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Investimentos. Como Administrar Melhor seu Dinheiro

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Livro Excelente - 1 comentário

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Autor: Mauro Halfeld

Editora: Fundamento

Assunto: Mercado Financeiro

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 164

Ano de edição: 2005

Peso: 385 g

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Excelente
Marcio Mafra
25/04/2008 às 18:12
Brasília - DF


Neste livro o Halfeld não se utiliza do “economês”. Economista que não escreve ou fala economês demonstra sensibilidade, inteligência e elegância. Se a isto segue o reconhecimento pela capacidade intelectual em economia, então é um excelente profissional. Como autor é um comunicólogo de mão cheia. Em "Investimentos" ele explica como poupar nos momentos de crise e como fazer bons investimentos, de acordo com as condições financeiras de cada um. Ele garante que perdemos para os europeus, no quesito poupança individual ou familiar. Mas garante que possuímos uma relativa semelhança com os americanos, embora não tenhamos visão de longo prazo. Por culpa da nossa famigerada cultura inflacionária, ao longo dos últimos 40 anos, nos tornamos míopes, ou seja, sem visão de longa distância.Demonstra com muita clareza como ficar milionário.Teoricamente seria poupar dez reais diariamente, que seriam R$ 300 por mês, ao longo de 35 anos. Vamos supor que a pessoa comece aos 30 anos. Quando ela chegar aos 65 anos, terá R$ 1 milhão, sendo que R$ 129 mil saíram do bolso dela. O resto, R$ 871 mil, é fruto do rendimento dessa aplicação, a uma taxa de 10% ao ano.E por ai vai. A leitura é mais que emocionante. È boa, fácil e gostosa.



Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Explicações do autor de forma muito clara e didática que concluem ser possível poupar nos momentos de crise e sugere investimentos de acordo com as possibilidades de cada um, com alertas, dicas e exemplos do mundo real e brasileiro

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Investir na Bolsa é como jogar num cassino? Não. A única semelhança entre as Bolsas e os cassinos está na incerteza ao se prever o resultado. Há grandes diferenças entre os promotores de jogos e os dirigentes do mercado de ações.
Em um jogo de roleta em cassinos americanos, a banca fica com 5,3% do valor das apostas. Em loterias oficiais, as instituições promotoras ficam com mais de 50% dos valores arrecadados. Em uma Bolsa de Valores, as comissões dos intermediários são pequenas e têm caído substancialmente com o advento da Internet. No Brasil, a corretagem geralmente não passa de 0,5%. Dependendo do volume de operações, as corretoras oferecem descontos de até 90% nas comissões. Isto é, se você se transformar em um grande cliente, pode passar a pagar apenas 0,05% de corretagem. Corretoras on-line nos Estados Unidos cobram menos de dez dólares por transação de compra ou de venda. Algo extremamente baixo diante das responsabilidades envolvidas. Mas, mesmo assim, muitas corretoras estão satisfeitas, e seus clientes, mais ainda. No Brasil, esse modelo também já está funcionando, e algumas poucas corretoras cobram uma pequena tarifa fixa por negócio. Adicionalmente, nas Bolsas existem métodos científicos para se "jogar". Análises estatísticas com base no desempenho passado da empresa, estudos sobre o valor relativo, comparações entre os indicadores contábeis e operacionais da empresa e os da concorrência, e investigações sobre a capacidade de trabalho dos dirigentes das companhias são incansavelmente realizados por centenas de profissionais muito capacitados. Nos Estados Unidos, grandes cérebros da Física e da Matemática estão fazendo pesquisas sobre o mercado de ações. Eles procuram, arduamente, distinguir os bons investimentos dos maus. Tentam minimizar as chances de erro ao se aplicar o dinheiro em uma ação. Cada vez mais, o investimento em ações se diferencia de um simples jogo. Dependendo do tempo em que um aplicador em Bolsa fica "sentado sobre" seu investimento, ele tem resultados muito diferentes. Se o investidor tivesse investido em uma carteira semelhante à do Ibovespa por períodos de um ano, teria enfrentado uma grande volatilidade. O desempenho anual do Ibovespa variou, em dólares, entre +446% e -87%. Imagine! Houve um ano em que você teria quintuplicado sua riqueza em dólar; mas, em um outro ano, teria reduzido sua aplicação a apenas 13% do valor no início do ano. Haja estômago!Mas a beleza vem a seguir. Quando o investidor segura seus investimentos em Bolsa por dois anos, reduz substancialmente a volatilidade. O desempenho médio anual do Ibovespa variou entre +148% e -53%.
Se o investidor ficasse segurando seus investimentos por três ou quatro anos, haveria uma redução ainda maior nessa variabilidade dos resultados.
Moral da história: uma boa maneira de você conviver com a instabilidade das Bolsas é ficar quieto, segurando uma carteira bem diversificada de ações por longos períodos. Mesmo nas graves crises das três últimas décadas, o mercado se recuperou, proporcionando grandes recompensas aos investidores mais calmos e pacientes.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Adriano Oliveira trabalhou comigo no setor de informática da CDL e aprendeu um bocado sobre a bibliomafrateca, porque elaborou um dos sistemas que utilizei durante bom tempo. É pai do Pedro, grande cavaleiro, da Julia e marido da Luana, as vezes tratada por Paloma. Volta e meia ele me traz um livro. As vezes os leva. Nunca tratamos de dinheiro, mas por vezes falamos de investimentos. No ano passado ele me trouxe este livro. Amigos servem também para arrumar problemas, falar besteira, beber vinho, dar trabalho, dizer que mulher é complicada, comer camarão, contar vantagem, fazer churrasco, mentir, bancar o machão na hora de problemas graves, pagar conta do outro no buteco e restaurante, rir de piada sem graça, vadiar. Eu e ele também fazemos essas coisas.


 

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