carregando

Aguarde por gentileza.
Isso pode levar alguns segundos...

 

Você está aqui Principal / Livros / A Menina Que Roubava Livros

A Menina Que Roubava Livros

Para usar as funcionalidades você precisa estar logado(a). Clique aqui para logar
Erro ao processar sua requisição, tente novamente em alguns minutos.
A Menina Que Roubava Livros

Livro Ótimo - 24 opiniões

  • Leram
    127
  • Lendo
    9
  • Vão ler
    128
  • Relendo
    3
  • Recomendam
    64

Autor: Markus Zusak

Editora: Intrínseca

Assunto: Romance

Traduzido por: Vera Ribeiro

Páginas: 494

Ano de edição: 2007

Peso: 680 g

comentar
  • lido
  • lendo
  • vou-ler
  • re-lendo
  • recomendar
tenho
trocar
empresto
doar
aceito-doação
favorido
comprar
quero-ganhar

 


Ótimo
Vanda Costa
24/07/2017 às 21:08
Rio de Janeiro - RJ
Enredo original, personagens carismáticos. Prende a atenção do leitor do início ao fim.


Ótimo
Cátia Cruz
22/06/2017 às 16:08
São Paulo - SP
Intrigante no inicio e totalmente envolvente no decorrer da narrativa... inesquecível essa leitura.


Excelente
Ana Claudia de Mello Peçanha
21/06/2017 às 00:34
Rio de Janeiro - RJ
Livro muito bom para ler. Gostei muito!!


Bom
Michele Cristiane da Silva Ramos
27/01/2017 às 22:54
Itatiba - SP
não consegui ler inteiro, até onde li, adorei.


Muito bom
Rita de Cássia Melo de Brito
21/11/2016 às 16:38
Crato - CE
Li e gostei muito da história.


Excelente
Gessica Lira
30/09/2016 às 18:52
Parauapebas - PA
Excelentíssimo este livro.


Excelente
Brenda Cristina Dourado Moura
21/01/2016 às 12:29
Manaus - AM
Esse livro é realmente excelente, envolvente e leve mesmo com os acontecimentos que se passam, ele nos faz sorrir e logo em seguida chorar, ele nos prende ao ponto de não querermos largar a leitura .


Excelente
Moniely Alves da Silva
24/12/2015 às 21:16
Sobradinho - BA
otimo

Ótimo
Victória Martins
25/07/2015 às 17:50
Ipueiras - CE
Eu adoro todos os livros que contam sobre a 2° guerra mundial. São muitos instigantes, são aqueles tipos de livros que você não consegue largar!


Excelente
mickaele rodrigues neres
18/06/2015 às 17:13
Brazlândia - DF
É um dos melhores livros que já li....super recomendo!!!


Excelente
Claudiene Alves
29/04/2015 às 10:24
Uberaba - MG
Mais que excelente, uma experiencia incrivel ler esse livro.


Excelente
Késia de Andrade Ruas
07/01/2015 às 09:45
Januária - MG
Livro emocionante, com uma narrativa linda... Uma história contada pela morte... É poético, histórico e encantador...


Excelente
FELIPE GUIMARAES CUNHA
15/12/2014 às 14:21
São Paulo - SP
Muito Bom.


Excelente
Adrielly Caroliny Alves Marcelino
28/02/2014 às 16:35
Itapevi - SP
Um livro que vale a pena apreciar a cada página...

Excelente
Vanessa Cristina
25/01/2014 às 03:23
Brasília - DF
Meu livro favorito, muuito bom mesmo, gostei muito, tipo, é de drama mas não meloso, romance, mas não clichê, enfim excelente!


Excelente
Alessandra Pereira Gomes
30/09/2013 às 11:02
Anastácio - MS
Esse livro é maravilhoso pra quem gosta de mistérios e a grande história de Hitler. Um livro comovente.


Excelente
Vívian
25/12/2012 às 14:19
São Paulo - SP
Achei este livro excelente, envolvente e emocionante. De escrita fácil e ao mesmo tempo transparente, você consegue entrar na história, como se fosse também um dos personagens. Li este livro há alguns anos quando foi lançado mas continua sendo, para mim, um dos melhores que já li.


