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Paraty Roteiro do Visitante

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Paraty Roteiro do Visitante

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Autor: Diuner Mello

Editora: Não Consta Editora

Assunto: História

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 40

Ano de edição:

Peso: 55 g

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Bom
Marcio Mafra
05/08/2007 às 23:34
Brasília - DF

Paraty não é majestosa, nem suntuosa como Salvador, Ouro Preto ou Mariana. Paraty é lambida, mansamente, pelas águas da baía, todos os dias do ano, desde 1502. É um lugarejo no início da Serra do Mar, plano, da mais autêntica arquitetura colonial, com casario, monumentos e igrejas simples, que se espraiam pelas ruas e vielas históricas, com muito charme e elegância. O centro histórico é totalmente preservado e muito bem conservado, tem um excelente roteiro cultural e gastronômico. A cidade conta, ainda, com diversas praias e ilhas que proporcionam muito beleza, lazer e conforto aos visitantes. Além do centro histórico, a cidade dispõe dos equipamentos e serviços necessários ao bom turismo e a sua população parece viver bem integrada à essa condição histórica, política, cultural e social. A Flip - Festa Literária Internacional de Paraty, realizada à cada ano, é um evento muito bom, que vale a pena comparecer. O Roteiro do professor Diuner Mello é muito bom de ser lido e fácil de entendê-lo.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história da cidade, que começa em 1502 e ainda está lá.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A Festa do Divino Espirito Santo, apesar do progresso e dos anos tem mantido suas primitivas comemorações, sem desfiguração do aspecto ingênuo, religioso e popular a ela assimilado durante séculos. Não muito longe se encontram estes festejos da descrição de Camara Cascudo no Dicionário do Folclore Brasileiro.
Aqui ainda existe a participação da folia nas procissões das bandeiras e no bando precatório. Durante a novena a tradicional procissão das bandeiras vermelhas tendo ao centro uma pomba branca símbolo do Divino Espirito Santo percorre as ruas
da cidade acompanhada da folia e banda de musica. Na vespera da festa, Sábado, persiste a distribuição de carne aos pobres e a farta distribuição de almoyo e vinho ao povo. A noite, durante a celebração da missa é coroado o menino imperador. As danças folclóricas: Dança dos Velhos, Ciranda, Cateretê e outras ainda são dançadas para o Imperador e as figuras da "Miota", "o Arreliado do Boi", o "Cavalinho" e o "Peneirinha" divertem o povo e a garotada nas noites de sábado e domingo. O Imperador preside as cerimônias de sua festa distribuindo lembranças e medalhas, soltando um preso comum como indulgência imperial e recebe ainda as homenagens das autoridades locais e as reverencias de praxe. Na parte religiosa preside as procissões e tem assento ao lado direito do altar, em trono ricamente ornado, ostentando as insignias imperiais: Coroa e cetro de prata.
É uma festa móvel, celebra-se 50 dias após o Domingo de páscoa


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Quando estive em Parati, agosto de 2006, por ocasião da FLIP, rodei os museus e exposições da cidade para conhecer livros sobre a própria cidade. Por indicação de terceiros desconhecidos, comprei o Paraty , Roteiro do Visitante.


 

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