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Mentes Perigosas

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Mentes Perigosas

Livro Bom - 2 opiniões

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Autor: Ana Beatriz Barbosa Silva

Editora: Fontanar

Assunto: Auto Ajuda

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 217

Ano de edição: 2008

Peso: 415 g

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Bom
Sara Pereira Silva Santos
11/01/2017 às 15:44
Santo André - SP
O livro ajuda leigos compreender o intrigante universo dos psicopatas que em sua grande maioria estão camuflados na sociedade.

Bom
Marcio Mafra
18/11/2011 às 18:11
Brasília - DF

Ana Beatriz, em seu livro Mentes Perigosas – o Psicopata Mora ao Lado ensina como reconhecer e se proteger de pessoas frias e perversas, sem sentimento de culpa, que estão perto de nós. A linguagem que a autora adota é quase livre do “mediquês”, mas é monotóna. Certamente a médica é competente e deve ser excelente profissional, porém, como escritora para leigos ela deixa a desejar, mesmo quando apresenta “dicas” gerais para lidar com os psicopatas:

1. Saiba com quem você está lidando

2. As aparências enganam

3. Não se esqueça de considerar a voz da intuição

4. Abra os olhos com pessoas maravilhosas ou excessivamente bajuladoras

5. Certas situações merecem atenção redobrada

6. Autoconhecimento é fundamental

7. Não entre no jogo das intrigas

8. Cuidado com o jogo da pena e da culpa

9. Não tente mudar o que não pode ser mudado

10. Nunca seja cumplice de um psicopata

11. Evite-os a qualquer custo

12. Busque ajuda profissional

13. Dê valor a sua capacidade de ser consciente



Em cada uma das treze dicas segue uma extensa peroração sobre o assunto.

Não é uma leitura agradável. Livro bom, leitura ruim.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Considerações sobre como aprender a reconhecer aqueles que vivem entre nós, se parecem fisicamente conosco, mas definitivamente não são como nós: são psicopatas. Seu comportamento, sua vida e seu universo, em linguagem inteligível, adequada ao leitor comum.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Um grande e limitante problema em realizar pesquisas sobre os psicopatas é que elas, em geral, só podem ser feitas em penitenciárias e isso é perfeitamente compreensível, afinal é muito difícil um psicopata "subcriminal", ou seja, aquele que nunca foi preso ou internado em instituições psiquiátricas, falar espontaneamente sobre seus atos ilícitos. Na grande maioria das vezes, eles não possuem nenhum interesse em revelar algo significativo para os pesquisadores ou mesmo para os funcionários do presídio e quando o fazem tentam manipular a verdade somente para obter vantagens, como a redução da pena por "bom comportamento" e "colaborações de cunho social".

O primeiro estudo sobre psicopatas só foi publicado em 1941, com o livro The Mask of Sanity (A Máscara da Sanidade), de autoria do psiquiatra americano Hervey Cleckley. Na introdução do livro, Cleckley deixa claro que sua obra aborda um problema "muito conhecido, mas ao mesmo tempo ignorado pela sociedade como um todo". Ele cita diversos casos de pacientes que apresentavam um charme acima da média, uma capacidade de convencimento muito alta e ausência de remorso ou arrependimento em relação às suas atitudes.

Com base nos estudos de Cleckley, o psiquiatra canadense Robert Hare (professor da University of British Columbia) dedicou anos de sua vida profissional reunindo características comuns de pessoas com esse tipo de perfil, até conseguir montar, em 1991, um sofisticado questionário denominado escala Hare e que hoje se constitui no método mais confiável na identificação de psicopatas.

Com esse instrumento, o diagnóstico da psicopatia ganhou uma ferramenta altamente confiável que pode ser aplicada por qualquer profissional da área de saúde mental, desde que esteja bastante familiarizado e treinado para sua aplicabilidade. A escala Hare também recebe o nome de psychopathy checklist, ou PCL, e sua aceitação e relevância têm levado diversos países de todo o mundo a utilizá-la como um instrumento de grande valor no combate à violência e na melhoria ética da sociedade.

O PCL examina de forma detalhada diversos aspectos da personalidade psicopática, desde os ligados aos sentimentos e relacionamentos interpessoais até o estilo de vida dos psicopatas e seus comportamentos evidentemente anti-sociais (transgressores).

Atenção! O PCL é uma complexa ferramenta cuja utilização clínica somente deve ser feita por profissionais ou serviços qualificados. O que me proponho a apresentar neste e no próximo capítulo são apenas as características-chave que sinalizam o perfil psicopático, com exemplificações práticas e de fácil entendimento. A simples identificação de alguns sintomas não são suficientes para a realização do diagnóstico da psicopatia. Muitas pessoas podem ser sedutoras, impulsivas, pouco afetivas ou até mesmo terem cometido atos ilegais, mas nem por isso são psicopatas.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Em dezembro de 2009, Roberto Mendes, advogado e amigo que reside e trabalha em Cuiabá-MT, me enviou mensagem sobre o livro “Mentes Perigosas – O Psicopata Mora ao Lado” , que comprei logo em seguida.
“Certa vez, ainda na faculdade, travamos uma discussão com o professor Ivaldo Caetano sobre a questão de algumas pessoas terem ou não consciência daquilo que fazem. Ou seja se têm consciência do mal que fazem as pessoas. Se chegavam a ter remorsos por isso. Não chegamos a conclusão nenhuma. Tivemos recentemente, entretanto, a grata surpresa de encontrar esta resposta no Livro denominado de Mentes Perigosas - O Psicopata Mora ao Lado - Ed. Objetiva Ltda Fontanar - 2.008 - da primorosa autora Ana Beatriz Barbosa Silva. E esta certeza se materializa na figura do psicopata. Afirma ela que os psicopatas são frios, manipuladores cruéis, e destituídos de compaixão, culpa ou remorso. Utilizam do seu charme e de sua inteligência para impressionar, seduzir e enganar quem atravessa no seu caminho. Estão camuflados de executivos bem-sucedidos, bons políticos, bons amigos, pais e mães de família, e não costumam levantar suspeitas sobre quem realmente são -. E os casos mais graves de psicopatas são os bandidos contumazes.
Não se cria psicopata. Nasce-se psicopata. E acrescenta a autora - Assim como os adultos psicopatas, crianças com essa natureza são desprovidas de sentimentos de culpa ou de remorso, características inerentes às pessoas "de bem". São más em suas essências - . O pior de tudo é que a psicopatia é um transtorno de personalidade, em virtude de uma disfunção neurobiológica (agravada em maior ou menor grau pelo meio social em que vivem) sem cura, pois cura psicológica implica em sofrimento ou desconforto. Como os psicopatas não têm esses incômodos eles são incuráveis.”


 

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