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The HP Way - Como Bill Hewlett e Eu contruímos a nossa empresa

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The HP Way - Como Bill Hewlett e Eu contruímos a nossa empresa

Livro Bom - 2 comentários

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Autor: David Packard

Editora: Campus

Assunto: Biografia

Traduzido por: Julio Bernardo Ludermir

Páginas: 168

Ano de edição: 1995

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Ruim
Marcio Mafra
26/06/2011 às 17:58
Brasília - DF

Livro de memória, biografia ou correlato não tem meio-termo: é bom ou é ruim. The HP Way é ruim. Ruim porque é um festival de baboseira, de auto elogio, de ações entre amigos e de fogueira das vaidades que dá até dó. Quando escrito por um profissional corre o risco de ficar melhor que a média dos outros livros escritos pelo próprio protagonista da história. Neste caso, parece que quem escreveu tudo foi o David, que contribui com o "P" da marca HP. HP é uma das incontáveis empresas que teve o acaso trabalhando em seu favor, como aconteceu com a grande maioria das empresas americanas fundadas pouco (ou muito) antes da 2ª Guerra Mundial. Naquela época, nos EUA, todas as empresas - micros, pequenas, médias e grandes - não precisavam fazer nenhum esforço de planejamento, nem aportar capital para crescer. Todas elas eram obrigadas a fornecer para o governo, que comprava tudo - a preço de mercado - para sustentar o chamado "esforço de guerra". Elas obrigatoriamente progrediam. Mesmo uma empresa minúscula como a HP, com capital de 538 dólares, que em 1940 fabricava quase artesanalmente, apenas oito produtos, com somente três funcionários e faturou, naquela ano, nada menos que 34 mil dólares, ou seja, quase 64 vezes o seu capital. Era o governo que comprava tudo. Assim, em 1947, quando a guerra terminava, a empresa já faturava 678 mil dólares e tinha 111 empregados. Daí - como todos sabem - até os anos 1951/1956 os EUA despejaram uma montanha de quinquilharia pelo mundo aliado - tanto na Europa como na América latina e na Asia - porque ele era devedor de muito dinheiro aos países que se aliaram. Não pagou nem um “cent” em dinheiro. Mas exportou para o mundo inteiro, toda a sorte de quinquilharia: de canetas esferográficas a aviões DC-3 usados na guerra. Assim suas indústrias cresceram espetacularmente e então puderam se manter sólidas e progressistas, pois tinham infindáveis recursos financeiros e econômicos para investir em tecnologia avançada e consolidaram então o surto virtuoso do progresso com riqueza. A HP foi uma delas.

Claro que houve algum mérito no crescimento da HP. Mas ao examinarmos bem o livro do David, enxergamos muito ufanismo, muita genialidade que não guarda compatibilidade com a dura realidade dos fatos, quando comparados com outras empresas, que operaram nas mesmas condições em outros países. Basta procurar na paginas de The HP Way, onde estão os erros, problemas, fracassos e prejuízos comuns à qualquer empreendimento?

Então, empresa onde o dinheiro entra fácil, torna os patrões generosos, grandiloqüentes, candidatos a gênios. É quando se junta a fome com a vontade de comer. Tudo fica muito bom, mas o livro - continua ruim - tanto por falta de profissional da escrita, como pelo excesso de conto da carochinha, onde ao final todos viveram e viverão muito felizes.


Ótimo
Elias Marinho
25/05/2011 às 12:34
Santa Maria - DF

Para aqueles que como eu achava que a HP era simplesmente uma empresa de impressoras e calculadoras cientificas, vai se surpreender com este livro. O autor David Packard, que em sociedade com Bill Hewlett, criou a HP, narra os detalhes da origem da empresa com ricos detalhes, alguns extremamente técnicos que não fazem parte do nosso meio, mas que não comprometem a narrativa, de uma maneira muito gostosa de ser lida, contando os fatos importantes que impactaram a empresa e os fatos políticos e econômicos que passaram os Estados Unidos no século 20.

É uma autobiografia sobre uma empresa, escrita por um não escritor que tinha tudo para ser altamente técnica e altamente chata, porém foi totalmente diferente, quase um romance. O autor passa a imagem de que era um ser humano extraordinário, altamente criativo, daqueles que dá gosto de conhecer e conviver, embora fosse um capitalista como qualquer um de seus compatriotas sabia ao mesmo tempo sugar todo o esforço de seus funcionários ao mesmo premiando-os devidamente com bons salários, capacitação, valorização e o mais importante um ouvido para ouvir as suas necessidades que não se restringem somente dinheiro. Gostei demais do livro, esperava apenas saber como a HP havia surgido e me surpreendi com a história de uma empresa gigantesca, que conseguiu se atualizar a cada ano, sobrevivendo às mudanças bruscas que sempre passou o setor de tecnologia, crescendo mesmo em tempos de instabilidades econômicos nos Estados Unidos. Pude aprender um pouco com David Packar com seu HP Way valiosas lições de administração de empresas. Valeu a leitura.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Em The HP Way, David Packard, um dos criadores da empresa HP, narra a historia de como ele e seu sócio Bill Hewlett construíram uma das maiores empresas de tecnologia do mundo, contando a sua origem, os produtos iniciais, crescimento e expansão, sempre associando os acontecimentos da empresa à sua própria vida e a dos Estados Unidos.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Começamos a trabalhar em dois turnos durante a guerra e em 1943 construímos nosso primeiro prédio no numero 395 da Page Mil Road, para fazer frente à nossa crescente produção. Embora tivéssemos trabalhando com prazos apertadíssimos, havia também muito entusiasmo e um grande companheirismo. Fomos uma das três fábricas californianas a ganhar o premio “E” do Exército-Marinha, em 1943. Apenas 2,5 por cento dos fabricantes americanos mereceram tamanha honra. Nosso pessoal trabalhou duro e fizemos questão de reconhecer e encorajar esse tipo de contribuição. Antes mesmo da guerra começar, Bill e eu tínhamos começado a implementar um plano de incentivos para todas as pessoas que trabalhavam conosco, baseado no que havíamos aprendido com a General Radio. Embora a fórmula fosse complicada, seu objetivo central era pagar um bônus a todas as pessoas, correspondente a determinado percentual do salário delas, quando a produção ultrapassasse determinados níveis. O Plano da General Radio beneficiava apenas os engenheiros. Mas Bill e eu acreditávamos que todos na HP deveriam ser incluídos. Queríamos reconhecer a contribuição de cada indivíduo, não apenas a de um grupo especial.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

O Marcio Mafra recebeu uma caixa de livros doados por um amigo como contribuição à Livronautas. Fui incumbido de ler aquilo que me interessasse e incluí-los no site, vi o livro The HP Way e como a HP é muito conhecida me interessei em ler para descobrir como surgiu a empresa.


 

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