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Bom Dia Camaradas

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Bom Dia Camaradas

Livro Bom - 1 comentário

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Autor: Ondjaki

Editora: Agir

Assunto: Romance

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 141

Ano de edição: 2006

Peso: 215 g

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Bom
Marcio Mafra
05/01/2007 às 21:06
Brasília - DF

A narração das atividades do dia-a-dia de um menino do tempo "pós Agostinho Neto" é de uma simplicidade atroz. O personagem principal é um jovem, mais criança que jovem, e nessa linha se desenvolve o romance. Assim, são contadas as coisas e fatos, como se fossem lembranças da pré-adolescência do autor ou de qualquer adolescente, filho de classe média da época. Nada muito deslumbrante, nada muito marcante, apenas lembranças que Ondjaki viveu nos anos 80 – depois da descolonização: as escolas, onde lecionam professores cubanos; os automóveis; a casa com jardim; o banho diário; os passeios, além da chegada de uma parente, a tia Dada, que vem de Portugal e o espanto pelas tamanhas diferenças entre os dois mundos. Em destaque aparece o cozinheiro Antônio, que é também uma espécie de pajem da casa e do menino. Como não poderia deixar de acontecer, o livro tem uma boa componente política. Bom Dia Camaradas é livro com muitas expressões do português falado em angola, mas está longe de ser brilhante. No entanto o final é imprevisível.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A historia do dia-a-dia de um menino angolano, filho de família classe média, nos anos 80 e que vive na cidade de Luanda.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

- Mas porque essa praia é dos soviéticos ? - Não sei. Não sei mesmo.... Se calhar nós também devíamos ter uma praia só de angolanos lá na União Soviética ? ......Acordei novamente bem-disposto porque ia à praia com a tia Dada, as minhas irmãs tinham aulas, e eu era o único que podia lhe acompanhar. Isso também era bom porque como íamos estar só os dois, ia dar para lhe enfiar umas baldas que não tinha ninguém ali para me desconfirmar. "Bom dia, menino!", disse o camarada António quando eu já estava a acabar o matabicho. "Bom dia, camarada António, tudo bem?", enquanto ele começava a arrumar melhor os copos, mudava os pratos de sítio, abria a geleira e espreitava, abria a janela da cozinha, tudo só por hábito, não é que aqueles gestos fossem para alguma coisa, não sei se já repararam que os mais velhos fazem muito isso. - Menino, hoje vai passear? - e continuava a mexer nas coisas. - Sim, vou com a tia Dada à praia, o camarada João vai nos levar. - A tia trouxe prenda, menino? - ele tava a rir, assim queria perguntar se a tia tinha trazido prendas pra todos. - Tu ainda não falaste com ela, António?...."


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Este foi um dos livros lançados na Flip, Parati, em agosto de 2006. Comprei por se tratar de um autor muito jovem e festejado por toda a crítica que antecede o evento. Além disso os países Africanos constituiem-se numa curiosidade permanente.


 

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