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O Pequeno Principe

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O Pequeno Principe

Livro Ótimo - 19 opiniões

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    57

Autor: Antoine de Sant-Exupéry

Editora: Agir

Assunto: Romance

Traduzido por: Dom Marcos Barbosa

Páginas: 95

Ano de edição: 1973

Peso: 215 g

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Ótimo
Jéssica Silva Alves
12/02/2018 às 11:05
Salvador - BA
Indico este livro para todas as idades, porque O Pequeno Príncipe é de grande riqueza. É ainda um grande aprendizado. Como lição de vida, se presta para tudo o que você possa imaginar.


Excelente
Francislene da Silva Diniz
12/01/2018 às 21:38
Guarujá - SP
Otimo livro.

Excelente
Igor Matheus Araujo
16/11/2017 às 12:37
Maceió - AL
um dos melhores livros quer já li

Excelente
Alexsandra Alves
07/08/2017 às 15:14
Jacaraci - BA
Excelente livro.


Ótimo
Ravena Teixeira de Castro
07/08/2017 às 12:08
Antas - BA
O Pequeno Príncipe representa a infância inconsciente dentro de cada adulto, simbolizando sentimentos de amor, esperança e inocência.


Ótimo
Luciana Gonçalves de Lima
23/05/2017 às 11:29
Salto - SP
Li há muito tempo e recomendo pois é uma leitura simples que contém a beleza de coisas simples, leitura para quem tem sensibilidade.


Excelente
Ricardo Araujo Almeida Santana
31/01/2017 às 12:41
Cícero Dantas - BA
Livro excelente para trabalhar em sala de aula!

Excelente
Juliano dos Santos Silva
15/06/2016 às 21:09
Serra - ES
Esse livro é realmente uma obra prima da literatura mundial.

Excelente
Raabe Bastos
15/03/2016 às 23:24
Alto Caparaó - MG
Um livro aparentemente infantil, mas se você olhar com a sua filosofia interior, irá voar com este pequeno garoto.

Excelente
Giovanna Givoni
28/01/2016 às 21:14
Belém - PA
Eu amo esse livro.

Excelente
Paula Soares de Oliveira
20/01/2016 às 19:01
Icapuí - CE
"- Os homens do teu planeta, disse o principezinho, cultivam cinco mil rosas num mesmo jardim... e não encontram o que procuram...
- Não encontram, respondi...
E no entanto o que eles buscam poderia ser achado numa só rosa, ou num pouquinho d'água...
-É verdade.
E o principezinho acrescentou:
- Mas os olhos são cegos. É preciso buscar com o coração. "

Li este livro várias vezes ainda criança... E gostaria de lê-lo para minha filha de dois anos e para as demais crianças carentes do nosso vilarejo. Conto com sua generosidade. Um fraterno abraço.

Paula Soares de Oliveira.

Povoado de Ponta Grossa, n 14. Icapuí, Ceará, Brasil.
CEP: 60810-000


Excelente
Danielle Ferreira Czmyr
21/12/2015 às 17:52
Curitiba - PR
Esse livro é muito bom!


Excelente
Denilson Luiz de Souza
25/06/2015 às 23:55
Juiz de Fora - MG
Excelente! Para qualquer idade! Um clássico!


Excelente
Adriana dos Santos
24/06/2015 às 15:46
São Paulo - SP
Realmente é um livro para a vida inteira.


Excelente
Ricardo Lima
15/03/2015 às 11:32
Encanto - RN
Muito bom esse livro. Um clássico da literatura.


Excelente
Colégio Wilson David Domingues
06/02/2015 às 15:19
Jacaraci - BA
Livro muito interessante!!!

Excelente
Claudia Rocha
15/02/2014 às 12:46
Bezerros - PE
Todo mundo deveria ler esse livro ao menos uma vez na vida!

Excelente
Priscila Loubach Tavares
18/10/2012 às 17:01
Belo Horizonte - MG
Apesar de ser classificado como um livro de literatura Infanto-Juvenil, "O Pequeno Príncipe" é um livro para a vida toda. Cada etapa da vida, uma interpretação e um entendimento diferente que nos mostra a realidade através da fantasia.
Mesmo sendo escrito em 1943, a relação entre as pessoas continuam, nos dias atuais, como nos tempos do escritor, e se agravam cada dia mais.
"Os homens não têm mais tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos, Se tu queres um amigo, cativa-me!"
Portanto, o livro que traz a pureza, inocência e delicadeza de uma criança, nos alerta sobre uma constante individualidade dos adultos.

