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A Verdade Sufocada

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A Verdade Sufocada

Livro Ruim - 1 comentário

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Autor: Carlos Alberto Brilhante Ustra

Editora: Ser

Assunto: Ciencia Politica

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 541

Ano de edição: 2006

Peso: 810 g

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Ruim
Marcio Mafra
13/10/2006 às 12:49
Brasília - DF

Tem razão o Hilton Barbosa, ao dizer que toda história tem versões. Muitas delas, narradas pelo autor, são novidades. Outras são atos menores que o autor, na sua defesa, exagera como se fosse um grande feito merecedor de condecoração militar.Coisa de heroi.


Nem todo comunista é mentiroso, assim como nem todo militar é honrado.


O livro é um porre. Mais parece um relatório. A leitura é cansativa. Em muitas passagens fica a impressão de que foi escrito só para contrapor os livros do Hélio Gáspari. Militar que se meteu em política, jamais deu certo....... Militante comunista que imaginava tomar o poder pela contra-revolução, imaginando que o povo iria pegar em armas para defender as esquerdas ultrajadas..... acabou morrendo. Isto só foi verdadeiro em Cuba. Mas não se tem certeza, se depois da morte do Fidel, aquele comunismo (de muita miséria material e intelectual) vai continuar....


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A versão de um importante militar para o golpe de estado de 31 de março de 1964.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Eles, quando contam a sua versão, sempre omitem a orientação que a maioria das organizações dava aos seus militantes de jamais se entregarem e de morrerem lutando. Alguns até portavam cápsulas de cianureto. Neste livro, em inúmeras oportunidades, relato os combates travados com os Grupamentos Táticos Armados (GTA) das organizações terroristas. Foram inúmeras as baixas que lhes causamos. Deixei de citar todos porque, nas minhas pesquisas, para fazer um relato verdadeiro, foi muito difícil encontrar os processos. Não tenho, como a equipe de D. Evaristo, os recursos e o pessoal em abundância que, no STM, vasculhou os processos para escrever o Brasil Nunca Mais, com tendenciosas conclusões. Além dos combates, inúmeras vezes os presos, ao serem soltos para cobrir um ponto, tentaram a fuga. Em outras oportunidades, o contato com quem se encontrava no "ponto", ao perceber que seu companheiro estava preso, entregava-lhe uma arma e os dois reagiam. Existiram situações em que o preso tinha um "ponto de polícia", previamente marcado, quando a organização tentava o seu resgate. Nesses casos, normalmente, no entrevero, corriam risco de morte, tanto os militantes como os agentes da lei. Além disso, alguns morreram atropelados, tentando a fuga ou cometendo o suicídio. Mesmo nos casos mais evidentes, com depoimentos de testemunhas, eles negam que seus militantes tenham sido mortos em combate. Quando isso acontecia e eles morriam em ação, ou se suicidavam em plena rua, afirmam que o preso foi ferido, não foi socorrido e foi levado para o DOI para ser morto sob tortura. Quando rebatemos essas falsidades, logo aparecem militantes que estiveram presos no DOI e que foram preparados ideologicamente para mentir pela causa, fazendo declarações e afirmando que testemunharam cenas bárbaras. A palavra deles, em coro, com o aval de setores da imprensa, prevalece sobre a nossa que não encontra apoio na mídia.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Hilton Barbosa, grande amigo da família, militar da ativa, me presenteou o livro, onde escreveu o seguinte recado: "Ao grande leitor e exepcional amigo Márcio, com uma única observação: toda moeda tem ...lados, assim como toda história tem....versões. Um abraço do Ilton. Maio/2006."


 

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