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A Hora Azul

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A Hora Azul

Livro Bom - 1 comentário

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Autor: Alonso Cueto

Editora: Objetiva

Assunto: Romance

Traduzido por: Eliana Aguiar

Páginas: 335

Ano de edição: 2006

Peso: 460 g

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Bom
Marcio Mafra
14/01/2007 às 00:01
Brasília - DF

A Hora Azul é uma história tipo thriller, que empolga. Alonso Cueto faz o romance na primeira pessoa. Ademais, o governo e o exército peruano, nos dias atuais, ainda lutam contra o as forças revolucionárias Sendero Luminoso. Então, a narrativa na primeira pessoa, tendo como pano de fundo as forças do exército e dos guerrilheiros faz a história da família do advogado Adrián Ormache um triller interessante. A velha e boa mistura de sexo, dinheiro e sucesso repete a máxima: se a história é boa o livro é bom. Naturalmente, desde que o autor tenha talento ou não seja medíocre. A Hora Azul não é um prêmio Nobel, mas é uma leitura com bom ritmo, embora tenha um excesso de descrições - lugares, pessoas, coisas, paisagens - mas isso deve ser coisa de peruano.






Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história da família Ormache, da elite peruana, cujo pai era militar da ativa durante os combates com o grupo terrorista Sendero Luminoso. O mais bem sucedido de seus filhos, Adrián, torna-se um advogado famoso, faz dinheiro, sucesso e ascensão social, até que Mírian aparece em sua vida...

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Sentei a seu lado. - E então, como tem passado, Adrián? Disse que a única coisa que tinha vontade de fazer naqueles dias era ficar sozinho e pensar em minha mãe. Fui à casa dela algumas vezes. Como quando a visitava... igualzinho... Porém, a morte é uma merda que a gente tem de sofrer bem, para depois viver recordando, mas de frente, sem nunca lhe dar as costas; mas também é preciso esquecer a morte. É sempre bom lembrar que tem muita birita, muita comida, muita coisa para fazer. Não se pode ficar de luto para sempre. Um tempinho sim, mas depois, chega. Assim é. - Parece um filósofo. Deve ser o pisco sour que faz você pensar desse jeito - disse eu. - Deve ser. - É. - Está vindo do escritório? - Tomei um gole do pisco. - Estou vindo do centro de Lima. Estava procurando alguém. - Quem? - Estou procurando uma moça. - Quem? - Aquela moça, Miriam, que esteve com papai. - Você continua com essa história? - Ele me pediu antes de morrer. Terminei o copo. - E conseguiu descobrir alguma coisa?


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Alonso Cueto era um dos palestrantes do Flip Parati, em agosto de 2006. Achei que valia a pena comprar um de seus livros.


 

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