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Por Acaso

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Por Acaso

Livro Bom - 1 comentário

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Autor: Ali Smith

Editora: Companhia das Letras

Assunto: Romance

Traduzido por: Beth Vieira

Páginas: 329

Ano de edição: 2006

Peso: 420 g

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Bom
Marcio Mafra
05/01/2007 às 21:21
Brasília - DF

Por acaso é um romance meio barro e meio tijolo. A história é amarrada numa personagem forte e misteriosa, de nome Amber que acaba sendo a analista, confidente, amiga e ao mesmo tempo ponto de discórdia da família. Michael, um professor problemático que foi afastado da faculdade onde trabalhava, por ter seduzido muitas alunas, tem problemas de relacionamento com seu filho Magnus, que por sua vez foi expulso da escola por propagar uma mensagem na internet que provocou o suicídio de uma colega. Cada situação é narrada pelos quatros integrantes da família de maneira separada, mas que acabam por se misturar emocional e fisicamente. A narrativa vai se enredando e mais parece um buraco negro. Tem emoção raza. Falta calor, humor, alegria, alma e beleza. Sobra crueldade. Tem excesso de análise. Por acaso é um livro chato.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

história de Amber, uma misteriosa desconhecida que aparece na vida da família de Michel e Eve e de seus dois filhos Magnus e Astrid. Ela se transforma em líder e trata de todos os problemas e dramas que ocorrem no íntimo de cada um dos familiares.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

..."sedutora na casa dos outros para comer. Ela era sedutora, isso não se podia negar. Uma anedota para futuros jantares - a noite em que uma completa estranha nos enganou a todos e nos levou a recebê-la para o jantar, quando passávamos férias em Norfolk, um verão. Eu achando que ela fosse uma das alunas dele e ele achando que a moça tivesse alguma coisa a ver comigo...."

..." Por exemplo, por acaso ela tinha pedido alguma coisa a eles? Não. Nada, nada. Ela fora convidada para o jantar. Fora convidada para passar a noite na casa. Então porque o espanto, quando ela deu uma chacoalhada tão forte em Eve? Eve estava parada na janela. Olhou lá para baixo, para o carro. Olhou para a noite. Olhou para o carro de novo. Então, o que Eve iria fazer a respeito? Certo. Se chovesse, aquela noite, Eve desceria até lá e diria à moça que em hipótese alguma ela poderia dormir dentro de um carro na chuva, que ela teria de entrar. Eve iria correndo até a porta e sairia com uma capa sobre a cabeça, bateria na carroceria molhada do carro e insistiria. Mas (deu uma olhada para o céu de uma limpidez irritante) choveria esta noite? Não. Não choveria. Era uma noite perfeita de verão. Fazia, no entanto, calor demais para uma pessoa dormir num carro. Era sabido, por exemplo, que os cães sufocavam dentro de veículos que permaneciam com as janelas fechadas em dias muito quentes. Eles morriam de desidratação..."


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Comprei o livro por ocasião do Flip, em Parati, agosto de 2006, porque a autora era uma das grandes atrações da Flip.


 

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