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A História do Amor

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A História do Amor

Livro Bom - 1 comentário

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Autor: Nicole Krauss

Editora: Companhia das Letras

Assunto: Romance

Traduzido por: Paulo Schiller

Páginas: 315

Ano de edição: 2006

Peso: 395 g

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Bom
Marcio Mafra
23/03/2007 às 21:47
Brasília - DF

A História do Amor é um livro que conta a historia de outro livro. É composto de personagens que vão desde a Alemanha Nazista nos anos 40, até a Alemanha comunista do pós 2ª guerra. O início da leitura é meio complicada, mas depois que se entende a trama da história, torna-se mais fácil. Não é um enredo dinâmico, no sentido material. Ao contrário, na alma de cada personagem está o retrato da solidão e a busca para preencher o espaço deixado pelo vazio da vida ou do amor. Leo Gursky é um serralheiro aposentado que fugiu para Nova York, depois de escapar dos nazistas na Polônia. Alma Singer, uma menina de 14 anos, luta para curar a depressão de sua mãe e para livrar seu irmão Bird, que pensa ser um Messias. Tudo gira em torno de um livro fictício, intitulado A História do Amor, de autoria de um judeu polonês. As vezes a história é chatinha.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A historia da vida de Leopold Gursky, Alma Meremski, Alma Singero e Bird que têm seus caminhos ligados, direta ou indiretamente, por um livro chamado ... A história do amor.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Antes que eu pudesse mudar de idéia de novo, tirei o papel da máquina, estendi-o sobre a pilha e fechei a tampa da caixa. Achei um papel marrom e a embrulhei. Na frente, escrevi o endereço do meu filho, que sei de cor. Esperei que alguma coisa acontecesse, mas não aconteceu nada. Nenhum vento que levasse tudo embora. Nenhum ataque cardíaco. Nenhum anjo na porta. Eram cinco da manhã. Seriam horas até que o correio abrisse. Para passar o tempo, arrastei o projetor de slides guardado debaixo do sofá. É uma coisa que faço em ocasiões especiais, no meu aniversário, digamos. Ajeito o projetor sobre uma caixa de sapatos, ligo-o na tomada e giro o interruptor. Um feixe poeirento ilumina a parede. O slide eu guardo numa jarra na prateleira da cozinha. Eu o assopro, ponho-o na máquina, adianto a bandeja. A imagem entra em foco. Uma casa com uma porta amarela na extremidade de um campo. É fim de outono. Entre as ramagens negras o sol ganha um tom alaranjado, depois azul-escuro. Fumaça de madeira se alça da chaminé, e pela janela eu quase vejo minha mãe debruçada sobre uma mesa. Sinto o vento frio nas maçãs do rosto. Estendo a mão. E, porque minha cabeça está cheia de sonhos, por um instante acredito que posso abrir a porta e entrar. Lá fora, já tinha clareado. Diante dos meus olhos, a casa da minha infância se dissolveu a quase nada. Desliguei o projetor, comi uma barra de Metamucil e fui ao banheiro. Quando fiz tudo o que tinha de fazer, tomei um banho de esponja e busquei meu terno no armário. Encontrei as galochas que procurava e um velho rádio. Por fim, amarrotado no chão, achei o terno, um paletó branco de verão, passável se não importasse a mancha amarelada na frente. Vesti-me. Cuspi na palma da mão e forcei o cabelo a se submeter. Sentei-me inteiramente vestido com o pacote de papel marrom no colo. Conferi e reconferi o endereço. Às oito e quarenta e cinco pus a capa de chuva e enfiei o pacote debaixo do braço. Olhei-me no espelho do corredor uma última vez. Depois, saí pela porta, para a manhã.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Nicole Krauss era uma das personalidades convidadas para o Flip 2006, em Parati. Claro que comprei um livro dela.


 

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