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Besame Mucho

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Besame Mucho

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Autor: Mário Prata

Editora: L&pm

Assunto: Teatro

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 176

Ano de edição: 1987

Peso: 220 g

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Excelente
Marcio Mafra
08/11/2006 às 17:07
Brasília - DF

Besame Mucho é o nome de um famoso bolero dos anos 60, que o genial autor adotou para este livro-duplo. Duplo porque primeiro narra a história em forma de peça teatral e depois conta e a mesma história em forma de roteiro de cinema. Para confirmar a regra "se a história é boa o livro é bom", desde que o autor seja um escritor. Mário Prata é. Besame mucho é ótimo. Vale 10 em qualquer tempo, lugar, teatro ou cinema.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A historia de dois casais: Xico e Olga, e, Tuca e Dina; contada em forma de peça teatral e também de roteiro de filme.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Homoternurismo, uma palavra que não tem no Aurélio. ......O Grupo Mambembe me encomendou uma peça. Dois meses pensando em o que escrever. Foi quando eu resolvi escrever uma peça de trás pra frente "para chegar nas minhas raízes". Todo mundo, inclusive eu, já havia escrito sobre a nossa geração. Mas todas as peças falavam da nossa vida sob o prisma político. E não foi só de repressão política/social que a gente foi crescendo. Tinha as outras repressões. Era hora de tocar nelas. A Igreja, o Sexo, o Amor. Nossa geração é uma geração que cresceu sob a síndrome da culpa. Há bem pouco tempo que consegui transferir as minhas masturbações do banheiro (com porta fechada) para a sala (de janela aberta). De quem mesmo eu estava me escondendo? De Deus? Mas que Deus é este que proíbe o prazer e ainda coloca culpa na cabeça da gente? E que ele nunca trepou. Nem ele, nem os papas e nem alguns padres. Não sabem o que é bom. Portanto, Besame Mucho é sobre esses medos, essas repressões. Besame Mucho é a história de dois amigos que durante três décadas se amaram. Uma história de amor entre dois meninos, entre dois rapazes, entre dois adolescentes, entre dois homens que nasceram nos anos 60 e se sentaram no divã nos anos 70 com todas as culpas do mundo. Uma história não de homossexualismo, mas de homoternurismo: ternura entre pessoas do mesmo sexo. A amizade que todo mundo tem. Aquele cara pra quem a gente conta tudo. Aquele cara que segura todas, aquele cara que é amigo da gente, que a gente ama. Tem nada de viado, não. Coisa de homem. Coisa de homem corajoso. Coisa de homem que sorriu nos anos 60, ficou de cara amarrada nos 70 e nos 80 está aí para o que der e vier. Besame Mucho é uma história de amor entre quatro pessoas, sem as quatro paredes. O jogo é aberto. Cansei de ser comunista. Quero ser apenas homem. Como Xico e Tuca. E meu lado feminino, que está na Olga e na Dina. A sacanagem fica por conta dos dois contra-regras. O resto é apenas ternura. Ou melhor, homoternurismo. Que, espero, um dia entre para o dicionário do Aurélio. (Mario Prata, verão/87)


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Navegando pelos sebos virtuais, comprei o livro do Sebo Cultural, de João Pessoa na Paraíba, atraído pelo gênero (teatro), uma vez que desconhecia qualquer obra teatral do autor. A aquisição aconteceu na mesma ocasião (novembro/2006) em que comprei o livro de crônicas, "Filho é bom mas dura muito" do mesmo autor.


 

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