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Bom Dia Tristeza

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Bom Dia Tristeza

Livro Bom - 1 comentário

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Autor: Françoise Sagan

Editora: Difel

Assunto: Romance

Traduzido por: Maria Luiza de Andrade Ribeiro

Páginas: 169

Ano de edição: 1957

Peso: 175 g

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Bom
Marcio Mafra
31/03/2007 às 11:31
Brasília - DF

Bom Dia Tristeza foi o primeiro livro da autora, que virou um best seller, tão logo foi publicado na Europa. Alguns críticos consideram a Françoise Sagan um símbolo dos jovens franceses dos anos 50. O livro é calcado em história da irresponsabilidade, leviandade e sexo dos franceses da época. Fala do incesto. Tem cara de existencialista. Tem uma linguagem condescendente com o cinismo social da época, e com o ócio da sociedade de então. A história é baseada no velho e bom triângulo amoroso, com uma narrativa tradicional que se desenvolve em torno de poucos personagens, num espaço cênico bastante limitado. Coisas da época, expondo o pouco pudor, a inocência e o encanto feminino. O final da história é simples, porém não é previsível. Talvez essa simplicidade narrativa tenha sido a principal alavanca do sucesso da Françoise. Vale a leitura.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história de amor de Ane uma jovem de 17 anos, apaixonada por Cyril que se passa durante as férias, numa praia do mediterrâneo. Elsa a amante do pai de Ane, domina a situação, até a chegada de....

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

meu pai, pela nossa resolução nos divertimentos, nas futilidades, como desprezava a todo excesso. Somente nos reuníamos nos jantares para tratar de negócios - ela trabalhava em costura e meu pai em publicidade - a lembrança de minha mãe e os meus esforços, porque, embora ela me intimidasse, eu a admirava muito. Enfim, essa chegada súbita parecia como um contratempo, levando-se em consideração a presença de Elsa. Elsa subiu para dormir depois de uma porção de perguntas sobre a situação de Anne na sociedade. Fiquei só com papai e fui sentar-me na escada, aos seus pés. Ele se curvou e pôs as duas mãos sobre os meus ombros: - Por que você está tão empolgada, meu encanto? Você parece uma gatinha selvagem. Eu gostaria de ter uma filha bela e loura, um pouco forte, com olhos de porcelana e. . . - A questão não é essa - disse. - Por que você convidou Anne? E por que ela aceitou.? - Para ver esse seu velho pai, talvez. Nunca se sabe. - Você não é o tipo que interesse a a Anne - disse eu...." ....Texto...." Lá vem Elsa. Ela descia de roupão, fresca e luminosa. Senti-me apagada e magra. Ambos tinham um ar de saúde, de florescência, de excitação que me deprimia ainda mais. Ela me fez sentar, com mil cuidados, como se eu saísse de uma prisão. - Como vai Raymond? - perguntou. - Ele sabe que eu voltei? Tinha o sorriso feliz da que perdoou, da que espera. Eu não podia lhe dizer, a ela, que meu pai a esquecera e, a ele que não me queria casar. Fechei os olhos, Cyril foi buscar café. Elsa falava, falava, visivelmente considerava-me uma pessoa muito sutil, tinha confiança em mim. O café era muito forte, muito cheiroso, o sol me reconfortou um pouco. - Esforcei-me inutilmente, não encontrei uma solução - disse Elsa. - Não existe solução - disse Cyril. - É um fascínio, uma dominação, nada se pode fazer. - Pode-se - respondi. - Há um meio. Vocês não têm imaginação.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Passando por um sebo conhecido, busquei pelo nome da autora e consegui recuperar o titulo mais famoso da escritora francesa, que foi um sucesso inigualável nos anos 1955/1960.


 

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