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Steve Jobs

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Steve Jobs

Livro Ótimo - 4 opiniões

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Autor: Walter Isaacson

Editora: Companhia das Letras

Assunto: Biografia

Traduzido por: Berilo Vargas

Páginas: 607

Ano de edição: 2011

Peso: 940 g

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Excelente
wildelife vieira da silva
03/10/2015 às 01:00
Craíbas - AL
Alguém poderia emprestar-me esse livro?
Caso positivo faça contato pelo
EMAIL:wildelife27@gmail.com

Excelente
José de Oliveira Amorim
16/08/2014 às 02:50
Arujá - SP
Se você gosta de Biografia e tem o minimo de noção sobre a historia da informatica não deixe de ler... Uma das melhores biografias que eu já li


Ótimo
Glaydson Souza
05/09/2012 às 14:31
Fortaleza - CE


Uma história muito bem escrita e bem contada. Contém muita informação interessante para aqueles que gostam de tecnologia e especialmente da Apple. Ressalte-se ainda que a tradução foi bem feita.



Excelente
Marcio Mafra
05/02/2012 às 15:19
Brasília - DF


A vida do milionário Steve Jobs, escrita pelo talentoso Walter Isaacson é biografia – talvez uma saga – extensa, crua, detalhadíssima, mas, de leitura gostosa e empolgante. Empolgante porque retrata a vida de um cara rico, quase herói, que acabou de morrer aos 56 anos de idade, vitimado por uma doença rara e cruel (câncer do pâncreas). Considerado “gênio perfeccionista” de produtos da informática, Jobs virou celebridade sem ter sido cantor, artista, esportista, político ou cientista. Sequer cursou faculdade. Seu maior feito foi “dar a volta por cima” após ter levado um chute na bunda, aos 30 anos de idade, e ser defenestrado da presidência da Apple no momento em que ela crescia para baixo, assim como os rabos dos cavalos. Pouco tempo depois, quando tinha apenas 42 anos de idade, Steve Jobs retorna gloriosamente à presidência, contratado por apenas um dólar de salário anual. Supera a concorrente Microsoft e fica sendo a maior, mais valiosa e mais lucrativa empresa de todo o mundo no segmento de produtos de informática. Também é verdade que ao deixar a presidência da Apple ele ficou com uma quantidade inimaginável de ações da companhia que, naquela altura, não valiam nada. Pouco depois de seu retorno ao cargo de Presidente, fruto dos novos negócios e o sucesso e os lucros advindos do iPod, a iTunes Store, o iPhone, a Apple Store, o iCloud e o iPad., aquelas mesma ações, se valorizaram tanto, que lhe permitiu viver (e morrer) como qualquer celebridade mundial, sem salário nenhum. Impressionante, também, a leitura de fatos, depoimentos, intrigas e atitudes dos melhores amigos, assessores e empregados de Steve Jobs, dando conta da tirania, grosseria, brigas e estupidez com que eram tratados tanto nas relações sociais como no relacionamento da empresa. Steve era grosso como uma sequóia, desconhecia principios de educação e gentileza, mas era extremamente respeitado pela sua capacidade de inovação, visão de futuro e liderança empresarial. Embora respeitado, o leitor perceberá que Steve Jobs, nas suas relações de trabalho, era antipático, arrogante e prepotente. A biografia, o livro, o autor e o biografado valem mais do que pesam. Excelente.



Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A vida pessoal e profissional de Steve Jobs, americano, nascido em fevereiro 1955. Mito recente, filho de mãe solteira, foi entregue para adoção logo após seu nascimento. Steve Jobs também é considerado um dos fundadores do Vale do Silício, região localizada ao sul de São Francisco, na Califórnia e formada pelas cidades de Santa Clara e Palo Alto. Ali, na garagem da casa onde morava, Jobs, criou a Apple no ano de 1975. Em meados de 2011 Apple era a maior e mais rica de todas as empresas do segmento de informática do mundo. Dentre os produtos mais brilhantes que lançu no mercado mundial estão o computador pessoal Apple, o Macintosh, o Toy Story, as Lojas Apple, o iPod, a iTunes Store, o iPhone, a App Store, o iCloud e o iPad. Steve Jobs morreu de câncer no pâncreas, aos 56 anos, em 5 de outubro de 2011.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

No dia 5 de abril, quando o iPad foi posto à venda, Jobs foi à loja da Apple em Palo Alto um pouco antes do meio-dia. Daniel Kottke - seu amigo de viagens psicodélicas do Reed e dos primeiros tempos da Apple, que já não guardava mágoas por não ter recebido as opções de ações dos fundadores - fez questão de estar lá. "Fazia quinze anos, e eu queria vê-lo de novo", contou Kottke. Agarrei-o e disse que ia usar o iPad nas letras das minhas músicas. Ele estava com uma disposição ótima e tivemos uma boa conversa depois de todos aqueles anos. Powell e a filha caçula do casal, Eve, assistiram à cena num canto da loja.
Wozniak, que antigamente defendia os hardwares e os softwares mais abertos possíveis, continuou a rever sua opinião. Como muitas vezes fazia, passou a noite inteira acordado com os entusiastas na fila, esperando o horário de abertura das lojas no dia das vendas inaugurais. Dessa vez, ele estava no shopping Valley Fair, de San Jose, andando num patinete Segway. Um repórter lhe perguntou sobre o ecossistema fechado da Apple. "Apple põe a gente dentro do parquinho deles e nos mantém ali, mas há algumas vantagens nisso", respondeu Wozniak. "Eu gosto de sistemas abertos, mas sou um hacker. A maioria das pessoas porém prefere coisas fáceis de usar. A genialidade de Steve é que ele sabe simplificar as coisas, e que isso às vezes exige controlar tudo."
A pergunta "O que você tem no seu iPad?" veio substituir "O que você tem no seu iPod?". Mesmo os assessores do presidente Obama, que adotaram o iPad para mostrar como eram avançados tecnologicamente, entraram no jogo. O conselheiro econômico Larry Summers tinha o aplicativo de informação financeira Bloomberg, o Scrabble e The Federalist Papers. O chefe de gabinete Rahm Emanuel tinha uma pilha de jornais, o assessor de comunicações Bill Burton tinha a Vanity Fair e uma temporada completa do seriado Lost, e o diretor político David Axelrod tinha a NPR e o Major League Baseball.
Jobs ficou animado com um caso que me contou, que aconteceu com Michael Noer, da Forbes.com. Noer estava lendo um romance de ficção científica em seu iPad, numa fazenda leiteira que ficava na zona rural ao norte de Bogotá, na Colômbia, quando um garotinho pobre de seis anos de idade, que limpava os currais, foi até ele. Curioso, Noer lhe estendeu o aparelho. Sem nenhuma instrução e nunca tendo visto um computador na vida, o menino começou a usar o iPad de maneira intuitiva. Começou deslizando o dedo na tela, abrindo aplicativos, jogando uma partida de pinball. "Steve Jobs projetou um computador potente que um garoto analfabeto de seis anos pode usar sem receber nenhuma instrução" , escreveu Noer. "Se isso não é mágico, então não sei o que é."
Em menos de um mês, a Apple vendeu 1 milhão de iPads. Atingiu essa marca duas vezes mais rápido do que com o iPhone. Em março de 2011, nove meses após o lançamento, tinham sido vendidos 15 milhões. Dependendo dos critérios de medida, tornou-se o bem de consumo de mais sucesso na história.
Jobs não estava contente com os anúncios originais para o iPad. Como sempre, atirou-se no marketing, trabalhando com James Vincent e Duncan Milner na agência de publicidade (agora chamada TBwA/Media Arts Lab), com Lee Clow dando consultoria à distância. No primeiro comercial que produziram, havia a cena calma e tranquila de um rapaz de camiseta e jeans desbotado, reclinado numa cadeira, usando várias coisas - e-mail, álbum de fotos, o New York Times, livros, vídeo - num iPad apoiado no colo. Não se falava nada, e havia apenas o som de "There goes my love", de The Blue Van, ao fundo. "Depois de aprovar o comercial, Steve decidiu que tinha detestado", lembrou Vincent. "Achou que parecia um anúncio da Pottery Barn." Mais tarde, Jobs me disse:
Tinha sido fácil explicar o que era o iPod - mil músicas em seu bolso -, o que nos permitiu chegar depressa aos anúncios com ícones. Mas era dificil explicar o que era um iPad. Não queríamos apresentá-lo como um computador, mas também não queríamos nada muito suave, que ficasse parecendo uma tevê bonitinha. O primeiro conjunto de comerciais provou que não sabíamos o que estávamos fazendo. Tinham um ar muito certinho e convencional.
James Vincent tinha passado meses na maior correria. Então, quando finalmente o iPad foi posto à venda e os anúncios entraram no ar, ele foi com a família ao festival de música de Coachella, em Palm Springs, que estava apresentando algumas de suas bandas favoritas, entre elas Muse, Faith No More e Devo. Logo que chegou lá, Jobs ligou. "Os comerciais de vocês não prestam", disse. "O iPad está revolucionando o mundo e precisamos de algo grandioso. Vocês fizeram uma merda."
"Bom, o que você quer?", revidou Vincent. "Você não foi capaz de me dizer o que queria."
"Não sei", respondeu Jobs. "Você precisa me trazer algo novo. Do que você me mostrou, nada chega nem perto do que eu quero."
Vincent retrucou e Jobs de repente virou uma fera. "Simplesmente desandou a gritar comigo", lembrou Vincent. Ele também sabia ser estourado, e o bate-boca esquentou. Quando Vincent gritou: "Você precisa me dizer o que quer",Jobs devolveu: "Você precisa me mostrar alguma coisa, e vou saber quando olhar".
"Ah, ótimo, vou pôr isso no resumo para meu pessoal da criação: vou saber quando olhar."