Ótimo
Marcio Mafra
13/10/2006 às 12:05
Brasília - DF

Nos anos 1960/1970, toda candidata à miss, modelo ou manequim, quando perguntada sobre o livro que estava lendo, respondia: O Pequeno Príncipe. Talvez isso tenha contribuído para a divulgação do livro, porém, também o estigmatizou. Cita-se mais o livro do que efetivamente se lê. É uma historinha pequena, do principezinho que vai viajando por todos os planetas e distribuindo suas lições sobre moral e filosóficas sobre a retidão. Consta que foi escrito em 1943, em plena II Guerra, e segundo alguns não foi escrito para crianças, posto que carrega uma "profundidade" filosófica sem igual. Nem tanto. Trata-se de uma narrativa poética, ingênua, através da qual o autor vai construindo a sua visão do mundo. A leitura é boa e fácil.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história, em forma de fábula ou parábola, que conta a aventura do pequeno príncipe, destacando a força da amizade, da lealdade e da simplicidade.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

O sexto planeta era dez vezes maior. Era habitado por um velho que escrevia livros enormes. - Bravo! eis um explorador! exclamou ele, logo que viu o principezinho. O principezinho assentou-se na mesa, ofegante. Já viajara tanto! - De onde vens? perguntou-lhe o velho. - Que livro é esse? perguntou-lhe o principezinho. - Que faz o senhor aqui? - Sou geógrafo, respondeu o velho. - Que é um geógrafo? perguntou o principezinho. - É um sábio que sabe onde se encontram os mares,os rios, as cidades, as montanhas, os desertos. - É bem interessante, disse o principezinho. Eis, afinal, uma verdadeira profissão! E lançou um olhar, em torno de si, no planeta do geógrafo. Nunca havia visto planeta tão majestoso. - O seu planeta é muito bonito. Haverá oceanos nele? - Como hei de saber? disse o geógrafo. - Ah! (O principezinho estava decepcionado,) E montanhas? - Como hei de saber? disse o geógrafo. - E cidades, e rios, e desertos? - Como hei de saber? disse o geógrafo pela terceira vez. - Mas o senhor é geógrafo ! - É claro, disse o geógrafo; mas não sou explorador. - Há uma falta absoluta de exploradores. Não é o geógrafo que vai contar as cidades, os rios, as montanhas, os mares, os oceanos, os desertos. O geógrafo é muito importante para estar passeando. Não deixa um instante a escrivaninha. Mas recebe os exploradores, interroga-os, anota as suas lembranças. E se as lembranças de alguns lhe parecem interessantes, o geógrafo estabelece um inquérito sobre a moralidade do explorador. - Por quê? - Porque um explorador que mentisse produziria catástrofes nos livros de geografia. Como o explorador que bebesse demais. - Por quê? perguntou o principezinho. - Porque os bêbados vêem dobrado. Então o geógrafo anotaria duas montanhas onde há uma só. - Conheço alguém, disse o principezinho, que seria um mau explorador. - É possível. Pois bem, quando a moralidade do explorador parece boa, faz-se uma investigação sobre a sua descoberta. - Vai-se ver? - Não. Seria muito complicado. Mas exige-se do explorador que ele forneça provas. Tratando-se, por exemplo, de uma grande montanha, ele trará grandes pedras. O geógrafo, de súbito, se entusiasmou: - Mas tu vens de longe. Tu és explorador! Tu me vais descrever o teu planeta! E o geógrafo, tendo aberto o seu caderno, apontou o seu lápis. Anotam-se primeiro a lápis as narrações dos exploradores. Espera-se, para cobrir à tinta, que o explorador tenha fornecido provas. - Então? interrogou o geógrafo. - Oh! onde eu moro, disse o principezinho, não é interessante: é muito pequeno. Eu tenho três vulcões. Dois vulcões em atividade e um vulcão extinto. A gente nunca sabe.. . - A gente nunca sabe, repetiu o geógrafo. - Tenho também uma flor. - Mas nós não anotamos as flores, disse o geógrafo. - Por que não? É o mais bonito! - Porque as flores são efêmeras. - Que quer dizer "efêmera"? - As geografias, disse o geógrafo, são os livros de mais valor. Nunca ficam fora de moda. É muito raro que um monte troque de lugar. É muito raro um oceano esvaziar-se. Nós escrevemos coisas eternas. - Mas os vulcões extintos podem se reanimar, interrompeu o principezinho. Que quer dizer "efêmera" ? - Que os vulcões estejam extintos ou não, isso dá no mesmo para nós, disse o geógrafo. O que nos interessa é a montanha. Ela não muda. - Mas que quer dizer "efêmera" ? repetiu o principezinho, que nunca, na sua vida, renunciara a uma pergunta que tivesse feito. - Quer dizer "ameaçada de próxima desaparição". - Minha flor estará ameaçada de próxima desaparição? - Sem dúvida. Minha flor é efêmera, disse o principezinho, e não tem mais que quatro espinhos para defender-se do mundo! E eu a deixei sozinha! Foi seu primeiro movimento de remorso. Mas retomou coragem: - Que me aconselha a visitar? perguntou ele. - O planeta Terra, respondeu-lhe o geógrafo. Goza de grande reputação. . . E o principezinho se foi, pensando na flor.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Nenhuma prateleira brasileira da gema sobreviveria sem O Pequeno Principe.


 

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