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Palacio Nacional de Mafra

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Palacio Nacional de Mafra

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Autor: Luis Filipe Marques da Gama

Editora: Elo

Assunto: Museus e Palacios

Traduzido por: Livro Editado em Português (de Portugal)

Páginas: 79

Ano de edição: 1992

Peso: 360 g

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Ótimo
Marcio Mafra
06/09/2010 às 17:09
Brasília - DF

Situado a cerca de 30 km de Lisboa, o Palacio Nacional de Mafra era um dos ícones dos tempos de glória e abundância do império colonial português. Mistura de palácio, igreja e convento tem 264 metros de fachada, 5.200 portas e janelas e 114 sinos. Já não bastasse a grandiosidade, a beleza e a história do Palácio Nacional de Mafra, construído por 45.000 homens com ouro extraído do Brasil, que ficou pronto em 1750, o lugar ainda tem a extraordinária biblioteca com quase 40 mil livros e códices conservados desde a sua inauguração. O Roteiro foi escrito e ilustrado com belíssimas fotos pelo seu Diretor, Luis Filipe Marques da Gama, que é um especialista em investigação histórica, com destaques para arte, genealogia e heráldica. Espetacular o Palácio e ótimo livro.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história da construção e da existência muito bem preservada do Palácio Nacional de Mafra e sua biblioteca.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Localizada na ala nascente do Convento, ao nível do quarto piso, a Biblioteca ocupa a mais nobre e vasta de todas as salas do Monumento, constituindo a mais típica Livraria monástico-real do século XVIII existente em Portugal, onde se aliam as riquezas do pensamento com o trabalho artístico.
Medindo 83,60 m de comprimento, nela sobresssaem, à primeira vista, as magníficas estantes entalhadas em estilo «Rocaille», repletas de obras preciosas.
As estantes que emolduuram o salão nobre, bem como o pavimento em mosaicos composto de mármores de diversas cores, só começaram a ser construídas no reinado de D. José, estando anteriormente os livros da comunidade religiosa recolhidos provisoriamente em duas salas separadas que funcionavam como livrarias independentes.
Em Maio de 1771, por determinação do Marquês de Pombal, instalaram-se no Convento os Cónegos Regrantes de Santo Agostinho, os quais vieram substituir os Franciscanos da Província de Santa Maria da Arrábida que o habitavam desde 1730.
Durante algum tempo, os novos ocupantes mantiveram ainda os livros nas salas primitivas, até que decidiram mudá-los para outras duas contíguas à inacabada «Casa da Livraria» que desde logo mandaram concluir, à custa dos fundos ricos da sua Ordem, encomendando as majestosas estantes e os restantes trabalhos ao arquitecto Manuel Caetano de Sousa.
Porém, tendo a rainha D.Maria I ordenado em 1792 que os Cónegos Regrantes abandonassem o Convento de Mafra, para darem novamente lugar aos franciscanos, a obra ficou por concluir e assim os livros permaneceram ainda por espaço de dois anos fora do seu definitivo lugar.
Finalmente, em 1794, sendo bibliotecário o Padre Mestre Frei João de S. José, conseguiram os frades arrábidos, autorizaação régia para utilizarem as novas estantes, mesmo incompletas, atendendo a que só lhes faltava dourar a obra de talha e pintar os bustos dos escritores clásssicos nos medalhões.
A primeira tentativa de classificação e arrumação sistemática das inúmeras obras só se efectuou em 1797, devido à iniciativa do Padre Mestre Bibliotecário, Frei Joaquim da Conceição. Com a morte deste, ocorrida um ano depois, todo o trabalho ficou suspenso, só vindo a ser retomado após a expulsão das tropas francesas, que se haviam fixado em Mafra, em finais do ano de 1807.
Com a nomeação de Frei João de Sant' Ana para bibliotecário, em 1809, veio por fim a Biblioteca do Convento de Mafra encontrar na pessoa deste erudito franciscano o seu grande organizador e o seu mais dedicado defensor.
Embora com pequenas diferenças, a ele se deve a arrumação sistemática que os livros actualmente apresentam, sendo também da sua autoria um volumoso catálogo onomástico, manuscrito e ainda inédito, que abarca todas as obras existentes na Livraria até ao ano de 1819 e que ainda hoje presta os melhores serviços aos estudiosos e investigadores.
O valioso recheio da Biblioteca é composto por cerca de 40.000 volumes, predominando as obras impressas dos séculos XVI, XVII e XVIII, nacionais e estrangeiras. A Teologia, a Escritura Sagrada, o Direito Canónico, a História Eclesiástica, a História Secular, a Literatura Clássica e Moderna, a Geografia, a Filosofia e
o Direito formam os seus núcleos mais importantes.
De entre as obras impresssas merecem especial realce, pela sua raridade, vinte e dois incunábulos, todos eles estrangeiros e alguns iluminados.
A colecção de manuscritos é, em confronto com a dos impressos, relativamente pequena, avultando certo número de pergaminhos avulsos, códices, diversos documenntos referentes a diferentes conventos, 1.000 processsos de habilitação «de genere» dos noviços para ingressarem na Ordem Franciscana da Província da Anábida e ainda uma quantidade muito significativa de cadernos de música manuscrita dos mais famosos compositores nacionais do último quartel do século XVIII e princípios de XIX.
São dignos de especial atenção os códices iluminaados (séculos XV e XVI), em número de dezasseis, devendo destacar-se os Livros de Horas e dois forais de D. Manuel I.
A Biblioteca possui também 41 cartas geográficas dos séculos XVIII e XIX.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Em outubro de 2009 fiz uma memorável viagem a Portugal, quando visitei a extraordinária e histórica cidade de Mafra, pouco ao norte de Lisboa, para conhecer o Palácio Nacional de Mafra e, especialmente, sua biblioteca. Símbolo do magnânimo reinado de D.João V é indiscutivelmente a obra mais monumental e completa daquele monarca, que em 1730 o inaugurou. Em 1729 trabalhavam na obra 47.836 homens. Em 1730 chegou a contar com 52.000 pessoas sendo 45.000 operários e 7.000 soldados. Nunca foi calculado o custo da construção que se iniciou em 1717 e teve seu projeto completamente alterado em 1728, mas sabe-se que foi construído exclusivamente com o ouro extraído da Colônia Brasil. As esculturas em mármore existentes no Palácio somam mais de cem. Dentre outros livros, trouxe a Escultura de Mafra e Roteiro do Palácio e Biblioteca Nacional de Mafra.


 

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