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Clarice, Uma Biografia

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Clarice, Uma Biografia

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Autor: Benjamin Moser

Editora: Cosac Naify

Assunto: Biografia

Traduzido por: José Geraldo Couto

Páginas: 647

Ano de edição: 2009

Peso: 1.005 g

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Bom
Marcio Mafra
15/02/2012 às 19:21
Brasília - DF

Benjamin Moser fez um livrão de quase 650 páginas para escrever a vida da Clarice Lispector. Numa entrevista ele disse que se apaixonou pelos livros da autora quando estudava na Holanda e aprendia o idioma português, por ocasião de sua graduação em história, na Universidade de Utrech. É importante salientar esse fato porque o autor é um escritor jovem, sendo esta biografia seu livro de estréia, cujo título original é “ Why This World”. O livro parece ter sido escrito por um amigo, admirador e grande fã de Clarice, mas o estilo da narrativa é coisa de profissional. Moser escreveu no melhor modelo do gênero, aquele que articula a vida e a obra do biografado. Dessa forma o leitor consegue compreender a vida através da obra, e não o contrário. Além de uma imensa pesquisa de campo, nos setores politico, literário e social “Clarice Uma Biografia” põe dedo em algo que autores brasileiros não costumam destacar: o judaismo na literatura. Moser faz esse destaque porque, assim como a biografada, ele também é judeu. Desde que a família fugiu da Ucrânia, lá pelos anos 20, e veio aportar no Recife, tudo que aconteceu com os ancestrais da Clarice é pesquisado e relatado com riqueza de detalhes, sempre no sentido de que tais fatos influenciaram muito o comportamento social e literário dela. Isso é claramente um exagero, sem contar o exagero que escreve o autor sobre a beleza de Clarice: “os olhos de gata e seu olhar intenso, que ninguém conseguia suportar por muito tempo...”, “a irmã Tânia recordava que Clarice era espantosamente bonita”.Então, tá. 

Outras expressões do autor deixam o leitor cismado: “A assustadora excelência de ‘A paixão segundo G. H.’ o colocou este livro entre os maiores romances do século. Parece coisa de puxa saco, ou de adolescente apaixonado. A escritora e seu livro são bons.  Não sou dos que amam Clarice sobre todas as coisas, mas sua biografia, embora fatigante é boa.   


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A vida, os livros, os amores, as decepções, as alegrias, a família, as manias, a fama, a rabugice da escritora Clarice Lispector.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

E a Revolução!
A assustadora excelência de A paixão segundo G. H. o colocou entre os maiores romances do século. Pouco tempo antes de morrer, em sua última visita ao Recife, Clarice disse numa entrevista que, de todos os seus livros, esse era o que "correspondia melhor à sua exigência como escritora".' Ele inspiraria uma bibliografia gigantesca, mas na época em que foi lançado parece ter sido quase ignorado. Só uma resenha foi publicada em 1964, escrita por Walmir Ayala, um amigo de Lúcio Cardoso!

Dessa vez, pelo menos, Clarice não precisou sair em busca de um editor. Uma estranha série de eventos tinha transformado dois de seus amigos mais próximos, Fernando Sabino e Rubem Braga, em donos de uma editora. Em 28 de março de 1960 eles tinham viajado a Cuba como membros de uma delegação comandada pelo futuro molestador de Clarice, ]ânio Quadros, que em 3 de outubro seria eleito presidente do Brasil. O grupo ficou na Cuba revolucionária por menos de uma semana e voltou ao Brasil entusiasmado.

Ao contrário de tantos escritores e intelectuais latino-americanos da época, nem Braga nem Sabino eram comunistas. Sabino era católico e Braga, uma espécie de social-democrata. Seus relatos de Havana, portanto, são valiosos indicadores da excitação que a Revolução Cubana espalhou pelo continente, até mesmo entre pessoas não automaticamente inclinadas a se deixarem arrastar pela aventura de Fidel Castro. Apenas 33 quando conquistaram a ilha, Fidel e seu grupo de revolucionários "sinceros e honestos" atraíam os sonhadores, e não apenas os sonhadores, por toda a América Latina.

Até mesmo o sensato e prudente Braga ficou encantado. Analisou a caligrafia do Líder e não descobriu nela nenhum "espírito despótico". E se a "boa caxemira" estava se tornando difícil de achar em Havana, ele escreveu, isso era apenas porque "o governo quer usar moeda estrangeira para comprar tratores, máquinas, fábricas, bens de produção".3 Sabino, mais romântico, mostrava certa condescendência com relação às execuções públicas do regime e, talvez de modo ainda mais embaraçoso, exultava com o fato de o Havana Country Club agora estar aberto para "as pessoas humildes". Como seria fácil consertar as injustiças de uma sociedade escravista de quinhentos anos de idade!

