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A Ética nos Negócios

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A Ética nos Negócios

Livro Ruim - 1 comentário

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Autor: Randy Pennington

Editora: Objetiva

Assunto: Auto Ajuda

Traduzido por: Ruy Jungmann

Páginas: 171

Ano de edição: 1995

Peso: 235 g

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Ruim
Marcio Mafra
11/10/2006 às 17:00
Brasília - DF

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Livreco. Livreco de auto ajuda ou marketing dos autores. Na transcrição sobre os autores, consta o seu telefone e endereço para contatos de conferencistas, fato que denota a clara intenção de oferecimento de "vantagens" para o leitor - eventualmente - contratar um dos autores para uma palestra, workshop ou equivalente. Trata-se pois de uma postura pouco ética com o leitor. Ética vem do grego "ethos". Numa palavra significa retidão de conduta, ou dos costumes. Diversos filósofos abordaram a Ética: Sócrates e Aristóteles foram os principais na antiguidade, seguidos pelos contemporâneos Kant, Espinoza, Nietzsche, etc. Todos eles acabam por afirmar que ética é algo que todo cidadão deve levar em conta em todas as suas ações. Ética nos negócios, começa com uma pequena falha técnica, já mencionada. Em seu miolo, destaca a ação e o juramento dos escoteiros. Ao longo do livro, percebe-se um certo primarismo nas colocações, talvez até infantilizado e dogmático. Talvez o livro possa se prestar para orientar os escoteiros mirins... Com certeza é um excelente negócio para o editor, senão - para os autores, mas completamente enganador para os leitores. Ética: alguns dizem que a têm, que a possuem. Poucos levam a sério. Ninguém cumpre à risca...


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Ética nos Negócios trata de valores morais e princípios como: integridade, honestidade e negócios de boa fé.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Por minha honra, farei o melhor possível: Para cumprir meu dever com Deus e meu país, e Obedecer a lei do escoteiro. As leis são as regras e regulamentos que nos permitem viver juntos em paz e harmonia. Constituem também as diretrizes e princípios que, se seguidos, produzirão resultados uniformes. A maioria, por exemplo, considera as leis como as normas de acordo com as quais devem viver. Julga o limite de velocidade de 90km/h nas estradas federais dos Estados Unidos como a regra que determina a maneira como devem dirigir. Vêem as leis relativas à conduta pessoal como os limites dentro dos quais pessoas em toda parte podem viver em harmonia. A propósito, disse Frost: "Boas cercas fazem bons vizinhos." As leis, se quiserem, são as "boas cercas" que separam nossos direitos dos direitos dos vizinhos e permitem a todos viver em relativa harmonia. As leis, em países em todo o mundo, estabelecem os alicerces dos atos na sociedade. Numa época mais simples, seguíamos, sem perguntar o motivo, os princípios codificados na Lei do Escoteiro. Os poucos que não o faziam era postos no ostracismo ou, pelo menos, julgados com desprezo. Esses dias, porém, passaram e hoje enfrentamos tempos diferentes e mais complexos. Atualmente, vemos, às vezes, que indivíduos que violam princípios de integridade pessoal são homenageados, como se o mal fosse o bem e, o certo, o errado. Quando assistimos a coisas como essas, é lógico perguntar: "Por que deveria alguém, no ambiente competitivo de hoje, querer seguir esses nobres princípios?" E uma boa pergunta e, por sorte, há para ela uma boa resposta. Líderes íntegros sabem que, seguindo esses princípios, suas empresas colherão benefícios multiplicados. Em retribuição a seus esforços, eles obtêm resultados como os seguintes: Maior lealdade de empregados e clientes Publicidade boca-a-boca Redução de problemas com pessoal Ambientes de trabalho mais seguros Lucros maiores Menos estresse na vida pessoal Aumento de satisfação pessoal e das perspectivas na vida. Isso parece quase fácil demais, não? Obedecer a alguns princípios que estão em circulação há muito tempo e colher inacreditáveis benefícios. A sabedoria convencional nos diz que tudo que parece bom demais para ser verdadeiro provavelmente é bom demais para ser, mesmo. Estaremos na contramão da sabedoria convencional? De modo nenhum. Tal como os Dez Mandamentos, a Magna Carta, e a Carta dos Direitos Civis, esta última formando as dez primeiras emendas à Constituição dos Estados Unidos, a Lei do Escoteiro baseia-se em princípios que funcionam. Muitos bons exemplos neste particular são dados neste livro - e centenas mais poderiam ser acrescentados. O princípio que diz que colhemos o que plantamos aplica-se a todas as indústrias, a todos os negócios, a todas as vidas. O que entra, no devido tempo, sai - multiplicado.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

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