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Dívida de Honra

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Dívida de Honra

Livro Ruim - 1 comentário

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Autor: Tom Clancy

Editora: Record

Assunto: Romance

Traduzido por: Ronaldo Sergio de Biasi

Páginas: 866

Ano de edição: 1996

Peso: 1.025 g

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Ruim
Marcio Mafra
27/04/2008 às 17:39
Brasília - DF

Um livro de 866 paginas precisa ser muito bom. Divida de Honra não o é. Divida de Honra é um festival de baboseiras, de forças militares e para-militares especiais, de programas pirata de informática, de falso moralismo democrático e de infindáveis patriotadas. Mas, ficção é isso. Só que não dá pra ler sem que o leitor não se sinta um idiota perfeito. Divida de Honra é mais um romaneco grande e grosso de ação, espionagem e poder. É um clone mal feito do 007 contra Goldfinger. Ou Zorro contra o sargento Garcia. Talvez uma versão mais atualizada do Superman contra o Lax Luthor. Parece, também, baseado na história do Bob Sponja contra o Plancton. Ou ainda, um novo Tarzan, com sua Jane que vai resgatar o Boy que fora sequestrado, das selvas africanas, para trabalhar como domador de animais num circo em Nova York. O Zorro, Bob Sponja, 007 e o Tarzan eram histórias mais divertidas. Eram ficção pela ficção, sem pretensões democráticas, nem de patriotices vazias. Não vale - sequer - mencionar o seus personagens, pra não aumentar mais "a cara de bobo". Resta sempre o tormento da pergunta: porque será que americano gosta tanto de baboseira? Serão eles alienados? Jamais!!! O império americano não se sustentaria se seus lideres e seu povo fossem bobalhões. Mas, os milhões e milhões de livros que Tom Clancy vende, é - sem dúvida - um espanto!

Divida de Honra não vale a leitura. É péssimo mesmo para americano tanso. Faz lembrar Millor Fernandes, que disse com muita propriedade: "Os estrangeiros, porém, todos escrevem best-sellers que vendem bastante e fracassos totais que vendem ainda mais."






Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

O empresário japonês Yamata tem uma dívida de honra com seus pais. Por eles é que planeja a derrota - em todos os sentidos - dos EUA. A guerra inicia, e é ao mesmo tempo econômica, política, diplomática, tecnológica e militar. Jack Ryan conseguirá todas essas vitórias? (transcrito da orelha) 

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Deveria estar contrariado, pensou Cook, quando finalmente conseguiu ir para a cama, mas não estava. Pensando bern, o dia fora favorável. Os outros pareciam torcer para que se desse mal, especialmente os dois AIN. Deviam se considerar muito espertos, refletiu, com urn largo sorriso. Entretanto, não sabiam de nada. Será que estavam cientes disso? Provavelmente não. Tinham sempre urn ar superior, mas quando chegava a hora da verdade era sempre por um lado, senhor, logo seguido de por outro lado, senhor. Como alguém podia tomar decisões com base nesse tipo de analise?
Cook, por outro lado, sabia o que estava acontecendo, e o fato de que Ryan tinha consciencia disso o promovera a liderança de facto do grupo de trabalho, o que fora visto ao mesmo tempo com inveja e alívio pelos outros membros. Muito bern, deviam estar pensando, vamos deixar que ele assurna os riscos. No conjunto, achava que conseguira se sair muito bem. Os outros não o enfrentariam mas se manteriam a distância, fazendo algumas ressalvas a suas propostas para se garantir se as coisas corressem mal, como secretamente esperavam, mas apoiando a posição geral do grupo para compartilhar do sucesso se tudo desse certo.
As preliminares haviam terminado; as posições iniciais estavam definidas. Adler comandaria o grupo de negociação e Cook seria seu assistente.
Do lado japones, o chefe seria o embaixador e Seiji Nagumo o assistente. As negociações seguiriam um ritual tão rigido e estilizado quanto o teatro Kabuki. Os dois lados da mesa assumiriam posições pouco realistas, e a ação real teria lugar durante os intervalos, quando os membros dos dois grupos conversariam informalmente com seus pares. Isso permitiria que Chris e Seiji trocassem informações, controlassem as negociações e, com urn pouco de sorte, conseguissem impedir que aquela briga sem sentido ficasse ainda pior do que já estava.
Eles vão lhe pagar pelas informações, insistiu a voz. Sim, era verdade, mas Seiji tambem lhe daria informações e o objetivo final era acalmar os ânimos e salvar vidas! O propósito da diplomacia era manter a paz, e isso significava salvar vidas, como os médicos, mas com uma eficiencia ainda maior. Os medicos eram bem pagos, nao eram? Ninguem os censurava por ganhar dinheiro. A medicina era considerada uma profissao nobre, muito mais do que, por exemplo, a de espião. 0 que a tornava tão especial.
O importante é restaurar a paz, droga! O dinheiro não importava. O dinheiro era secundário. E como era secundário, merecia recebe-lo, ou nao? Claro que sim, decidiu Cook, fechando os olhos, afinal.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Fred Monteiro, meu amigo desde o Iate Clube, embora inteligente, culto e mulherengo tem um incorrigivel defeito de gostar das coisas que os americanos gostam. Ele morou uns tempos lá na sede do Império e como era muito menino acabou por assimilar a cultura que é praticada pelos residentes da sede do Império. Eles todos acham o seu Imperador um cara bom, integro e cheio da moral. Todo gringo é maias ou menos como o Clancy e seus personagens. Eles sempre têm preferencia pelos partidários do partido democrata. Porque são mais liberais que os republicanos. Mesmo que o imperador faça um triste e pobre boquete com uma de suas vassalas, ainda assim será um boquete do tipo "nós podemos". Ademais não foi um boquete lascivo, nem beirando a pornografia. Foi um boquete de prazer puro, simples, transparente, como as ações dos pais da patria e dos mórmons.  Pois foi o Fred que me trouxe quase todos os livros do Tom Clancy. O mais terrivel é que ele diz que gosta da leitura. Fica aqui o registro dessa anomalia literária.


 

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