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O Caso Laura

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O Caso Laura

Livro Péssimo - 2 opiniões

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Autor: André Vianco

Editora: Rocco

Assunto: Romance

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 270

Ano de edição: 2011

Peso: 380 g

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Péssimo
F. Mafra
11/08/2012 às 19:47
Brasília - DF
Livro estranho. Gente esquisita. Promete muito no resumo da orelha do livro, mas é um fiasco. Muita ficção, que beira a maluquice. Não é o tipo de leitura que eu gosto. O André Vianco precisa melhorar, Foi mal.

Péssimo
Marcio Mafra
07/04/2012 às 16:38
Brasília - DF


A história de Laura é um caso de solidão. Solidão é coisa triste. Pior é que só gente triste e problemática se enreda com Laura. Um detetive, um anjo, um maluco. Ficção bem arquitetada pelo campeão André Vianco, em seu 13º livro. Mesmo com seu merecido e belo sucesso o autor não consegue escrever sem os componentes de mistério, terror, suspense e quando oportuno vampirismo. Para quem gosta é prato cheio. A história de Laura vai muito bem até o capítulo 30, quando o leitor – desavisado - toma um susto. Do nada, um policial, detive-policial durão, profissional, se apaixona... do nada. Apaixona-se perdidamente por Laura a quem ele espionava. Assim: você me inspeciona e se apaixona. Normal, não? Aparece anjo, mistério, ocultismo, terror e o velho e bom suspense. Depois é uma embolação só. Luz que acende. Luz que apaga. Cubículo sem saída, sem escada, sem buraco. Prateleira que cai. Parede que se abre. Corredor que surge até o túnel. Gente que recebe tiro e a bala desvia. Anjo para lá, anjo para cá. Bem feitos e maus feitos com graça e sem graça, até o final. O autor é bom. O livro, depois do capitulo 30 é chato, talvez pela banalidade, talvez pelo lugar comum do impossível que fica possível. Como num passe de mágica do chapeuzinho vermelho e seu lobo mau. Final da história previsivel e ...patético. 



Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história de Laura, restauradora de arte sacra, que uma vez tentou o suicídio e vive solitária, cuidadora de seu pai, doente terminal. Laura tem um namoro com Marcel, um detetive que foi contratado para segui-la.....

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

MarceI abriu vagarosamente a cortina. Ela estava lá, sentada no banco da praça. O detetive abriu seu notebook e assim que o sistema foi iniciado, ativou o programa de vigilância. Voltou para a janela e olhou pela luneta. Laura parecia aflita, podia ler isso nos movimentos ininterruptos em suas mãos e pernas, em sua expressão. Com o programa de vigilância funcionando, podia perceber isso também em sua voz, que trazia mais que aflição: desespero puro. Alguma coisa tinha acontecido com Laura, que verdadeiramente precisava daquele amigo de todos os dias sentado ao seu lado no banco da praça.
A mulher baixou a cabeça no meio dos joelhos e colocou as mãos nos cabelos. Soluços chegaram via microfone. Ela chorava e gemia. MarceI se corroía por dentro, de tanta culpa. Nunca tinha se sentido assim. Mas dessa vez se sentia culpado. Ele, de alguma forma, tinha interferido em tudo. Ele, de alguma forma, tinha afastado aquele amigo que consolava aquela mulher desesperada. Ele se sentia responsável por ela. Solidário à agonia dela. Cada vez que os soluços chegavam misturados com as risadas das crianças brincando logo ali perto, era como se um punhal entrasse em sua carne. Laura lançava perguntas ao nada. Ele sabia que ela não terá respostas. Marcel olha para o relógio. Miguel não vem. Miguel não está lá. Miguel não iria descer pela viela. O investigador sabia que de alguma forma afugentara aquele estranho visitante ao invadir seu covil.
Marcel magnetizado pela voz da mulher, olhou para a tela do computador, vendo a modulação de sua fala dançar no monitor do programa de gravação de voz. As ondas subiam e desciam enquanto aquelas palavras desesperadas se repetiam como em um mantra de dor e sofrimento. Ela estava perdida.
- Ai, meu Deus! Eu não vou suportar isso de novo. Por favor, venha.
Por favor, venha. Por favor, venha. Não me deixe aqui sozinha.
- As palavras foram quebradas por um instante de choro e gemido agudo, soluços e fungados. - Eu não vou suportar. Eu quero morrer. Quero morrer ... Ah, Deus, não deixa meu paizinho ... onde você está? Eu não vou aguentar. Meu pai ... meu paizinho ... Eu desisto de tudo, de tudo, meu pai ...
Marcel, incapaz de resistir àquilo, levantou-se e olhou novamente pela janela. Apontou a luneta para o sentido de onde Miguel deveria estar vindo. Nada. Seu coração batia forte. MarceI temia pela mulher, não queria que nada de mal acontecesse com ela. Sentia -se irreversivelmente responsável e atraído por ela e não queria que carregasse sozinha tanto sofrimento. Ele não devia fazer o que estava prestes a fazer, mas já era tarde demais - Marcel estava completamente apaixonado por Laura.
Laura secava os olhos e tentava permanecer ereta. Não queria que Miguel a visse num estado lastimável, com olheiras assustadoramente marcadas. Mas qual era a real importância de sua aparência em vista da possibilidade, mais concreta do que nunca, de perder o pai nos próximos dias? Lá no fundo, acreditava que ele conseguiria se curar. Afinal, seria um castigo grande demais para uma pessoa só perder todos que amava assim, num espaço de tempo tão curto. Primeiro, seu filho, daquela forma insuportável, depois o abandono do marido, os amigos, agora seu pai. Se ele se fosse, não haveria mais razão alguma para ela também permanecer perambulando pela Terra. Daria, sim, um fim àquilo tudo. Tomaria cuidados para que partisse de vez. Não tinha mais razões para permanecer nessa vida. Não queria mais sofrimento. Qual é o mérito de uma vida de sofrimento? Não parecia racional atravessar por esse pântano de provações simplesmente para sofrer, perpetuando uma experiência ruim. Não existe dor maior que perder um filho, ainda mais por culpa da mãe, exclusivamente da mãe. Não existe dor à de perder um pai amado de um jeito terrível, vendo-o ser devorado pedaço a pedaço, dia após dia. Arremessada novamente às lembranças recentes, seus olhos marejaram e, no instante seguinte, transbordaram. Ela baixou a cabeça e suas costas tremeram em espasmos. Mais uma vez estava entregue ao mundo do choro, ao caminho rumo ao poço das lágrimas. Então uma voz soou em seus ouvidos. E falava com ela, dirigia a palavra a ela. Não havia dúvida quanto àquilo, pois aquela voz estranha disse seu nome.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Rodrigo Soares, titular do atendimento ao internauta no site livronautas.com disse que "O Caso Laura" estava bombando nas redes sociais, razão da compra imediata em abril de 2012.


 

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