Vincent ficou tão frustrado que deu um murro na parede da casa que tinham alugado e deixou uma vasta marca. Quando finalmente saiu e foi até a piscina onde estava a família, olharam para ele preocupados. Por fim a esposa perguntou: ''Você está bem?".

Vincent e sua equipe levaram duas semanas para preparar outro conjunto de opções, e ele pediu para apresentá-lo na casa de Jobs, em vez de no escritório, na esperança de ter um ambiente menos tenso. Estendendo os esboços na mesinha de centro, ele e Milner apresentaram doze abordagens. Uma era de tipo vivaz e inspira dor. Outra ia pelo lado do humor, com o ator cômico Michael Cera andanndo por uma casa de mentira e fazendo comentários engraçados sobre os usos possíveis de um iPad. Outras mostravam o iPad com celebridades, ou apenas sobre um fundo branco, ou num pequeno quadro cômico, ou numa simples demonstração do produto.

Depois de examinar as opções, Jobs começou a entender o que queria. Não era humor, nem celebridades, nem demonstrações. "Tem de ser uma declaração", disse. "Precisa ser um manifesto. É coisa grande." Ele tinha anunciado que o iPad ia mudar o mundo e queria uma campanha que reforçasse essa posição. Outras empresas sairiam com imitações dali a um ano, disse Jobs, e ele queria que as pessoas lembrassem que a coisa legítima era o iPad. "Precisamos de comerciais que anunciem e digam o que fizemos."

Levantou abruptamente da cadeira, parecendo um pouco fraco, mas sorrinndo. "Agora preciso ir para a massagem", disse. "Ao trabalho."