Mas esses artigos, na imprensa local, não eram diferentes - e eram até mais céticos - do que muitos publicados durante a lua-de-mel com a Revolução. E não eram nada, em comparação com os artigos que então o filósofo mais famoso do mundo, Jean-Paul Sartre, tinha redigido depois de sua visita a Havana, do início de janeiro a meados de março de 1960. Os textos que ele publicava no France-Soír são o que se poderia esperar de alguém que nunca deixou de aderir a uma má ideia esquerdista, emitindo justificativas para tudo, das ações mais extremistas na Argélia ao assassinato de atletas israelenses na Olimpíada de Munique.

A convite de Jorge Amado, Sartre e Simone de Beauvoir visitaram o Brasil em agosto de 1960, embarcando numa turnê triunfal pelo continente. Por alguma razão, Sartre decidiu ceder seus artigos do France-Soír a Sabino e Braga, que vinham pensando em montar sua própria editora com o intuito de evitar o aviltante pagamento de direitos autorais por parte das editoras existentes. Sartre não lhes cobrou nada, e a Editora do Autor teve seu primeiro título: Furacão sobre Cuba. Mas, para lançá-Io durante a visita de Sartre ao Brasil, Sabino e Braga precisaram fazer um enorme esforço coordenado. Sem nenhuma experiência editorial, reuniram os preciosos originais dos artigos, traduziram-nos e em seguida editaram, compuseram e imprimiram o livro - tudo isso em pouco mais de uma semana.

O livro trai uma tamanha ignorância de conceitos básicos de economia, história e política que é difícil imaginar que seu autor fosse mundialmente visto como um intelectual peso pesado, ou mesmo que apenas fosse levado a sério. Mas era o livro do momento, do homem do momento, sobre o assunto do momento, e lançou a Editora do Autor do modo mais destacado e lucrativo que se pudesse imaginar.

Na época em que a editora surgiu, Clarice já tinha um contrato com a Francisco Alves para a publicação de A maçã no escuro e Laços de família. Mas a Editora do Autor era a casa mais lógica para o seu livro seguinte, e deve ter sido um grande alívio para ela saber que qualquer coisa que escrevesse seria imediatamente bem recebida por amigos íntimos e admiradores de longa data. Em 1964, quando Clarice publicou dois livros lá, a editora tinha se tornado conhecida principalmente por suas bem cuidadas edições de escritores brasileiros, incluindo Sabino e Braga, e pelas pioneiras antologias de poetas modernos brasileiros.

Em 1964 a Editora do Autor tinha deixado Cuba para trás, mas o Brasil, e a América Latina, certamente não. Fidel Castro animava a esquerda, mas depois do fiasco da invasão da baía dos Porcos, em abril de 1961, a vinculação de Fidel com a União Soviética e a crise cubana dos mísseis de outubro de 1962 deixaram a direita apavorada.

Não eram temores descabidos. Durante a visita de ]ânio Quadros a Cuba, em 1960, depois de Fidel relacionar os principais produtos cubanos de exportação à delegação brasileira, seu irmão Raúl acrescentou: "E a Revolução!".s Ele não estava brincando. Em 1959, quando a Revolução Cubana triunfou, a América Latina tinha mais regimes democráticos do que nunca antes em sua história, com apenas cinco pequenas exceções:

Nicarágua, Haiti, EI Salvador, República Dominicana e Paraguai. Assim que tomou o poder, o governo cubano começou imediatamente a patrocinar a subversão continente afora. Em 1959, financiava guerrilhas no Panamá, no Haiti e na República Dominicana; em 1963, começou a apoiar movimentos armados na Venezuela, no Peru, na Guatemala e na Argentina.
Nenhum país ficava intocado, fosse por Cuba e seus patronos soviéticos, fosse pela reação apavorada e brutal. O medo de uma nova Cuba levava os militares latino-americanos a algo parecido com a histeria, e nisso eles eram ajudados ativamente pelos Estados Unidos, que temiam um continente controlado pela União Soviética. As reações à Revolução Cubana, por admiradores e oponentes, acabariam por constituir o mais traumático e sangrento episódio da história da América Latina desde as guerras de independência, um século e meio antes.

Também no Brasil as consequências seriam terríveis. Elas começaram em 19 de agosto de 1961, quando Jânio Quadros condecorou Che Guevara com a mais alta comenda brasileira, a Ordem do Cruzeiro do Sul. Era o tipo de excentricidade pelo qual Jânio ficara conhecido. Mas foi uma afronta desnecessária ao governo Kennedy, que mostrava boa disposição com relação ao governo brasileiro, e uma munição perfeita para os opositores de Jânio no âmbito doméstico.

