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Morrer Por Israel

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Morrer Por Israel

Livro Ruim - 1 comentário

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Autor: Flávio Alcaraz Gomes

Editora: Globo

Assunto: Jornalismo

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 190

Ano de edição: 1967

Peso: 305 g

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Ruim
Marcio Mafra
11/10/2006 às 17:27
Brasília - DF

Árabes e Israelenses, guerreiam desde que o mundo é mundo. O titulo que o autor deu ao seu livro, foi captado nas areias do deserto, num dos palcos da guerra. Os relatos do jornalista são oportunistas e nada interessantes. Jornalista que emite opinião pode comprometer a qualidade do relato, porque seu texto pode ser lido por qualquer tipo de leitor. É melhor quando o repórter se atem - somente - ao relato. O livro é fraco. Talvez fraquinho. O jornalista Flávio torcia pelos israelenses. No final do livro, há uma estranha planilha, onde consta o efetivo, os aviões, tanques, soldados, de cada lado. Na planilha que lista as forças árabes, o autor a intitulou de Golias, enquanto que a planilha sobre o efetivo e equipamentos dos israelenses, que ele chama de judeus, está dito que representa David. Como se fora a guerra - bíblica - do pequeno David contra o gigante Golias. Arre! Coisa estranha e pouco profissional. Numa nota, o editor explica que o autor, ao retornar da guerra, teve um encontro com o escritor Érico Veríssimo a quem relatou tudo o que viu. Érico sugeriu-lhe que publicasse um relato sobre a guerra, onde ficasse marcada a "instantaneidade da notícia". Assim foi feito. O autor escreveu o livro em apenas 8 dias e o entregou à editora. Talvez por isso o livro não seja lá essas coisas. No entanto, o relato de sua noite no Cairo, é bom. O restante do livro, a partir de U Thant, o Secretário da Onu, até os relatos da guerra - propriamente ditos - são muito chatinhos.




Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Relato de um jornalista brasileiro que esteve no teatro da guerra de Israel contra os árabes, em 1967.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Fiz uma reportagem para a jornalista Sraya Shapiro a respeito das minhas observações sobre o Egito, da qual fazia parte o seguinte trecho: "Não há sinal de guerra no Cairo, exceto através de comícios dirigidos e de cartazes ridicularizando Israel e painéis gigantescos com as fotografias de Nasser. Os cartazes representam Israel como um anão barbado de queixo e nariz saliente e com um chapéu preto enterrado até as orelhas. Foi desfechada também uma campanha contra os 'imperialistas americanos'. No Hotel Hilton o movimento segue normal, com muitos turistas, especialmente japoneses. O Ministério da Imprensa parece desorganizado. Os jornalistas estão praticamente restritos à área do Cairo. Equipamento russo pode ser percebido nas estradas. Muitos caminhões são completamente novos, pintados ainda com as cores verdes do Exército Soviético. Os velhos carros amarelos do Egito enguiçam em grande número. Mr. Gomez acredita que Nasser meteu-se nessa aventura do Sinai por duas razões: para distrair a opinião pública da miséria em que vive o Egito e para tentar readquirir seu prestígio no mundo árabe. O ódio contra Israel é instilado através de todos os meios, mas o povo das ruas parece indiferente. Referindo-se ao Exército Egípcio, Mr. Gomez afirmou que os seus oficiais estão acostumados a um alto padrão de vida que, obviamente, não podem desfrutar no Deserto do Sinai. Mesmo em campanha não comem em companhia de seus soldados. Um Exército como esse não pode fazer frente ao de Israel. Foi assim que eu virei notícia em Israel - e o Correio do Povo e a Folha da Tarde de Porto Alegre puderam publicar as melhores e mais atuais fotos da Guerra do Oriente estampadas na imprensa brasileira.


Nenhuma informação foi cadastrada até o momento.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Comprei o livro num "sebo" virtual , movido pelo título.


 

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