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Avestruz, Águia e...Cocaína

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Avestruz, Águia e...Cocaína

Livro Ruim - 1 comentário

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Autor: Valério Meinel

Editora: L&pm

Assunto: Jornalismo

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 215

Ano de edição: 1994

Peso: 310 g

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Ruim
Marcio Mafra
18/01/2007 às 15:15
Brasília - DF

O livro de Valério Meinel é um livro reportagem. Embora tenha o autor recebido o prêmio Esso de Jornalismo, o livro é muito chato, muito relatório, muito reportagem. Uma mistura entre jogo do bicho, polícia, corrupção, prostituição, armamento e tráfico de entorpecentes. A mídia escrita aponta o livro como “um documento definitivo, onde ficção e realidade se confundem para levar o leitor às profundezas do mega-esquema de intimidação e corrupção montado pelos reis do bicho”. Bobagem exagerada. O livro não tem estilo, não tem "savoir faire", não tem gosto. Não passa de denuncismo barato, de conotação moralista. A narrativa não tem ritmo romanesco. É apenas uma reportagem grande. Chato, embora escrito corretamente sob o ponto de vista da lingua portuguesa.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

O jogo do bicho sob o prisma do submundo do crime e da corrupção.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

O luxuoso automovel Opala branco, de quatro portas, com vidros fume e vidraca traseira guarnecida por persiana, conduzido por motorista particular, trafegava pela Rua Francisco Otaviano, dirigindo-se de Ipanema para a Avenida Atlantica, altura do Posto Seis, na praia de Copacabana. A manhã era ensolarada e nesgas de um céu intensamente azul despontavam acima dos topos dos blocos de concreto formados pelos edificios. Havia intenso movimento de veiculos e o Opala trafegava em marcha lenta.
Uma quadra antes da Avenida Atlantica o carro entrou a esquerrda na Avenida Nossa Senhora de Copacabana. Avançou alguns quarteir5es, passou diante da 13º Delegacia Policial e parou pouco adiante, na esquina da Rua Sousa Lima. Os motoristas dos carros que vinham atrás do Opala buzinaram de imediato e continuaram a acionar as buzinas, nervosa e insistentemente, protestando contra a interrupção do trânsito. Sem dar importancia, o motorista do Opala, um mulato alto e magro, elegante no terno azul-marinho, desceu e abriu a porta traseira.
Uma linda perna de mulher, a pele lisa dourada de sol, assomou pelo vão da porta do carro e a ponta do pé, com unhas pintadas de vermelho "Sol de Verão", da Risqué, tocou o asfalto exibindo graaciosa sandália branca de salto altíssimo e tirinhas amarradas no tornozelo. Numa continuidade de movimentos encantadores a outra perna juntou-se a primeira e uma morena exuberante acabava de desembarcar, chamando atenção com sua incomum beleza. Ela usava um vestido decotado, de corpete justo e saia rodada na altura dos joelhos. Magra da cintura para cima, tinha quadris generosos, que se movimentavam em leve requebrado ao caminhar sobre as sandálias de saltos altissimos, fazendo a barra da saia oscilar com harmonia e graça, como se lhe acariciasse as pernas deliciosas. Os ombros desnudos, os braços delicados, o colo liso e macio, onde os ossos ao lado do pescoço elegante formavam encantadoras saboneteiras, eram da cor do mel, resultado de cuidadosas exposições do corpo languidamente estendido ao sol, na beira da piscina.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Comprei o livro num pacote promocional à R$ 10,00 a unidade, em julho de 2006, no site submarino


 

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