Bom
Maria Arizete Madeira aragão
02/08/2012 às 08:51
Recife - AC
Apesar de ser uma história comovente, as vezes é um pouco cansativa pela falta de grandes emoções. Comecei a ler com muita expectativa por ter ouvido recomendações de várias pessoas e confesso que não achei tão maravilhoso assim.


Excelente
F. Mafra
28/07/2012 às 16:19
Brasília - DF
Uma história comovente, um dos melhores livros que já li, fantástico, incrível, fácil de ler. Cuidado apenas para não começar e só largar quando chegar ao fim.
"Chorei e sorri, o importante é que emoções eu vivi".
Vale muito!

Excelente
Cris Felizardo
17/05/2011 às 20:00
Brasília - DF

Comecei a ler este livro não conseguir mais parar. O que mais me deixou emocionada foi a luta de uma mãe pra salvar seus filhos no meio de uma guerra, a amizade ,lealdade e o amor de Liesel Meminger/Rudy Steiner, e também o cuidado e o carinho do pai adotivo de Liesel. APRESENTANDO O LIVRO. A Alemanha nazista. Uma menina com um irmão morto. Um livro preto com letras prateadas. Neve. Dois pais de criação. A mulher com punhos de ferro. O enrolador de cigarros. Um judeu escondido no porão. Palavras… e bombas



Ótimo
Beatriz Murase
15/05/2011 às 19:59
Sinop - MT

Eu gostei muito desse livro porque pude ver outro ponto de vista sobre o nazismo. O que eu tinha em mente era que milhares de judeus e comunistas morreram, o que os livros de história apresentam, mas em A Menina Que Roubava Livros conhecemos também o lado da família alemã da época e o que ela sofreu.



Ruim
Angelica Maria Alexandre Costa
14/05/2011 às 19:59
Salvador - BA

O livro não acelera. Não motiva o leitor a continuação da leitura.



Ótimo
stefanie martorelli
30/04/2011 às 10:56
Betim - MG

ainda lendo.. mais são otimas as referencias...


Excelente
Marcio Mafra
24/10/2007 às 19:57
Brasília - DF


O mais inusitado da "A Menina que Roubava Livros" é que a narrativa é feita pela morte embora não se trate de livro de terror ou suspense. O livro surpreende logo no prólogo, que vai transcrito abaixo. A história da Liesel guarda certa semelhança com o "Diário de Anne Frank", embora o Markus Suzak seja um talentoso e excelente contador de casos. A semelhança com o Diário de Anne Frank, escrito pelo ghost-writer Meyer Levin, está no fato do personagem central ser uma criança abandonada, que além de sobreviver às angústias, tristezas e miserabilidades próprias da guerra, encontra ânimo e coragem para se alegrar e se divertir com coisas bem simples, do dia-a-dia. Tais fatos, quando bem historiados, emocionam os leitores, porque crianças que são frágeis e dependentes se divertem e se alegram a despeito das vicissitudes, mesmo quando se encontram nas situações mais adversas. Aquilo que abala qualquer adulto passa incólume na visão e na vida da criança. Liesel Meminger, órfã de pai e mãe é uma garotinha pré-adolescente, que durante a 2ª Guerra Mundial mora nas proximidades de Munique e tem o hábito de roubar coisas às quais não resiste como livros, por exemplo. Com a ajuda de seu padrasto aprende a ler e divide os livros - e outros objetos que rouba - com os seus vizinhos. É muito apegada a um judeu, que perseguido pelos seus próprios amigos "puros alemães", se refugia num sótão, durante os bombardeios que, constantemente, são feitos sobre a cidade. A Menina que Roubava Livros é história reveladora, simbólica, divertida e abstrata, contada pela morte, mas é também um autentico libelo que o Zusak faz contra a vilania, a covardia, o medo e a morte, usando como arma principal a linguagem da veneração aos livros e a palavra. Encante-se. Da ultima capa: "Quando a morte conta uma história, você deve parar para ler"...



Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Liesel Meminger era uma menina, cuja mãe a abandonou para que ela não morresse na mão dos nazistas, assim como tinha morrido há pouco, o seu irmãozinho. Foi em 1939 que Hans e Rosa Hubermann ficaram sendo os pais adotivos de Liesel. Quatro anos depois, em 1943, Liesel já tinha encontrado a morte e escapado dela, pelo menos três vezes, e ainda assim ela continuava roubando livros...

