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Caminho do Ouro, Caminho do Mar

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Caminho do Ouro, Caminho do Mar

Livro Bom - 2 comentários

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Autor: Flávio Leão

Editora: Quanta

Assunto: História

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 398

Ano de edição: 2006

Peso: 590 g

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Excelente
waleska oliveira malaquias
13/05/2015 às 15:27
Angra dos Reis - RJ
O livro Caminho do Ouro Caminho do Mar riquíssimo em informações e detalhes dos caminhos de nossa Minas Gerais, sinto- me caminhando junto com o autor. Este eu recomendo.

Ruim
Marcio Mafra
28/01/2007 às 22:54
Brasília - DF

O caminho do ouro é um livro que descreve muito bem o trajeto do caminho que ia de Diamantina, passando por Ouro Preto e chegava em Paraty. Daí saiam as mercadorias, principalmente o ouro e outros metais preciosos para o Rio de Janeiro, donde partiam para a Europa. O autor vai descrevendo cada passo, cada metro, quilometro, caminho, trilha lugarejo, vila, pedra ou cidade por onde vai passando. Muito detalhado, o livro vai descrevendo, também, as emoções do autor. Embora denso, o livro se assemelha muito a um guia de viagem. Como tal é bom. Peca muito é o exagero do autor. Ele misturou num só livro a aventura pessoal, poemas, filosofia, religião, história, geografia, geologia. É demais. Sobra autor. Falta escritor.




Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Diário da caminhada entre Paraty e Ouro Preto, pela antiga estrada real.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A noite passou tranqiiila, sem barulhos, e a cama confortavel permitiu o descanso tão desejado. Hoje é dia 4 de outubro, quarta-feira, 8h05. Eu e o Anibal estamos nos preparando para sair, depois de um born café. Vamos seguir com a caminhonete ate Pouso Alto. Dai caminharemos ate o trevo de Caxambu. Será uma jornada de 32 quilometros e o asfalto, perigosissimo, promete nos trazer aborrecimentos, por isso estamos concentrados na preparação para esse desafio. Que Deus nos proteja.
Vamos saindo de Itanhandu pela Rua Governador Valadares. Atravessamos a linha do trem e ganhamos a rodovia. Ate Capivari o odometro do carro marcou oito quilometros; até Boa Vista, mais dois. Poucos minutos foram necessarios para chegarmos a Pouso Alto. Nao foi difícil encontrar pousada, apesar de o lugar nao possuir esse recurso com fartura. Nos instalamos na pensão da Dona Dalva, onde deixamos a caminhonete estacionada.
Ja de mochila nas costas e cajado na mão seguimos na direção da Praça Ribeiro da Luz, onde encontramos o Sr. André, que se dispõe a conversar conosco sobre os velhos caminhos da regiao. Na praça está o antigo casarão do Barão de Pouso Alto, atual prefeitura. E uma das poucas edificações remanescentes do seculo XVIII, ainda de pé.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Quando estive na Flip, em agosto de 2006, encontrei uns poucos livros à venda fora dos limites do evento, geralmente oferecidos ao publico pelos próprios autores. Nesta condição, simplesmente para apoiar a "luta" pela sobrevivência do autor, comprava qualquer livro que se me apresentasse. Um deles, foi o de Flávio Leão, que o dedicou: "Ao Sr. Marcio Flavio um pouco da história que veio buscar em Paraty. Com o abraço do caminhante Flavio Leão.. Agosto 2006, IV Flip."


 

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