Então Vincent e Milner, com o redator Eric Grunbaum, começaram a prepaarar o Manifesto, como diziam. Teria um ritmo rápido, com imagens vibrantes e uma batida marcada, e proclamaria que o iPad era revolucionário. A música escoolhida foi o refrão de Karen O em "Gold lion", do Yeah Yeah Yeahs. O iPad aparecia fazendo coisas mágicas e uma voz forte dizia: "O iPad é fino. O iPad é bonito ... É superpotente. É mágico ... É vídeo, é foto. Livros para mais de uma vida. já é uma revolução, e é só o começo".

Depois que os anúncios do Manifesto foram ao ar, a equipe tentou de novo algo mais suave, como os documentários do cotidiano feitos pela jovem cineasta Jessica Sanders. Jobs gostou - por pouco tempo. Então mudou de ideia, pela mesma razão pela qual tinha reagido contra os anúncios originais ao estilo das lojas de móveis Pottery Barn. "Porra", exclamou ele, "parece um comercial do Visa, coisa típica de agência de publicidade."

Ele tinha pedido anúncios que fossem novos e diferentes, mas por fim percebeu que não queria se afastar daquilo que considerava a voz da Apple. Para ele, essa voz tinha características muito próprias: era simples, despojada, afirmativa. "Tínhamos adotado a linha do estilo de vida, e parecia que Steve estava gostando, e de repente ele disse: "Detesto essa coisa, não é a Apple"', lembrou Lee Clow. "Falou para voltarmos à voz da Apple. É uma voz muito simples e honesta." E assim eles retomaram um fundo branco e despojado, apenas com um close-up mostrando tudo o que "o iPad é ... ", e deu certo.

Os comerciais do iPad não falavam sobre o aparelho, mas sobre o que as pessoas podiam fazer com ele. De fato, o sucesso do iPad não vinha apenas do belo hardware, e sim dos aplicativos, conhecidos como apps, que ofereciam ao usuário um imenso leque de atividades agradáveis. Havia milhares - e logo centenas de milhares - de aplicativos para download grátis ou por poucos dólares. Você podia com o dedo dar uma estilingada em passarinhos zangados, acompanhar o preço das ações, assistir a filmes, ler livros e revistas, ficar a par das notícias, jogar, passar um tempo enorme se divertindo. Aqui, também, o que facilitava tudo isso era a integração entre hardware, software e loja. Mas esses aplicativos permitiam que a plataforma fosse de tipo aberto, mas de maneira muito controlada, para os desenvolvedores externos que quisessem criar conteúdo e software - aberta como uma praça comunitária com grades e portões, cuidadosamente vigiada.

O fenômeno dos aplicativos começou com o iPhone. Quando ele foi lançado, no começo de 2007, não havia nenhum aplicativo que se pudesse comprar de um desenvolvedor externo, e Jobs, de início, resistiu à ideia. Ele não queria que gente de fora criasse aplicativos para o iPhone que poderiam estragá-lo, infectá-lo com vírus ou conspurcar a integridade do aparelho.

Art Levinson, membro do conselho, foi um dos que insistiram em permitir o desenvolvimento de aplicativos para o iPhone. "Liguei para ele uma meia dúzia de vezes para falar do potencial dos aplicativos", comentou. Se a Apple não os autorizasse, e na verdade até os encorajasse, algum outro fabricante de celulares inteligentes aproveitaria a brecha e teria um fator de vantagem na concorrência. O diretor de marketing Phil Schiller concordava. "Eu não conseguia imaginar que criamos algo tão potente como o iPhone e não iríamos deixar os programadores fazerem montes de aplicativos", lembrou. "Eu sabia que os usuários iam adorar." Como observador externo, o investidor John Doerr argumentou que autorizar aplicativos iria gerar uma infinidade de novos empreendedores que criariam novos serviços.