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

(prólogo) "...Morte e Chocolate Primeiro, as cores. Depois, os humanos. Em geral, é assim que vejo as coisas. Ou, pelo menos, é o que tento. Eis um pequeno fato: "Você vai morrer". Com absoluta sinceridade, tento ser otimista a respeito de todo esse assunto, embora a maioria das pessoas sinta-se impedida de acreditar em mim, sejam quais forem meus protestos. Por favor, confie em mim. Decididamente, eu sei ser animada, sei ser amável. Agradável. Afável. E esses são apenas os As. Só não me peça para ser simpática. Simpatia não tem nada a ver comigo. Reação ao fato supracitado."Isso preocupa você? Insisto - não tenha medo. Sou tudo, menos injusta." - É claro, uma apresentação. Um começo. Onde estão meus bons modos? Eu poderia me apresentar apropriadamente, mas, na verdade, isso não é necessário. Você me conhecerá o suficiente e bem depressa, dependendo de uma gama diversificada de variáveis. Basta dizer que, em algum ponto do tempo, eu me erguerei sobre você, com toda a cordialidade possível. Sua alma estará em meus braços. Haverá uma cor pousada em meu ombro. E levarei você embora gentilmente. Nesse momento, você estará deitado(a). (Raras vezes encontro pessoas de pé.) Estará solidificado(a) em seu corpo. Talvez haja uma descoberta; um grito pingará pelo ar. O único som que ouvirei depois disso será minha própria respiração, além do som do cheiro de meus passos. A pergunta é: qual será a cor de tudo nesse momento em que eu chegar para buscar você? Que dirá o céu? Pessoalmente, gosto do céu cor de chocolate. Chocolate escuro, bem escuro. As pessoas dizem que ele condiz comigo. Mas procuro gostar de todas as cores que vejo - o espectro inteiro. Um bilhão de sabores, mais ou menos, nenhum deles exatamente igual, e um céu para chupar devagarinho. Tira a contundência da tensão. Ajuda-me a relaxar. Uma pequena teoria. " As pessoas só observam as cores do dia no começo e no fim, mas, para mim, está muito claro que o dia se funde através de uma multidão de matizes e entonações, a cada momento que passa. Uma só hora pode consistir em milhares de cores diferentes. Amarelos céreos, azuis borrifados de nuvens. Escuridões enevoadas. No meu ramo de atividade, faço questão de notá-los." Já que aludi a ele, o único dom que me salva é a distração. Ela preserva minha sanidade. Ajuda-me a agüentar, considerando-se há quanto tempo venho executando este trabalho. O problema é: quem poderia me substituir? Quem tomaria meu lugar, enquanto eu tiro uma folga em seus destinos-padrão de férias, no estilo resort, seja ele tropical, seja da variedade estação de inverno? A resposta, é claro, é ninguém, o que me instigou a tomar uma decisão consciente e deliberada - fazer da distração minhas férias. Nem preciso dizer que tiro férias à prestação. Em cores. Mesmo assim, é possível que você pergunte: por que é mesmo que ela precisa de férias? De que precisa se distrair? O que me traz à minha colocação seguinte. São os humanos que sobram. Os sobreviventes. É para eles que não suporto olhar, embora ainda falhe em muitas ocasiões. Procuro deliberadamente as cores para tirá-las da cabeça, mas, vez por outra, sou testemunha dos que ficam para trás, desintegrando-se no quebra-cabeça do reconhecimento, do desespero e da surpresa. Eles têm corações vazados. Têm pulmões esgotados. O que, por sua vez, me traz ao assunto de que lhe estou falando esta noite, ou esta manhã, ou seja lá quais forem a hora e a cor. É a história de um desses sobreviventes perpétuos - uma especialista em ser deixada para trás. É só uma pequena história, na verdade, sobre, entre outras coisas: " Uma menina " Algumas palavras " Um acordeonista " Uns alemães fanáticos " Um lutador judeu " E uma porção de roubos Vi três vezes a menina que roubava livros.


Nenhuma informação foi cadastrada até o momento.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Comprei este livro por indicação de meu amigo Edílson Freitas.


 

Para baixar ou visualizar o E-BOOK é necessário logar no site.
Clique aqui! para efetutar seu login.

 

Não tem uma conta?
Clique aqui e crie a sua agora!