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O Triângulo das Bermudas

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O Triângulo das Bermudas

Livro Mediano - 1 opinião

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Autor: Charles Berlitz

Editora: Círculo do Livro

Assunto: Romance

Traduzido por: Carmen Ballot

Páginas: 242

Ano de edição: 1997

Peso: 375 g

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Mediano
Marcio Mafra
27/12/2007 às 21:35
Brasília - DF

O livro é curioso, prende a atenção, mas de quando em vez escorrega pelo romance, pela bobeira e pelas raias do absurdo. As vezes mistura ficção com pesquisa e hipótese como verdade. A narrativa, por vezes, é indutiva do mistério. Ao longo da leitura fica a impressão de que o Charlez Berlitz, embora inteligente e culto era chegado a um mistério. O livro não peca pela arrogância literária, mas com certeza, peca pela arrogância científica.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história do lugar chamado Triângulo das Bermudas, assim batizado após o desaparecimento de seis aviões da marinha dos EUA e suas tripulações, no dia 5 de dezembro de 1945. A área também já foi conhecida como triângulo do demônio, triângulo da morte, mar das feiticeiras e cemitério do atlântico.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

...A Atlântida, como era natural, foi identificada com as ruínas submersas das Bahamas, embora Platão, o mais famoso comentarista da Atlântida na Antiguidade, a localize em frente às Colunas de Héracles (Hércules), conhecidas hoje em dia como o estreito de Gibraltar, em algum lugar bem no meio do oceano Atlântico. Uma leitura minuciosa dos relatos de Platão tão, no entanto, revela uma informação bem mais interessante, sugerindo que o império atlântico não era formado por uma só ilha, mas por uma série de ilhas no Atlântico, que se espalhavam para ambos os lados do oceano. Pia tão escreveu: ". . .Naqueles dias (há aproximadamente 11500 anos atrás), o Atlântico era navegável, e havia uma ilha situada em frente aos estreitos que vocês chamam de Colunas de Héracles: a ilha era maior que a Líbia e a Ásia reunidas, e era o caminho para outras ilhas, e dessas ilhas podia-se passar para o continente oposto que rodeia o verdadeiro oceano; pois o mar que está dentro dos estreitos de Héracles (o Mediterrâneo) é apenas uma baía que tem uma entrada estreita, porém o outro é que é o mar verdadeiro, e as terras que o circundam é que podem ser verdadeiramente chamadas de continente". É notável o fato de que Platão mencione a Líbia (significando a África) e a Ásia, mas tenha designado especificamente o continente - isto é, o continente a oeste na área que ele mencionara previamente - como parte do domínio da Atlântida. Os complexos submarinos de Bimini e de outros pontos nas Bahamas já foram atribuídos a antigos viajantes dos oceanos - fenícios, cartagineses, gregos minóicos, maias, egípcios - e aos povos da Atlântida. É quase certo, no entanto, que nenhuma raça conhecida por nossa história os tenha construído, e duplamente certo que eles não foram construídos embaixo d'água. A referência de Platão a um continente do outro lado do "verdadeiro oceano" tem sido citada com freqüência como prova de que relatos antigos conservavam registros da América do Norte, e de que essas recordações serviam


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

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