhas e uma barba rala começando a nascer no queixo. E, ainda por cima, era aleijado. Tinha um atestado que o dispensava da Educação Física pelo resto da vida, porque tinha algum tipo de doença muscular nas pernas. Andava de um jeito engraçado, como se cada passo doesse, mas não se deixe enganar por isso. Você precisava vê-lo correr quando era dia de enchilada na cantina.

De qualquer modo, Nancy Bobofit estava jogando bolinhas de sanduíche que grudavam no cabelo castanho cacheado dele, e ela sabia que eu não podia revidar, porque já estava sendo observado, sob o risco de ser expulso. O diretor me ameaçara de morte com uma suspensão "na escola" (ou seja, sem poder assistir às aulas, mas tendo de comparecer à escola e ficar trancado numa sala fazendo tarefas de casa) caso alguma coisa ruim, embaraçosa ou até moderadamente divertida acontecesse durante a excursão.

- Eu vou matá-la - murmurei.

Grover tentou me acalmar.

- Está tudo bem. Gosto de manteiga de amendoim.

Ele se esquivou de outro pedaço do lanche de Nancy.

- Agora chega. - Comecei a levantar, mas Grover me puxou de volta para o assento.


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Ingrid C Delamura Faquim
20/11/2012 às 10:17
Mirassol - SP
Tudo o que se relaciona com mitologia grega me agrada

 

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