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Deus 2

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Deus 2

Livro Ótimo - 3 opiniões

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Autor: Laerte Coutinho

Editora: Olho d'Água

Assunto: Quadrinhos

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 61

Ano de edição: 2003

Peso: 105 g

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Ótimo
Maria Fernanda Oliveira
15/10/2012 às 13:58
Brasília - DF
Deus 2 faz piadas com Deus e o Diabo. Tem muitas destas piadas. Minha mãe perguntava porque eu estava rindo, e eu respondia:
- É o livro Deus 2 que estou lendo.
Recomendo o livro para os momentos tristes, porque você vai esquecer a tristeza

(Maria Fernanda aos 10 anos de idade)


Ótimo
Carol Oliveira
11/05/2008 às 21:03
Brasília - DF


O livro do Laerte é meio bobo mais muito engraçado pois conta a historia do mundo, só que de um jeito divertido .



(Carol tinha 9 anos de idade ao fazer este comentario)



Excelente
Marcio Mafra
01/04/2007 às 21:00
Brasília - DF


Se por um lapso do destino ou um evidente desengano literário, este livro não valesse nada, valeria pelo comentário transcrito em seguida. Esta maravilha de comentário, constante da abertura do livro, intitulado "Saudades de Deus", de autoria da Maria Rita Kehl, por sí só vale 10. Dez com louvor para Maria Rita e para o Mestre Laerte.



"Tem um momento na vida em que muita gente deixa de acreditar em Deus. Aconteceu comigo, e a julgar pela curta autobiografia do autor, aconteceu com Laerte também. Nem sempre é por rebeldia que acontece. Às vezes a fé que nos foi incutida na infância simplesmente vai embora na adolescência sem provocar grandes crises. Deus deixa de fazer sentido e sai da nossa vida adolescente, como um dente de leite que cai ou um brinquedo querido que perde o encanto da noite para o dia. Perder a fé assim, sem rebeldia nem raiva, não é fácil. Passados os primeiros momentos de deslumbramento juvenil com a liberdade recém-conquistada, ou com a descoberta do sexo, percebemos que nada ocupou o lugar deixado vago pela Sua graça. Há os que reagem substituindo o nome de Deus por uma causa alternativa, tentando preencher a falta d'Ele com outras idolatrias. Há os que viram malditos, adorando pelo avesso o Bem absoluto que Deus representava. Na falta desses expedientes, na ausência de um outro Senhor a quem servir, ficamos mais livres e mais abandonados. A antiga fé deixa uma espécie de saudade. Saudades de Deus, essa grande invenção dos homens. Em todas as culturas em que Ele impera, Deus é o desejo de que haja ordem no mundo. Desejo de proteção, como pensava o velho Freud? Também. Mas antes disso, Deus é desejo de sentido. A imortalidade da alma contra a banalidade da morte; o Juízo Final contra as injustiças da vida. O reconhecimento benévolo, vindo de uma instância superior, de nossos modestos esforços para fazer as coisas direito. Só isso? Não só: Deus é desejo de limite para nossos abusos, castigo para nossas maldades e, principalmente, desejo de Alguém que deseje algo de cada um de nós. Faremos de tudo para maior glória de Deus, desde que Ele nos apresente Seus desígnios, nos ofereça um manual de instruções para nossa passagem pelo reino desse mundo, de modo a nos livrar dos enigmas do desejo e da finitude. Nesse segundo livro de cartuns, Laerte nos apresenta mais uma dose de suas saudades de Deus. O Deus de Laerte existe porque foi inventado. É um Deus bem humorado, que acha graça em Sua obra. Gosta dos homens, dos anjos, do vinho de Rioja, do carnaval e da televisão, embora se assuste com o poder maligno desta criação humana. É um Deus amistoso, que simpatiza até com o diabo. Um Deus meio zen, que observa o bem e o mal sem maniqueísmo. Perdoa as fraquezas dos homens porque se diverte com elas, e quer que seus filhos se divirtam também; em casos de abuso, de excitação excessiva, limita-se a jogar um balde d'água aqui em baixo. Para esfriar os ânimos. O Deus de Laerte usa sua onipotência para enfrentar os riscos de comer um churrasco grego na rua, mas não para livrar os homens de seu destino. Usa sua onisciência jogando pôquer com Buda. Tenta atender nossas ridículas preces com simpatia. Não julga as preferências dos homens, antes aprende com elas. É um Deus humilde e democrático. Permite que a primeira dupla humana, recém-moldada em barro, escolha seu sexo (liberdade que os deixa desnorteados), como deixa as samambaias escolherem de que lado o sol deve nascer. Inventa tabus nos quais não acredita, como um truque para nos confortar: "Esqueci que eles precisam de limites"... Mas sobretudo, o Deus de Laerte não acredita no absoluto. Não representa o Bem, a Moral, a Verdade. Nisso consiste Sua sabedoria. Do absoluto, não pode advir nenhum bem. O absoluto é opressivo, totalitário, intolerante. Em nome dos valores absolutos representados por este ou por aquele Deus, muita gente matou, muita gente morreu: nas Cruzadas, na Inquisição, na Palestina e em Israel, no Afeganistão. O Deus de Laerte gosta da diversidade. Criou um céu particular para as pessoas legais, os boêmios, os engraçados, as beatas lascivas e pouco virtuosas. Nunca aparece pregando a verdade, mostrando o caminho certo ou ameaçando os pecadores com o fogo eterno. Na melhor das hipóteses, ensina como curar ressaca com pílulas de ginseng ou como abrir a tampa emperrada de um vidro de conservas. Ele sabe que a vida não é fácil, e faz o que pode para dar uma mãozinha. O Deus de Laerte existe para trazer alguma graça a esse mundo que Ele não criou."



Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

História (espetacular) em quadrinhos, sobre Deus e a criação.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Este é um livro sem trecho. Nem precisa.


Nenhuma informação foi cadastrada até o momento.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Em julho de 2006, aproveitei uma promoção da submarino para aumentar minha fé nas coisas de deus. Laerte é uma delas.


 

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