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Livro Ruim - 1 comentário

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Autor: Philip Gourevitch

Editora: Companhia de Bolso

Assunto: História

Traduzido por: José Geraldo Couto

Páginas: 350

Ano de edição: 2006

Peso: 290 g

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Ruim
Marcio Mafra
21/01/2007 às 22:01
Brasília - DF

Philip Gourevitch faz uma narrativa jornalística sobre o massacre, ou genocídio de 94, em Ruanda, no centro da Africa. Longe de tudo no mundo. O relato se parece mesmo com um relatório. Quase um relatório policial. Muito detalhado - como é próprio de qualquer relatório - e por isso mesmo muito maçante. Nem a componente política, racial, econômica ou religiosa - que sempre aparece em qualquer conflito, revolução ou guerra - tem nenhum destaque no livro de titulo pomposo. Aliás o titulo dado ao livro é um "recado" recebido por pessoas que iriam ser assassinadas.. O autor também não deu um componente humano, continuando sua narrativa, como uma simples pauta, mesmo quando tratou do genocídio propriamente dito. Não comoveu, nem emocionou. Não transmitiu nenhuma vibração de repúdio ou de horror ao que relatou. Curioso é que em Parati, ele deu inúmeras entrevistas, onde falou: “Não sei o que significa escrever bem. Simplesmente sinto quando um texto é bom ou ruim”. O texto dele é ruim.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Relato jornalístico sobre o genocídio dos tutsi, habitantes minoritários de Ruanda, na África Centro-Oriental, horror acontecido no ano de 1994, pelos indivíduos da raça Hutu, maioria que predomina até hoje.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Em julho de 1995, um ano depois da instalação do novo gooverno de Ruanda, o arcebispo Desmond Tutu, da Africa do Sul, visitou Kigali e proferiu urn sermão num estádio de futebol, roogando a multidão reunida: "Por favor, por favor, por favor, irrmãs e irmãos, por favor, por favor, fiquem em silencio. Por favor, por favor, parem de chorar!".
Era uma mensagem surpreendente a um povo cujo pais havia sido banhado em sangue, especialmente por vir de um hoomem que havia ganhado urn Premio Nobel da Paz por recusar-se a ficar em silencio. Mas, a medida que ele prosseguia, invocando a historia recente da luta pelo poder entre negros e brancos na Africa do SuI, ficou claro que o arcebispo Tutu nao viera só para consolar os ruandeses, mas tambem para repreende-los. Na Africa do Sul, disse ele, "eles tinham linguas diferentes, raças diferentes, culturas diferentes. ... Voces são todos negros. Falam uma só lingua. Estou tentando descobrir o que é que existe dentro dessas cabeças". A multidão riu, mas o riso cessou quando o arcebispo prosseguiu: "Ei, ei, ei. Voces estão querendo me dizer que os negros são burros? Hein? Voces são burros?".
Um "Não" umn tanto frouxo elevou-se da multidao.
"Não estou ouvindo. Voces são burros?", Tutu perguntou de novo.
"Não."
Pela terceira vez, Tutu perguntou: "Voces são burros?".
A resposta da multidão, assim como a pergunta do bispo, havia subido de volume a cada vez, mas mesmo o último e mais alto "Não!" parecia temperado por uma sensação de que, por mais irônica que fosse a pergunta, ela continuava a ser um insulto de um tipo ao qual os ruandenses não estão acostumados.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Este livro foi comprado durante a Flip, em agosto de 2006, em Parati.


 

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