Carlos Lacerda, o "destruidor de presidentes" e arquirrival de Samuel Wainer, teve o apoio de Jânio nos primeiros tempos, mas agora, como governador da Guanabara, voltara-se contra ele. Como Wainer já percebera, o famoso polemista era mais duro com seus amigos de outrora. Lacerda aproveitou a ocasião para dar uma tacada de efeito: entregou a chave do estado ao líder anticastrista Manuel Verona e acusou Jânio de pretender levar o Brasil ao comunismo.

O caso estava longe de ser esse. A condecoração do Che era um agradecimento por ter atendido um apelo brasileiro para não executar vinte padres católicos, que tiveram a pena comutada pelo exílio na Espanha. Mas a política externa de Jânio já vinha causando preocupação. Dois dos mais antigos amigos diplomatas de Clarice eram parcialmente responsáveis por isso. Araújo Castro servira no consulado em Nova York quando Fernando Sabino morava lá, e San Tiago Dantas, o brilhante advogado católico, se apaixonara por Clarice numa visita a Paris nos anos 40. Ambos eram figuras respeitadas do establishment. O plano deles para uma "Política Externa Independente" era basicamente uma tentativa de aumentar a influência diplomática brasileira numa situação internacional que, com a independência das antigas colônias europeias na África, estava mudando rápido. O plano sugeria que o Brasil deveria manter relações com todas as potências, o que na prática significava a China e a União Soviética, com as quais o país não tinha relações diplomáticas desde 1947. Isso poderia até ser controverso, mas dificilmente seria um sinal de que o Brasil estava se tornando comunista.

Mais inquietantes eram os sinais de que Jânio estava simplesmente desvairado. Ele planejou, por exemplo, invadir a Guiana Francesa, alegando que o Brasil precisava de uma saída para o Caribe, muito embora a Guiana Francesa fique a centenas de quilômetros do Caribe. A oposição, que tinha ficado abatida com a esmagadora derrota eleitoral, começou a escarnecer dele, e seis dias depois da condecoração de Che Guevara Jânio inesperadamente renunciou à Presidência. Tinha assumido o poder fazia apenas sete meses.

Também essa renúncia foi inspirada em Cuba. Em julho de 1959, envolvido numa disputa de poder com o presidente de Cuba, Manuel Urrutia, Fidel "renunciou" dramaticamente, tomando emprestada uma jogada de Perón. O previsível clamor popular acabou consolidando seu poder absoluto; Urrutia terminou seus dias como professor de espanhol no Queens, em Nova York. Jânio aparentemente esperava que sua saída repentina desencadeasse uma reação parecida. Mas os brasileiros em geral ficaram aliviados em vê-Io partir.

A renúncia de Jânio desencadeou uma crise. Seu sucessor legal era João Goulart, o Jango. Era um revolucionário improvável, e nada em seu currículo sugeria que fosse empurrar o Brasil para as mãos dos comunistas. Era de uma família de ricos proprietários de terras do Rio Grande do Sul, e conhecido principalmente por seu apetite pelas atrizes e dançarinas que frequentavam os clubes exclusivos do bairro de Clarice, o Leme.

Em vez de vê-Io como um afável e medíocre playboy, no entanto, a direita encarava Jango como uma figura muito mais poderosa. Embora tivesse morrido sete anos antes, Getúlio Vargas ainda dominava a política brasileira. Jango e Getúlio eram da mesma cidade, São Borja, e Goulart fora ministro do Trabalho de Getúlio até 1954, quando, visto pelos militares como simpático aos sindicatos, foi forçado a sair.

Aqueles que imaginavam que Jango fosse um comunista secreto ganharam um inesperado reforço propagandístico quando, no momento da renúncia de Jânio, o vice-presidente foi pego de surpresa durante uma excursão pela China vermelha. A ameaça de uma guerra civil pairou brevemente quando várias divisões do Exército se manifestaram a favor de Goulart ou contra ele, mas depois de dez dias de crise permitiu-se que Jango tomasse posse sob um novo sistema "parlamentarista", concebido para enfraquecer o Poder Executivo.

Goulart, portanto, teve dificuldades desde o início, com o Brasil terrivelmente cindido e sem o talento necessário para tranquilizar a direita e ao mesmo tempo empreender as reformas sociais necessárias. No centro do seu governo estavam dois velhos amigos de Clarice: Samuel Wainer, que conhecia Goulart de longa data e cuja Última Hora era a mais poderosa, e depois a única, voz pró-Goulart na imprensa nacional, e San Tiago Dantas.

