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Triste Fim de Policarpo Quaresma

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Triste Fim de Policarpo Quaresma

Livro Ótimo - 7 comentários

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Autor: Lima Barreto  

Editora: Campus

Assunto: Romance

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 198

Ano de edição: 2002

Peso: 220 g

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Excelente
Graziella Liberatti
28/07/2020 às 11:07
Londrina - PR
Muito bom para que nós brasileiros reflitamos sobre a visão exata que temos do Brasil e suas potencialidades.

Excelente
Cláudio Maffei
28/09/2019 às 14:24
Porto Feliz - SP
Lima Barreto foi um moderno antes da Semana de Arte Moderna de 1922. Seus romances tem um alto teor de crítica social. A acidez dos seus comentários vem da realidade sentida na pele de cor negra do seu autor. No seu tempo, muito incompreendido, por ser considerado um escritor a cléf (escritor que narrava personagens que realmente existiam, apenas disfarçando um pouco os nomes) era considerado um escritor marginal. Em Triste Fim de Policarpo Quaresma, o Major Policarpo um patriota verdadeiro acaba se perdendo na divisão tripla do livro: 1) Indo para o Hospício por mandar uma carta aos mandatários da nação sugerindo mudar a língua portuguesa para o tupi-guarani; 2) Recluso em seu sítio suas ideias progressistas implantadas com todo empenho nas suas terras são vencidas por inimigos terríveis - as formigas saúvas e os políticos calhordas e, 3) defendendo o Marechal de Ferro Floriano Peixoto na Revolta da Armada de 1903 acaba sendo preso e tendo um TRISTE FIM.


Ótimo
Nicholas Eduardo Moreira Cicanha
03/03/2019 às 11:36
Itaquaquecetuba - SP
Um livro maravilhoso, ótima história e personagens. Um clássico que vale a pena ser lido.


Excelente
Vitor Denis da Silva
28/02/2019 às 12:35
Muriaé - MG
Hodierno e atemporal. Leitura clássica e de crítica social com enredo e contextos geniais. Faz jus aos eminentes adjetivos e aclamações que recebe com o passar do tempo! Sensacional!

Ótimo
Henrique Rabelo
04/01/2019 às 13:10
Russas - CE
"Triste Fim de Policarpo Quaresma" é um livro muito interessante, pois retrata a história de um homem patriota e sua relação com a comunidade na qual ele vive.

Bom
Darlan Oliveira Silva
29/12/2012 às 13:25
Timon - MA
Um livro realmente à frente de seu tempo, entretanto utópico demais o que desvaloriza o enredo.

Ótimo
Elias Marinho
25/05/2011 às 12:51
Santa Maria - DF

Um livro muito a frente de seu tempo, assim como o seu autor, com criticas diretas a sociedade e aos políticos de sua época de maneira firme e contundente e corajosa se considerarmos o ano em que o livro foi escrito.

A condução da historia é feita de maneira brilhante e envolvente, o personagem principal, Major Quaresma, era um patriota, que através dos estudos de seus livros procurava conhecer todas as riquezas de nosso país e criticar todas as mazelas políticas da época que impediam o país de aproveitar todo seu potencial (hoje não mudou muita coisa não).

O autor apresenta os costumes e cultura do Brasil do inicio do século 20, com minuciosos detalhes da política nacional, características da terra brasileira e principalmente de seu povo.

O final do livro é triste assim como o seu título, não poderia ser diferente. Percebemos claramente que o Major Quaresma é simplesmente uma caricatura do próprio autor que teve o azar de nascer mulato, pobre e intelectual em um país que havia acabado de abolir a escravatura, mas não de dentro das pessoas. Lima Barreto, que morreu na miséria, alcoólatra e louco, não pode ver sua obra ser louvada, todavia, se tornou um dos maiores nomes da literatura nacional e será para sempre lembrado pelos amantes dos livros.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história do Major Policarpo Quaresma, personagem marcante do inicio do século 20 que era apaixonado por seu país e lutava contra todos os costumes de sua época para ver a glória do Brasil. Lima Barreto nos apresenta uma sociedade brasileira frágil politicamente, extremamente preconceituosa e com costumes arraigados.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Certas vezes Quaresma fazia-lhe perguntas, atendia-lhe a conversa, raras não. Anastácio era silencioso e grave. Nada dizia: trabalhava e, de quando em quando, parava, considerava, numa postura hierática de uma pintura mural tebana. O Major perguntou ao Felizardo:
-Que é que há, Felizardo?
O camarada descansou o grosso tronco de camará no monte, limpou o suor dos dedos e respondeu com a sua fala branda e chiante:
-Negócio de política... “Seu” Tenente Antonino quase briga ontem com “Seu” dotô Campo.
-Onde?
-Na estação.
-Por quê?
-Negócio de partido. Pelo que ouvi: “Seu” Tenente Antonino é pelo “governadô” e “Seu dotÔ Campo” é pelo “Senadô”... Um “sarcero”, patrão!
-E você, por quem é?
Felizardo não respondeu logo. Apanhou a foice e acabou de cortar um galho que enleava o tronco a remover. Anastácio estava de pé e considerou um instante a figura do companheiro palrador. Respondeu afinal:
- Eu sei lá... Urubu pelado não se mete no meio dos coroados. Isso é bom pro “sinhô”.
-Eu sou como você Felizardo.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Estou em uma procura constante em ler os grandes clássicos da literatura mundial e Triste Fim de Policarpo Quaresma é celebre, por isso podia deixar de ler. (Elias Marinho)


 

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