No começo Jobs calou a discussão, em parte porque achava que sua equipe não tinha condições de imaginar todas as complicações envolvidas no acompanhamento dos programadores externos. Ele queria foco. "Então, nem queria falar sobre o assunto", disse Schiller. Mas, logo que lançaram o iPhone, Jobs se interessou em ouvir o debate. "Toda vez que surgia a conversa, Steve parecia um pouco mais aberto", disse Levinson. Houve rodas livres para troca de ideias em quatro reuniões de diretoria.

Jobs logo percebeu que existia uma maneira de ter o melhor dos dois mundos. Permitiria que desenvolvedores externos criassem aplicativos, mas eles teriam de seguir padrões rigorosos, teriam de ser testados e aprovados pela Apple e vendidos apenas na iTunes Store. Era uma forma de aproveitar a vantagem de habilitar milhares de desenvolvedores de software, ao mesmo tempo mantendo controle suficiente para garantir a integridade do iPhone e a simplicidade para o usuário. "Foi uma solução absolutamente genial que pegou um ponto ótimo", disse Levinson. "Deu-nos a vantagem de ser abertos, ao mesmo tempo mantendo o controle de uma ponta a outra."

A App Store do iPhone foi inaugurada no iTunes em julho de 2008; nove meses depois, era feito o bilionésimo download. Quando o iPad começou a ser vendido em abril de 2010, havia 185 mil aplicativos disponíveis para o iPhone. A maioria também podia ser usada no iPad, embora sem aproveitar o tamanho maior da tela. Mas, em menos de cinco meses, havia 25 mil novos aplicativos especificamente configurados para o iPad. Em junho de 2011, eram 425 mil aplicativos para os dois, com mais de 14 bilhões de downloads.

A App Store criou uma nova indústria da noite para o dia. Em garagens, em repúblicas de estudantes e em grandes empresas de comunicação, programadores inventavam novos aplicativos. A empresa de investimentos de John Doerr criou um iFund de 200 milhões de dólares para financiar capital para as melhores ideias. Revistas e jornais que vinham disponibilizando gratuitamente seus conteúdos viram aí uma última chance de recolocar na garrafa o gênio desse modelo duvidoso de negócios. Editores inovadores criaram novas revistas, livros e materiais didáticos específicos para o iPad. Por exemplo, a editora de luxo Callaway, que tinha publicado desde Sex, de Madonna, a Miss Spider's tea party, decidiu ir fundo e abandonou totalmente o formato impresso, passando a publicar os livros como aplicativos interativos. Em junho de 2011, a Apple tinha gastado 2,5 bilhões de dólares remunerando os desenvolvedores de aplicativos.

O iPad e outros aparelhos digitais baseados em aplicativos inauguraram uma mudança fundamental no mundo digital. No começo, nos anos 1980, para entrar on-line geralmente era preciso utilizar um serviço como AOL, CompuServe ou Prodigy, que ofereciam conteúdo num espaço cuidadosamente delimitado, e mais algumas portas de saída que permitiam aos usuários mais arrojados ter acesso amplo à internet em geral. A segunda fase, que começou no início dos anos 1990, foi marcada pelo advento dos navegadores que permitiam que todos percorressem a internet à vontade, usando os protocolos de transferência de hipertexto (http) da World Wide Web, que acessava bilhões de sites. Surgiram os mecanismos de busca como o Yahoo e o Google, permitindo que as pessoas encontrassem facilmente os sites que quisessem. O lançamento do iPad anunciou um novo modelo. Os aplicativos faziam lembrar os parquinhos cercados do moodelo antigo. Os criadores podiam oferecer mais funcionalidades aos usuários que fizessem o download. Mas, com o surgimento dos aplicativos, também se sacrifiicava o caráter aberto e interligado da rede. Não era tão fácil fazer a busca ou o acesso. Como o iPad permitia o uso dos aplicativos e também a navegação na rede, não ia contra o modelo de rede. Mas de fato oferecia uma alternativa, tanto para os consumidores quanto para os criadores de conteúdo.