Wainer não tinha um bom conceito de Dantas - considerava-o sedento de poder, "irremediavelmente ambicioso" e perigosamente amigo dos comunistas que se tornou ministro das Relações Exteriores e, depois de 1963, ministro da Fazenda. Com a dívida brasileira num patamar historicamente alto e a inflação fora de controle, esse não era um cargo invejável, sobretudo com os norte-americanos cada vez mais contrariados com a inabilidade de Goulart em manter um plano econômico. Para piorar, San Tiago Dantas estava morrendo de câncer, o que não contribuía para o governo negociar um acordo econômico. A última vez que Clarice o viu foi pouco antes da morte dele, no casamento de uma das sobrinhas de Dantas.

Quase não falava mais. Perguntou-me se eu estava escrevendo. Respondi-lhe que acabara de escrever um livro e que o nome era A paixão segundo G. H. E ele disse que gostava muito do nome. Ia gostar desse livro, eu sei.

Ele morreu em 6 de setembro de 1964, antes de G. H. ser lançado. Em 31 de março, Goulart fora deposto pelos militares. Milhares foram presos ou partiram para o exílio, a maioria em circunstâncias menos confortáveis que as de Samuel Wainer. Depois de se refugiar na Embaixada chilena, ele foi para Paris, onde passou quatro anos sendo fotografado na companhia de Anita Ekberg, vários Rothschild e a princesa Soraya, a ex-mulher do xá do Irã.

O país que fora obrigado a deixar encarou um futuro mais sombrio. A era da bossa nova, de Brasília e das garotas de Ipanema, de energia, otimismo e esperança no futuro da nação, estava definitivamente terminada. Muitos, incluindo Elizabeth Bishop, saudaram o golpe como um expediente temporário para salvar o Brasil do comunismo. Mas, em vez disso, ele produziu um período sem precedentes de 21 anos de ditadura militar.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Assim que passou o dia de Natal em 2011 eu fui a Bahia. Salvador. Praia do Porto da Barra. Foi lá que Vera Lucia me presenteou “Clarice, Uma Biografia”. Porto da Barra é como Copacabana, Ipanema ou Leblon para os baianos de Salvador. Sobre Porto da Barra, Rosana Milliman escreveu:

Apesar das delícias de Morro de São Paulo, reafirmo minha perene declaração de que não é possível haver praia mais delícia no mundo que a do Porto da Barra, onde Thomé de Souza chegou com a incumbência de fundar esta primeira capital do Brasil.
Além de gostosa fisicamente, a alma que lhe conferem os vendedores ambulantes é deleite puro, com seus slogans de toda a natureza. Desde o simplezinho “Sanduíche natural!”, onde figura atum enlatado, até o politicamente incorretíssimo do vendedor de cigarros: “Quem não fuma, comece agora! Quem parou, volte!”. Ou, de acordo com a competição: “Nada de academia, cigarro é que emagrece!”
Vende-se de tudo para os espremidos usuários das areias do Porto. Além de “Água de coco, cerveja, Coca-Cola, guaraná, caipirinha, caipiróska. Alôooo!”, anunciado a cada cinco minutos pela voz de Ademário, tem picolé de diversos sabores e marcas, queijo coalho com melaço, orégano e/ou pimenta calabresa, pastel, acarajé, peixe frito, ostra crua com limão – Viagra Natural -, camarão na brasa, biquíni, tatuagem de henna – agora colorida! -, CDs e DVDs genéricos, canga e saída de praia, chapéu, óculos de sol, algodão-doce, castanha, amendoim, bala, jujuba & menta, camiseta, bronzeador e protetor solar, bijuteria, rede e forro de cama, caldo de sururu, salgadinho, massagem nos pés e na coluna vertebral, leitura de tarô, geladinho, salada de frutas com várias guarnições, ovos de codorna e sei lá o que é que esse povo vai inventar ainda.
Alugam-se cadeiras de praia, sombreiros, caiaques, bóias – sempre duas vezes mais caros para os estrangeiros; aboletam-se famílias, casais, grupos de mulheres, grupos de meninas, grupos de homens que gostam de mulher, grupos de homens que gostam de homem, casais gays, paqueras de todos os tipos, meninas com meninas, coroa com garotão, garota com coroa – por amor, por negócio ou uma combinação de ambos. De vez em quando, até celebridades que passam despercebidas, como Fause Haten ou José Simão.
Não é uma praia de “gente bonita”, felizmente. Tem careca, tem estria, celulite, barriga sobrando, pelancas e peitos caídos - masculinos e femininos. Tem saradões e também as meninas de acordo com sua juventude, metade louras e lisas a pulso, a outra com cabelos escuros por vezes indomáveis.
Tem eu, que fico observando tudo, catando brefas para um projeto que ainda vou fazer com Vauluizo Bezerra, e morrendo de amor tão transparente como a água friazinha que parece uma piscina.

 


 

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