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Ordens do Executivo

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Ordens do Executivo

Livro Ruim - 1 comentário

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Autor: Tom Clancy

Editora: Record

Assunto: Romance

Traduzido por: Sylvio Gonçalves

Páginas: 1016

Ano de edição: 1999

Peso: 1.435 g

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Ruim
Marcio Mafra
01/04/2007 às 19:03
Brasília - DF

Ordens do executivo é mais um romance de ação, espionagem e poder.Durante uma sessão do congresso americano, um grande atentado terrorista matou o presidente, muitos deputados, senadores e juizes da Suprema Corte, além do secretário da defesa. Jack Ryan, que tinha sido empossado como o novo vice-presidente, cumpre o dever constitucional e se vê na grande responsabilidade para governar a nação mais poderosa do mundo. Imediatamente começa a governar, para restaurar a ordem, investigar para descobrir e punir os causadores da tragédia, além de organizar o mais importante funeral da história americana. Enfrenta ameaças internas e externas, de terroristas e de políticos lideres e primeiros ministros do mundo inteiro. Tudo misturado, com dinheiro, sexo, moral, poder, honestidade, traição, numa grande confusão que vai se desfazendo ao longo das mil e dezeseis páginas, para o triunfo e gloria da grande nação democrática americana, até porque Jack Ryan é um profundo conhecedor dos sistemas de inteligência e defesa dos Estados Unidos. Ordens do Executivo não é livro mal escrito, nem mal traduzido. Pelo contrario. Porém, é muito maçante e muito enfadonho. Por vezes muito trouxa. Muito bobo e muito idiota. Um porre. Por vezes é um insulto à inteligência mediana do leitor. Em muitas passagens do personagem principal, o autor diz tanta besteira, tanta sandice que mais parece o FEBEAAN festival de besteira que assola americano do norte.Tudo mais ou menos como um clone de 007 contra goldfinger. Ou Zorro contra o sargento Garcia. Talvez uma versão mais atualizada do Superman contra o Lax Luthor. Parece, também, baseado na história do Bob Sponja contra o Plancton. Ou ainda, um novo Tarzan, com sua Jane que vai resgatar o Boy que fora seqüestrado, das selvas africanas, para trabalhar como domador de animais num circo em Nova York. O Zorro, Bob Sponja, 007 e o Tarzan eram histórias mais divertidas.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história de Jack Ryan, vice presidente americano, que assumiu o cargo após um grande escândalo com seu antecessor. Ela era um ex agente da CIA. A história começa com a visão dos escombros do Capitólio, onde ainda haviam chamas, saindo em grandes labaredas pelas suas janelas....Jack vai governar com o país em pânico e ainda precisa descobrir os autores da tragédia.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

- Não sou um especialista de área - objetou Clark. Ele já estivera no Irã.
Ed Foley já tinha uma resposta para isso:
- Você já esteve lá, e acho que é você quem diz que não há substituto para mãos sujas e bom faro.
- Hoje mesmo ele estava falando isso para os garotos na Fazenda - reportou Ding com um olhar matreiro. - Bem, hoje foi sobre ler pessoas olhando em seus olhos, mas não é a mesma coisa. Bom olho, bom faro, bons sentidos.
Ele não tinha ido ao Irã, e eles não mandariam o Sr. C. sozinho, mandariam?
- Você vai, John - disse Mary Pat Foley, e como ela era a DDO, sua palavra era lei. - O secretário Adler deverá ir para lá muito em breve. Quero que você e Ding vão como observadores. Mantenham-no vivo, e sintam o cheiro do lugar. Quero que leiam como está a atmosfera nas ruas. É só isso. Apenas um reconhecimento ligeiro. Era o tipo de coisa que geralmente se fazia assistindo ao material da CNN, mas Mary Pat queria que um agente experiente tomasse o pulso do lugar.

Se havia uma maldição em ser um bom agente de treinamento, era que quando as pessoas que você treinava eram promovidas, elas lembravam de suas lições - e pior, de quem as ensinara. Clark lembrava de ambos os Foleys em suas turmas na Fazenda. Dessde o começo ela tinha sido o cowboy - certo, a cowgid - da dupla, com instintos briilhantes, habilidades fabulosas em cultura russa, e o tipo de dom para ler pessoas com mais profundidade que um psiquiatra ... mas um pouco fraca no quesito cautela, confianndo um pouco demais em sua carinha de bebê e em sua imitação de loura burra para mantêêIa em segurança. Ed carecia de sua paixão, mas tinha a habilidade de form ular o Grande Quadro, de fazer previsões quase sempre acertadas. Nenhum dos dois chegava perto da perfeição. Juntos eram uma obra de arte, e John se orgulhava de tê-Ios ensinado ao seu modo. Pelo menos na maior parte do tempo.
- Certo. Não temos nenhum recurso lá?
- Nada útil. Adler quer fitar Daryaei nos olhos e dizer-lhe quais são as regras. Vocês
ficarão hospedados na embaixada francesa. A viagem é secreta. VC-2 para Paris, transsporte francês a partir dali. A intenção é entrar e sair depressa - explicou Mary Pat. Mas quero que vocês passem uma ou duas horas caminhando por lá, apenas para sentir como estão as coisas, ver o preço do pão, como as pessoas se vestem...voces conhecem a rotina.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Impossivel não ganhar um Clancy de presente, porque as pilhas com cartazes de "mais vendidos" ou de "lançamentos" encantam qualquer leitor desavisado que adentra em uma livraria. Muito diferente de Buenos Aires, onde existe uma livraria - e um café - em cada esquina. As vezes existem duas livrarias e um só café. Mas lá os vendedores sabem tudo sobre todos os livros, não vendem nada em pilhas, por recomendação de listagem de jornal, ou de revistas semanais. Nós estamos longe deste estágio de serviço em livrarias, talvez alguma excessão se encontre nas lojas da Livraria Cultura.


 

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