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Porque Construí Brasília

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Porque Construí Brasília

Livro Ótimo - 2 comentários

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Autor: Juscelino Kubitschek de Oliveira

Editora: Senado Federal

Assunto: História

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 477

Ano de edição: 2006

Peso: 805 g

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Excelente
Paulo Berilli de Carvalho
14/02/2017 às 15:57
Goianira - GO
Excelente leitura. Conta, em uma narrativa emocionante, a epopéia da criação de uma cidade desde a sua concepção ideológica eté a sua inauguração. Durante a narrativa relata tudo o que acontecia à sua volta e a evolução de seu governo na viabilização e concretização de seu plano de metas. Depois de iniciada a leitura, é difícil parar de ler

Ótimo
Marcio Mafra
22/12/2007 às 21:58
Brasília - DF

Este livro é tão entusiasmante quanto o otimismo que JK transmitia. Do primeiro ao último capitulo, sobra história, emoção, respeito, cidadania, coragem, determinação e política, da mesma maneira como nos outros três livros do Presidente, intitulados "Meu Caminho Para Brasília". Na verdade, muitos fatos e referencias constantes do Porque Construí já tinham sido mencionados nos livros anteriores. A leitura é fácil, quase didática e levemente romanceada em algumas passagens da vida do fundador desta cidade de Brasília. Vale a leitura.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história da construção de Brasília, narrada pelo seu fundador, dividida nos seguintes capítulos: (1) Começa o Novo Brasil (2) Antecedentes históricos (3) Estudos realizados (4) Aprovação da Lei pelo Congresso (5) A Construção do Catetinho (6) Inicio da batalha (7) Surge a idéia da Belem-Brasilia (8) Um dia novo que amanhecia (9) Inauguração do Palácio da Alvorada (10) A Morte do Bandeirante (11) Tentativa de parar as obras (12) A Universidade de Brasília (13) Conversando com a nação (14) Desafio da Telecomunicação (15) Despedida do Rio (16) Primeira reunião ministerial (17) Instalação do Legislativo e do Judiciário (18) A Meta da legalidade (19) O Ultimo Aniversário (20) Um Imperador Deposto em Brasília (21) A Missão de Brasília

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Quando pensei contar aos meus patrícios, na unidade expositiva de um livro, as razões e o modo por que construí Brasília, refleti que o tema não me pertencia, e sim aos historiadores da cidade e do país. Embora já houvesse acumulado os fatos para esta narrativa, deixei-os de lado. Bastava-me o esforço para erguer a nova Capital do Brasil no Planalto Central. Entretanto, com o passar do tempo, pude sentir que talvez só eu pudesse contar por inteiro a origem e a formação de Brasília. Além de seu fundador, seria também o seu cronista. Antes de ser construída, Brasília foi uma polêmica. A mais longa que se travou no Brasil: viera da Colônia, atravessara todo o Império, entrara pela República, e continuava a ser, até o início do meu Governo - uma controvérsia e um desafio. Quando lhe plantei os primeiros alicerces, a velha polêmica, longe de atenuar-se - tomou-se mais veemente. E de tal modo que houve quem vaticinasse, não apenas o fracasso da iniciativa visionária, mas o de toda a minha obra administrativa. Depois, ao inaugurar a nova Capital da República, no dia certo, na hora certa, com todas as coisas nos seus lugares, imaginei que a obra gigantesca, representando o esforço conjugado de toda a Nação teria o dom de calar para sempre os seus teimosos opositores. Não tardei a reconhecer que me equivocava. A despeito de já se começar a sentir que Brasília mudava o Brasil, criando uma nova era para o seu progresso, ainda persistiam contra ela as vozes apaixonadas - umas, de boa fé; outras, por incompreensão. Eu devia chamar a mim, na hora de todas as acusações, a responsabilidade do empreendimento. Mas não para alimentar a controvérsia. Em vez do litígio - a explicação. No lugar da palavra exaltada - o depoimento sereno. Sempre tomei por norma, ao longo de minha vida pública, esta recomendação de Joubert: Não devemos cortar o nó que podemos desatar. Enquanto não chega aquela hora neutra em que todos nós seremos apenas memória, julgo ainda do meu dever explicar o que fiz. O Imperador Pedro II, no fecho de um soneto, dizia aguardar a justiça de Deus na voz da História. A justiça de Deus, no meu caso, tenho-a eu comigo, na intimidade de minha fé. Por isso, com este livro, só aspiro a ver confirmado aquilo que já tenho: a benevolência de meus contemporâneos. Na verdade, ao verificar que minha obra maior teve o seu prosseguimento natural, em beneficio exclusivo do Brasil, dou-me por bem pago de todas as lutas que travei. O importante, numa batalha, não são os mortos e os feridos, mas a praça conquistada.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

O Marcos Gonçalves trouxe este livro do Gabinete do Senador Paulo Octavio


 

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