  • Repercussão sobre a morte de Steve Jobs, fundador da Apple.

    Autor: Globo G.1

    Veículo: Internet

    Fonte: Globo G.1, São Paulo, 5/10/2011

    Globo G1.com.br 05/10/2011 22h07
    05/10/2011 22h07 - Atualizado em 06/10/2011 15h00
    Veja repercussão sobre a morte de Steve Jobs, fundador da Apple
    Jobs lutava contra mais de um câncer desde 2004.
    Morte do empresário virou o assunto mais comentado nas redes sociais.
    Do G1, em São Paulo 


    Bill Gates fala no Twitter sobre morte de Steve Jobs 
    Personalidades, celebridades, políticos e especialistas em tecnologia lamentaram a morte do cofundador da Apple Steve Jobs, ocorrida na tarde desta quarta-feira (5).
    Leia o que eles disseram:
    Barack Obama, presidente dos Estados Unidos
    "Michelle e eu estamos entristecidos em saber sobre o falecimento de Steve Jobs. Steve estava entre os maiores inovadores americanos - corajoso o suficiente para pensar diferente, ousado o suficiente para acreditar que ele poderia mudar o mundo, e talentoso o suficiente para fazê-lo."

    Bill Gates, presidente da Microsoft, pelo Twitter
    "Melinda e eu extendemos nossas sinceras condolências à família e amigos de Steve Jobs. O mundo raramente vê alguém que tenha um impacto tão profundo. Para aqueles de nós que tivemos a sorte de trabalhar com Steve, foi uma honra muito grande. Eu sentirei falta de Steve imensamente."

    Tim Cook, substituto de Jobs na Apple
    "Eu tenho uma notícia triste para compartilhar com vocês. A Apple perdeu seu gênio criativo e visionário, o mundo perdeu um ser humano maravilhoso. Aqueles que foram sortudos o suficiente para conhecer e trabalhar com Steve perderam um grande amigo e um mentor. Não há palavras para expressar adequadamente a tristeza com a morte de Steve."

    Mark Zuckerberg, pelo Facebook
    "Steve, obrigado por ser um mentor e um amigo. Obrigado por mostrar que o que você constrói pode transformar o mundo. Vou sentir sua falta."

    Sergey Brin, cofundador do Google
    "Desde os primeiros dias do Google, sempre que Larry [Page] e eu buscávamos inspiração para visão e liderança, não precisávamos olhar mais adiante que em Cupertino [onde fica a sede da Apple]. Steve, sua paixão pela excelência é sentida por todos que já tocaram um produto da Apple (incluindo o MacBook com o qual estou escrevendo isso agora). E eu testemunhei isso pessoalmente nas poucas vezes em que nos encontramos. Em nome de todos nós o Google, e além disso, na tecnologia, você fará muita falta. Minhas condolências à família amigos e colegas da Apple."

    Arnold Schwarzenegger, governador da Califórnia
    "Steve viveu o sonho californiano durante todos os dias de sua vida e ele mudou o mundo e inspirou a todos nós. #ThankYouSteve."

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Cristina, colega de trabalho do Sindivarejista, me presenteou “Steve Jobson” no Natal de 2011, com a seguinte dedicatória: “Já que aqui não há neve, que a prosperidade a substitua e derrama-se sobre sua casa, trazendo alegrias e sorrisos nesse Natal. Boas Festas. Cristina 22/12/2011”.
E ainda anotou na folha de rosto, onde está impresso:
“As pessoas que são loucas o suficiente
Para achar que podem mudar o mundo
São aquelas que mudam.
Comercial “Pense diferente” da Apple, 1997”
“Essa frase chamou minha atenção pois lembrei-me do meu Chefe, Sr.Marcio Mafra. Rs.Rs Rs.”


 

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