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A Torre de Babel

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A Torre de Babel

Livro Ruim - 1 comentário

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Autor: Morris West

Editora: Record

Assunto: Romance

Traduzido por: Sampaio Marinho

Páginas: 294

Ano de edição: 1977

Peso: 290 g

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Ruim
Marcio Mafra
10/02/2008 às 17:05
Brasília - DF

Morris West surgiu no Brasil, pela publicação do Advogado do Diabo. Depois disso foram mais de 20 títulos: Escândalo na Igreja, Alerquim, Concubina, Embaixador, Estrada Sinuosa, Filha do Silencio, Filhos das Trevas, Herege, Kundu, Navegante, Sandálias do Pescador, Terra Nua, Torre de Babel, Fantoches de Deus, entre outros. Todos envolvendo ciúmes, guerras, chantagens, crimes, sexo, dinheiro e poder. O Advogado do Diabo foi um grande sucesso, um ótimo livro. A Torre de Babel, como todos os outros títulos, são xerox. Ou seja, descaradas cópias, nem sempre muito nítidas da primeira obra. O Morris deve ser reverenciado. A Torre de Babel é o fim da picada.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A torre de Babel é a história da confusão em que vivem no oriente médio Adom Ronem, um espião israelense; Safreddin, chefe do serviço secreto da Síria, mais o terrorista da OLP de nome Jarrah, além do banqueiro Chakry e ainda, um diretor do Serviço Secreto de Israel - Mossad - o Dr. Baraz.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Depois da sua entrevista com Idris Jarrah, Ornar Safreddin sentiu-se como se tivesse um prego no sapato. Feria-lhe a ,carne e o caráter e não se conformaria enquanto não conseguisse arrancá-lo": Por muito pouco que gostasse de Jarrah, por pouco que estivesse disposto a subordinar sua política às exigências de um conspirador emigrado tinha de admitir que os receios de Jarrah, quanto à existência de uma falha, era fundados. Sendo assim, essa falha tinha de ser descoberta e eliminada sem perda de tempo, Senão pudesse eliminá-la, então teria de transformá-la numa vantagem política. Descobrir o mal era um problema semelhante ao que apresentara aos membros do Hunafa Club: supor a existência de um espião estrangeiro, supor a existência de um traidor sírio numa posição de destaque e, nesse caso, por onde começar a procurá-lo? Os pontos mais suspeitos já haviam sido devassa dos por seus agentes regulares. Todas as embaixadas estrangeiras ,..- russa, americana e inglesa ,..- se entregavam a uma espécie de atividade secreta. Se a conjura fosse conhecida por essa gente, já se teriam feito sentir claras e visíveis conseqüências. Os russos. por exemplo, identificavam-se com os americanos no desejo de preservar a estabilidade política no Oriente Médio. Viam nela, como os asiáticos viam tigelas de arroz, uma mina que uma luta de galos poderia fazer explodir e provocar uma guerra mundial. Nas esferas doutrinais, as monarquias eram detestadas e desejavam uma corrida que transformasse o Fértil Crescente numa zona marxista: mas não estavam dispostas a correr o risco de um conflito, quando isso podia ser menos perigosamente realizado pela revolução. Se tivessem ouvido rumores acerca de uma conspiração contra o trono hashemita há semanas que teriam investigado ,..- e sem qualquer, espécie de delicadeza-, pois a Síria era devedora de todos, sendo os russos os maiores credores. Por instantes, pensou nos egípcios, mas os interesses egípcios eram os mesmos que os dele . Pensou com mais vagar na O.L.P, mas esta era tão vulnerável na Jordânia que tudo tinha a perder e nada a ganhar com a traição. Os israelenses? Consagrou-lhes uma longa e preocupada meditação. Desde a morte de Eli Cohen, nunca deixara de o afligir a convicção de que, mais cedo ou mais tarde. os israelenses tentariam montar outra rede em Damasco. Contra tal possibilidade organizara um grupo especial de segurança composto por aqueles que haviam trabalhado para desmascarar Cohen, mas nenhum conseguira o mais leve indício. Por outro lado, se um israelense houvesse comprado aquela informação telá-ia transmitido diretamente para Telavive e não a um árabe palestino como Nuri Chakry. Pensou em Nuri Chakry e concordou, com Jarrah, que ele negociava tudo, ainda que se tratasse dos dentes de ouro de sua avó. Mas possuía Chakry um centro de informação? Era difícil. O dinheiro mantinha certas fidelidades, e Chakry não o possuía para pagar a informantes particulares, Era demasiado inteligente para se envolver com agentes secretos. Se tinha um informante em Damasco, devia ser alguém que tratava de negócios com ele; alguém que, numa correspondência mais ou menos legal pudesse passar uma frase oportuna, em troca, talvez, de uma oportuna operação de crédito. Era um grande golpe; mas os grandes golpes reservam, por vezes, grandes surpresas. Eli Cohen fora atingido por um desses golpes. Uma coluna de cifras bancárias que não se harmonizava com sua balança comercial. Foi assim que pegou no telefone ligou para o Ministério das Finanças e pediu uma lista de todas as pessoas residentes na Síria que tivessem contas bancárias no Líbano, sobretudo no Banco Fenído


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Nada para registrar como fato historico neste livro


 

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